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Faceapp: aplicativo da moda pode roubar dados que você não imaginava

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Instagram/Reprodução

Famosos, impulsionados por onda da internet, aderiram às brincadeiras

A não ser que você estivesse isolado e sem energia em uma caverna ou no meio do nada sem nenhum sinal de celular, você deve ter visto na internet uma infinidade de “rostos velhos”, resultados da brincadeira proposta pelo aplicativo Faceapp, que através de filtros aplicado em fotos consegue envelhecer, maquiar e mudar diversos aspectos faciais de quem usa o app.

Apesar da brincadeira aparentemente inocente de brincar com fotografias, o aplicativo desenvolvido pela empresa russa Wireless App é capaz de recolher diversos dados de seu celular que não são óbvios em um primeiro momento.

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Ao aceitar os termos e condições do aplicativo, o usuário não libera apenas a utilização da fotografia, mas também rastros de sua atividade na web, informações do aparelho, seu IP e metadados.

“Usamos ferramentas de análise de terceiros para nos ajudar a medir o tráfego e as tendências de uso do serviço. Estas ferramentas reúnem informação enviada pelo seu dispositivo ou pelo nosso serviço, incluindo as páginas web que visita, add-ons, e outra informação que nos ajude a melhorar o serviço. Reunimos e usamos esta informação analítica juntamente com informação analítica de outros utilizadores, para que não possa ser usada para identificar qualquer utilizador individual em particular”, diz a política de privacidade do aplicativo .

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O texto também que explica que o Faceapp não irá alugar ou vender nenhuma informação para terceiros, e que estas só serão usadas pelas empresas que fazem parte do grupo da Wireless Lab. O problema é que a empresa russa é de difícil acesso, e não na internet nenhuma informação sobre outras companhias do grupo. Nem mesmo na Wikipedia há mais detalhes sobre o grupo por trás do Faceapp.

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É importante notar que apesar do alto número de informações coletados pelo app, elas não são muito diferentes daqueles coletados pelo Facebook, porém diante do massivo volume de informação enviado para o Faceapp nos últimos dias (é atualmente o aplicativo mais baixado no Google Play e App Store da Apple), é útil mostrar a facilidade que empresas de tecnologia tem hoje de obter nossos dados sem ao menos nos darmos conta.

Quero privacidade de dados. O que fazer?

A questão de privacidade de dados é um problema latente no mundo, e ainda não foi encontrada uma solução mundial para garantir a usuários que suas informações não serão vendidas e utilizadas de maneira errada. Porém o Brasil tem vantagem no assunto graças a Lei Geral de Proteção de Dados , aprovada em 2018 (mas que só entrará em vigor em 2020), que garante ao usuários o controle de suas informações coletadas em território brasileiro.

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“Quando a lei entrar em vigor, os controladores precisarão solicitar por explícito a autorização de uso dos dados pessoais e não poderão usar para outros fins, diferentes daqueles que foram autorizados a trabalhar. Outro ponto importante é a possibilidade do titular revogar o uso de seus dados e solicitar ser esquecido. Isso significa que o controlador da ferramenta tem a obrigação de apagar os dados fisicamente,” explica Diego Nogare, Chief Data Officer da Lambda.

Ele também explica que os termos para uso de dados precisarão ser claros e diretos segundo a LGPD a fim de deixar claro para os consumidor para onde vai suas informações. Além disso, a lei garante ao usuário que ele possa pedir um relatório detalhado de onde e como seus dados foram usados pela empresa. Em caso de infração, a LGPD pode aplicar multa de até 2% do faturamento, podendo chegar a até US$ 50 milhões.

Fonte: IG Tecnologia
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Estudo revela o que acontece se um drone cair na sua cabeça

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Olhar Digital

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Divulgação/University of Witchita

Estudo revela o que acontece se um drone cair na sua cabeça

Uma pesquisa conduzida pela Universidade do Alabama (ASSURE), Hunstville e a Universidade Estadual do Mississipi, Instituto Nacional de Pesquisa em Aviação da Universidade Estadual de Wichita e vários outros, analisou quais possíveis ferimentos decorrentes de colisões entre pequenos sistemas de aeronaves não tripulados, também popularmente conhecidos por drones, e pessoas.

O Estudo Fase II de Colisão de Terra da Assure, como foi chamado, analisou possíveis ferimentos que as pessoas sofreriam caso drones chocassem contra a cabeça das pessoas, mas não só, os pesquisadores queriam desenvolver uma metodologia de testes de segurança e fazer recomendações à FAA (Administração de Aviação Federal norte-americana) para a elaboração de regras. O presente estudo abrangente é o único baseado em ciências do gênero no mundo.

