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Política MT

Faissal cobra Energisa apresenta projeto que garante medidor bidirecional de energia solar

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O deputado estadual Faissal Calil (PV) cobrou, em discurso durante a sessão plenária de quarta-feira (5) no Poder Legislativo, a autarquia Energisa por atuar de forma “desrespeitosa” no corte de  energia elétrica dos consumidores mato-grossenses, durante o período de quarentena de combate à Covid-19.

“Desrespeitosa. É assim que qualificamos a Energisa em nosso estado. Apresentamos o Projeto de Lei  Nº 84/2020, que foi aprovado pela ALMT, proibindo o corte de energia elétrica durante o período da pandemia. Porém, no início deste mês, já voltaram a cortar sob a alegação de que a ANEEL [Agência Nacional de Energia Elétrica] autorizou. É uma empresa que não respeita os poderes Executivo e Legislativo. E pior, não respeita os consumidores no geral, que são os que realmente geram lucro para ela”, destacou o deputado na tribuna.

Faissal  ainda lembroou do prazo que a empresa pede para trocar o medidor convencional aos consumidores.

“Como se não bastasse, quando falamos em energia solar, a Energisa está demorando mais de dois meses para trocar o medidor convencional pelo bidirecional, recebendo nesse período gratuitamente a energia fotovoltaica [solar] produzida pelo consumidor, sem qualquer compensação”, completou.

Na sessão plenária de quinta-feira (6),  o seu  projeto, que  regulamenta a vistoria substituição de medidores  bidirecionais de consumo e geração de energia elétrica e solar nas unidades de consumo de Mato Grosso, foi aprovado na primeira votação pelos deputados e agora segue em tramitação na Casa de Leis.

“O presente projeto tem a finalidade de garantir os direitos dos  consumidores  que estão sendo obrigados a aguardar período superior ao estabelecido nas normas  regulamentadoras  da prestação de serviço de fornecimento  de energia elétrica.  Assim,  estipula prazo de vistoria e instalação de medidor bidirecional para aqueles consumidores que aderirem à energia solar”,  justificou o parlamentar.

Fonte: ALMT

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Política MT

Líder comunitária há 30 anos e técnica da Educação, candidata insiste no voto feminino para Câmara

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Uga com o candidato a vice-prefeitoe presidente do PV, José Roberto Stopa

DA REDAÇÃO

Dividindo suas expectativas e projetos como líder comunitária e técnica da Educação, a candidata a vereadora Uga Cruz, ou apenas Uga (PV) já foi aclamada candidata pela convenção do partido e já iniciou uma série de visitas e contatos a fim de convencer, principalmente, as mulheres sobre a importância da eleição de representantes femininas na Câmara Municipal no ano que vem.

-“Temos um grande potencial em ideias e projetos, somos a maior parte do eleitorado, entretanto temos um parlamento predominantemente masculino. Nada contra a eleições dos homens, mas precisamos tomar parte desse espaço”, observa ela.

Presidente do bairro Novo Colorado há três mandatos e com três décadas de militância comunitária, Uga crê em um trabalho consistente para ajudar as comunidades. “ É essa mensagem que estamos levando para as pessoas”, diz. Com apoio de  muitos colegas de profissão nas escolas e creches, além do apoio fechado da família e amigos dos bairros, ela quer romper uma barreira histórica de participação das mulheres na política.

-“Os homens, muitos deles, têm seu valor, mas precisamos de vozes femininas porque muitos temas são relacionados às mães, às vítimas de violência e às desigualdades, e, por isso, que trabalho para que haja mulheres eleitas, como eu, para que possamos cuidar dessa pautas com a sensibilidade que esses assuntos merecem”, finaliza.

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Política MT

Deputados “apertam” Sefaz para envio de informações a fim de continuidade dos trabalhos da CPI da renúncia fiscal

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Os deputados Wilson Santos (PSDB), Carlos Avallone (PSDB) e Valmir Moretto (Republicanos) encerraram a reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Renúncia e Sonegação Fiscal e seguiram para a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) para uma reunião com o secretário Rogério Gallo. A intenção é alinhar os envios de documentos e informações por parte da Sefaz para a equipe técnica da CPI.

Desde o início dos trabalhos, de acordo com o presidente da comissão, deputado Wilson Santos, a Sefaz estaria dificultando o acesso aos dados e documentos solicitados, o que estaria atrasando o andamento da CPI. Havia sido sugerido inclusive a judicialização do processo, mas, antes disso, Santos sugeriu reunir-se com o secretário.

Os deputados presentes, Avallone e Moretto, confirmaram a participação na reunião. João Batista, que acompanhava de forma remota, não pôde comparecer.

O consultor da CPI, Luís Figueiredo, explicou que, nas últimas semanas, a Sefaz passou a atender algumas solicitações, mas ainda há muitos documentos a serem encaminhados.

Cadeia leiteira – Durante a reunião realizada nesta quinta-feira (24), os deputados Carlos Avallone e Valmir Moretto chamaram a atenção para a situação da cadeia produtiva do leite. Diferentemente de outros segmentos, o setor de lácteos recebe poucos incentivos fiscais e com isso indústrias, cooperativas e produtores teriam dificuldades para manter as atividades.

O deputado Valmir Moretto destacou que, nos últimos seis meses, houve uma melhora na situação dos produtores, que passaram a receber R$ 1,5 reais por litro, quase o dobro do valor pago anteriormente, R$ 0,88.  “Chegamos ao ponto de o produtor precisar fazer greve. Hoje o mercado oferece uma condição melhor”, avaliou Moretto.

O deputado Avallone requereu a solicitação de informações para diferentes órgãos e entidades ligadas ao setor, como cooperativas e Empaer, para nortear o levantamento da CPI.

Continuidade – Mesmo durante a pandemia, os trabalhos técnicos da CPI não foram interrompidos, mas as reuniões tiveram que ser suspensas e por isso o prazo foi prorrogado por 180 dias. O presidente da CPI, deputado Wilson Santos, propôs que as reuniões continuassem suspensas até o Carnaval devido aos protocolos de distanciamento, eleições e demais datas comemorativas. Mas a proposta ficou empatada, com dois votos a favor e dois contrários e terão que aguardar o retorno do deputado Ondanir Bortolini, Nininho, que está em licença.

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