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Facebook, Twitter e Google serão multados se banirem políticos na Flórida

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Redes sociais não poderão banir candidatos
Unsplash/dole777

Redes sociais não poderão banir candidatos

As grandes empresas de tecnologia do mercado mundial – Facebook , Twitter e Google – podem ser multadas caso barrem das plataformas qualquer candidato político na Flórida, EUA, de acordo com a nova lei assinada pelo governador, Ron DeSantis.

A lei veio depois que as redes sociais baniram o então presidente Donald Trump de suas plataformas por conta de seus comentários, pois podiam incitar mais violência após o acontecimento no Capitólio em janeiro. Conforme a lei – que entra em vigor em 1º de julho – a Comissão Eleitoral da Flórida multaria qualquer empresa de mídia social em US$ 250 mil (cerca de R$ 1 milhão) por dia, se removesse a conta de um candidato a um cargo estadual ou local.

A Flórida é o primeiro estado a decretar esses tipos de multas contra empresas de mídia social. “Se os censores da Big Tech aplicarem as regras de maneira inconsistente, para discriminar em favor da ideologia dominante do Vale do Silício, eles agora serão responsabilizados”, disse DeSantis, um político republicano, em comunicado.

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Ainda não houve um posicionamento do Twitter , Google e nem Facebook . A Computer & Communications Industry Association, um grupo de defesa de tecnologia, disse que a nova lei seria praticamente inviável: “Este projeto de lei inconstitucional ameaça criar mais oportunidades para extremistas estrangeiros que trafegam propaganda antiamericana e menos oportunidades para os moradores da Flórida que usam a Internet.”

Além disso, os executivos de tecnologia testemunharam perante o Congresso sobre a mudança. Nesta segunda-feira, Nick Clegg, o ex-vice-primeiro-ministro do Reino Unido revelou várias idéias para regulamentações da internet , incluindo até a criação de um novo regulador digital.

Um conselho de supervisão que cuida de checar as decisões mais difíceis de moderação de conteúdo do Facebook manteve a decisão da rede social de suspender Trump da plataforma . Por outro lado, deixou para a empresa decidir por quanto tempo ele seria barrado da plataforma.

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Tecnologia

“Metaverso é a próxima geração da internet”, diz Mark Zuckerberg

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Mark Zuckerberg, CEO do Facebook
Reprodução/Facebook

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, deu mais detalhes sobre a criação do metaverso nesta quinta-feira (28). Durante apresentação na conferência Connect 2021, o executivo fez uma demonstração do ambiente virtual.

Para Zuckerberg, o metaverso nada mais é do que “a próxima geração da internet”. Na demonstração, avatares das pessoas interagiram em um ambiente completamente virtual, que conta com jogos, filmes, festas, lojas, reuniões e muito mais.

“Você realmente vai sentir como se estivesse lá com outras pessoas”, disse Zuckerberg, acrescentando que será possível “trazer qualquer coisa do mundo real para o metaverso”.

No metaverso, hologramas, realidade virtual e realidade aumentada serão comuns. “Haverá novos jeitos muito mais naturais de interagir com dispositivos”, definiu Zuckerberg.

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Esse universo digital pode parecer ficção científica por enquanto mas, de acordo com o CEO do Faceook, em cinco ou 10 anos, o metaverso será convencional.

O que já existe?

Atualmente, o Facebook trabalha na plataforma Horizon, que está em fase beta (de testes). Nesse universo digital, há o Horizon Home, que é a casa virtual de cada usuário, e os Horizon Worlds, espaços virtuais nos quais qualquer um pode criar mundos, jogos e experiências.

De acordo com Zuckerberg, o papel do Facebook é criar plataformas e ferramentas para que desenvolvedores criem esses mundos digitais. “São os criadores e desenvolvedores que vão criar o metaverso”, disse ele.

