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Facebook vai proteger figuras públicas de ataques de ‘haters’

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Facebook via proteger jornalistas e ativistas
Unsplash/Souvik Banerjee

Facebook via proteger jornalistas e ativistas

O Facebook vai aumentar a proteção contra assédio e intimidação direcionados a ativistas e jornalistas ao torná-los figuras públicas “involuntárias”, prometeu a chefe de segurança global da rede social.

A ideia da empresa é proteger figuras que acabam se tornando públicas por conta dos seus trabalhos, e não necessariamente de suas imagens. As informações são da Reuters.

Dar proteção a pessoas públicas, porém, tem sido um dos motivos pelos quais o Facebook está se envolvendo em polêmicas. Documentos vazados pelo The Wall Street Journal mostraram que a  rede social mantém uma espécie de ‘lista VIP’ de celebridades que não cumprem as mesmas regras que os demais usuários.

Antigone Davis, diretora global de segurança do Facebook, ainda disse que a rede social está expandindo os tipos de ataques proibidos na plataforma, visando reduzir ofensas desproporcionalmente enfrentadas por mulheres, negros e pela comunidade LGBTQIA+.

Conteúdo de sexualização severa e indesejada, bem como imagens ou desenhos sexualizados depreciativos e ataques à imagem de uma pessoa serão proibidos de comentários de figuras públicas.

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Google vai pagar R$ 1,4 milhão para quem conseguir invadir um Pixel 6

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Cores do Google Pixel 6
Divulgação/Google

Cores do Google Pixel 6

O Google anunciou um novo programa de recompensas para especialistas em cibersegurança que conseguirem encontrar vulnerabilidades no  novo celular da empresa, o Pixel 6, que roda Android 12 e tem o primeiro processador próprio.

A empresa vai pagar até US$ 250 mil (cerca de R$ 1,4 milhão) para quem conseguir assumir o controle completo do dispositivo através de possíveis falhas em seu sistema.

Esse tipo de programa de recompensa existe não apenas no Google, mas em todas as gigantes de tecnologia. Com eles, as empresas ficam sabendo de falhas antes que hackers maliciosos se apropriem delas, podendo corrigir os erros por meio de atualizações de software.

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Empresa vai dar um bilhão de criptomoedas para quem deixar olho ser escaneado

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Escaneamento de íris garante criptomoeda de graça
Unsplash

Escaneamento de íris garante criptomoeda de graça

Um bilhão de criptomoedas Worldcoin serão distribuídas em todo o mundo. Para receber, porém, as pessoas precisam deixar que seus olhos sejam escaneados por uma máquina chamada “orb” – há 30 delas espalhadas pelo mundo.

De acordo com a Worldcoin, que se define como “uma nova moeda global de propriedade coletiva que será distribuída de forma justa para o maior número possível de pessoas”, mais de 100 mil pessoas já aceitaram a proposta. O objetivo é que esse número chegue a um bilhão em dois anos. A estreia da nova criptomoeda no mercado está prevista para 2022.

A proposta já levanta polêmicas a respeito do uso de dados. De acordo com o que disse Alex Blania, cofundador da Worldcoin, ao Financial Times, a análise de íris não fere a privacidade das pessoas, já que são criptografadas.

Por se tratar de um dado biométrico, porém, o escaneamento de íris é uma informação bastante sensível e que requer muito cuidado. Segundo a Worldcoin, o objetivo de coletar esses dados é apenas conferir se uma pessoa já recebeu sua parcela.

“Para colocar rapidamente sua nova moeda nas mãos do maior número possível de pessoas, a Worldcoin permitirá que todos reivindiquem uma parcela gratuita dela. Para que isso acontecesse, primeiro tivemos que resolver um grande desafio: garantir que todas as pessoas na Terra possam provar que são de fato humanas (não um robô) e que ainda não receberam sua parte gratuita do Worldcoin. Esse desafio é o problema de longa data da “humanidade única”: como você pode provar que é você, sem nos dizer nada sobre você? Para resolver isso, construímos um novo dispositivo chamado Orb. Resolve o problema por meio da biometria: o Orb captura uma imagem dos olhos de uma pessoa, que é convertida em um código numérico curto, permitindo verificar se a pessoa já se inscreveu”, diz uma publicação no site da empresa.

“Em contraste com muitos serviços centralizados que usamos hoje, nenhuma outra informação pessoal é necessária”, garantem. A empresa não comentou se a biometria será usada para outros fins.

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