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Tecnologia

PS5 chega a 13,4 milhões de vendas, mas Sony deixa de lucrar com games

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PS5 vende bem, mas não é suficiente
Divulgação/Sony

PS5 vende bem, mas não é suficiente

Desde que foi lançado em novembro de 2020, o PS5 vendeu 13,4 milhões de unidades até hoje, sendo 3,3 milhões comercializadas no último trimestre, entre 1º de julho e 30 de setembro. Porém, segundo os resultados financeiros da Sony divulgados nesta quinta-feira (28), o segmento de videogames da empresa gerou menos lucro nesses três meses em comparação com o mesmo período do ano passado.

Conforme as vendas de PS5 crescem, a procura por PS4 diminui. Neste último trimestre fiscal — equivalente ao terceiro trimestre no calendário —, cerca de 200 mil consoles da geração passada foram comercializados no mundo todo. No mesmo período de 2020, o videogame havia vendido 1,5 milhão de unidades. Em toda a sua vida, 116,7 milhões de PS4 já chegaram às lojas.

Por outro lado, a demanda por jogos nunca foi tão alta. De acordo o relatório financeiro da Sony, a venda de jogos em mídias físicas e digitais aumentou em 9,8%, fechando em 76,4 milhões de unidades comercializadas até 30 de setembro. No trimestre anterior — entre abril e junho — foram 63,6 de cópias vendidas.

Em quantias mais detalhadas, a venda de hardware — PS4 e PS5 — gerou receita de US$ 1,4 bilhão (R$ 7,8 bilhões) para a Sony neste trimestre. No ano passado, o valor havia sido de US$ 365 milhões (2 bilhões). Já a venda de software deu US$ 3,02 bilhões (R$ 16,9 bilhões), sendo que, em 2020, a empresa tinha registrado um ganho de US$ 2,91 bilhões (R$ 16,2 bilhões).

Receita com games cresceu, mas lucro caiu

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Esses números resultaram em um crescimento de 27% na receita de games da Sony, que chegou a US$ 5,68 bilhões (por volta de R$ 31,45 bilhões), incluindo ganhos de PlayStation Plus e microtransações. Por outro lado, o lucro operacional da empresa no segmento de jogos caiu em comparação não só com o trimestre passado, como também com o mesmo período de 2020.

Em setembro de 2021, a empresa lucrou US$ 727,8 milhões (R$ 4,06 bilhões) com videogames — US$ 5,3 milhões (R$ 29,6 milhões) a menos que os US$ 733,1 milhões (R$ 4,09 bilhões) obtidos em junho deste ano. Enquanto isso, em setembro de 2020, a Sony havia lucrado US$ 927,6 milhões (R$ 5,1 bilhões).

PS4 e jogos exclusivos venderam pouco

A queda nos lucros foi causada em especial pela diminuição nas vendas de PS4. O PS5, por mais que esteja se saindo bem, era vendido até agosto deste ano por preços mais baixos que os custos de fabricação e não gerava saldo positivo para a Sony. Outros fatores relevantes foram o declínio na venda de jogos exclusivos da empresa e o aumento nas despesas operacionais.

Vale mencionar que houve um crescimento na venda de jogos multiplataforma, porém eles não são tão rentáveis para as fabricantes de consoles quanto os títulos exclusivos. Para contornar esse problema, a Sony está investindo na compra de estúdios, como as desenvolvedoras Bluepoint, Firesprite e Nixxes, para impulsionar a produção de games no futuro.

Setor de eletrônicos impulsionou lucros da Sony

Mesmo lucrando menos do que no ano passado com games, a Sony não está operando em prejuízo. Esse cenário é normal nos primeiros anos de uma nova geração, ainda mais em uma época afetada pelos problemas de logística causados pela Covid-19 e pela escassez de componentes eletrônicos.

Além disso, no consolidado de todos os setores da empresa, a Sony terminou este trimestre fiscal com lucro operacional maior do que no ano passado. O faturamento foi impulsionado em especial pelo crescimento nas áreas de eletrônicos — TVs, câmeras, equipamentos de áudio, entre outros —, serviços — seguradora Sony Life — e investimentos.

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