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Perigos de uma colisão

A Assure descobriu que os drones menores, em geral fabricados com plástico, são flexíveis e bastante possuem muita elasticidade. Segundo o pesquisador da Universidade David Arterburn, ao contrário do senso comum, eles tendem a absorver uma quantidade significativa da energia de impacto. “Um equívoco comum é que todo drone é uma rocha, então quando ele atinge você, vai te machucar como uma rocha; tanto a construção quanto a energia têm um papel na definição do potencial de ferimentos”, desmistificou Arterburn.

No total, foram 512 testes de impacto e simulações utilizando 16 veículos diferentes, incluindo drones populares (Phantom da DJI e o Mavic Pro) e vários objetos e cargas úteis, como baterias e blocos de madeira (em média pesando de 300 gramas a 6 kg). Todos os testes de impacto antropomórfico e simplificado de cabeça e pescoço foram realizados, assim como testes de impacto com substituto cadáver.

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A razão pela qual os vídeos do estudo se parecem com testes de colisões de automóveis é explicado, um dos objetivos da Assure é adaptar a metodologia comprovada ao voo comercial de drones. Em conjunto como as recomendações feitas à FAA, a organização também está buscando padrões globais de segurança.

Os ferimentos mais comuns foram lacerações, cortes e contusões. Arteburn disse que a ciência inexata das concussões impediu uma avaliação mais precisa do risco desse tipo de lesão. Houve apenas um incidente de lesões oculares graves, embora Assure reconheça que as lâminas rotativas em drones quad-copter onipresentes levarão a lesões oculares. Entre suas recomendações para a FAA, estão os protetores de rotor/lâmina para esses drones e o desenvolvimento de procedimentos de mitigação médica.

No geral, os resultados mostram que as fatalidades exigiram um grande impacto. Um tamanho de amostra maior do mundo real pode mudar a equação, mas as indicações são de que a morte acidental por drone deve ser bastante rara. O mais perigoso era ser atingido pelo veículo entre os braços do rotor, com o impacto contundente do corpo do drone causando o dano. Drones tendem a cair quando o controle é perdido e ser atingido por um drone de cabeça para baixo causou mais danos também.

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A conclusao é que a orientação é importante, juntamente com a velocidade e o peso, o que ajudará a ilustrar as regras para drones sobrevoando multidões de pessoas – uma necessidade absoluta se a indústria de drones de consumo tiver alguma esperança de crescimento.

Mudanças no mercado de drones

Não é apenas o público que é curioso sobre a gravidade das colisões entre drones e humanos. Fabricantes de drones também estão bastante interessadas na questão. “As empresas estão realmente respondendo ao fato de que agora têm padrões claros e metodologia para testes que podem levar a mudanças de projeto que podem ser feitas para melhorar a segurança de seus produtos para o público”, explica Arterburn.

Com a popularidade das entregas realizadas por drones em ambientes urbanos e suburbanos, a indústria e as regras que regem esses veículos não tripulados afetarão diretamente às empresas. As informações obtidas no relatório da Assure já afetam diretamente o design de pequenos drones. Até recentemente, velocidade e carga eram os principais ‘ditadores’ do design – agora, a segurança parece estar tomando primazia.

Regulamentos que regem o tipo de cargas, pesos e configurações que os drones de entrega podem carregar parecem muito prováveis. O uso potencial de pára-quedas de drones pode reduzir o risco, mas muito mais testes em condições menos controladas serão necessários.

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Uma das principais descobertas dos testes do estudo foi que as cargas úteis dos drones tendem a ter uma construção mais rígida e mais massa, aumentando o potencial da lesão.

Via: Popular Mechanics

Fonte: IG Tecnologia
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Novo iPhone terá três câmeras e será lançado em setembro, diz site

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IstoÉ Dinheiro

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CEO da Apple, Tim Cook vai apresentar as novidades da empresa em evento marcado para setembro

A Apple está planejando o lançamento de um novo pacote de novidades, incluindo três modelos de iPhone e novas versões do iPad, MacBook e Apple Watch.

Cabo ‘pirata’ caseiro da Apple é capaz de hackear computadores; conheça

As informações são do site de notícias Bloomberg.com. O evento de apresentação dos novos produtos deve ocorrer até o fim de setembro . Logo depois, os lançamentos chegam às lojas para garantir o faturamento do último trimestre do ano.

Devem ser apresentados três modelos de iPhone, como vem sendo feito desde 2017. Os modelos chegarão para substituir as versões XS, XS Max e XR. A principal mudança será no sistema de câmera na parte de trás, com a adição de um terceiro sensor para capturar fotos e vídeos ultra-angulares.

A câmera extra permitirá que os usuários diminuam o zoom e capturem um campo de visão maior. Os modelos também terão um novo software de inteligência artificial para corrigir automaticamente as imagens.

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Apple oferece US$ 1 milhão para quem conseguir hackear iPhone

A Apple também atualizou o sistema de identificação para desbloquear o aparelho de forma mais eficaz, inclusive quando ele estiver em uma superfície plana. Os novos modelos de iPhone também devem ser mais resistentes à água e poderão ficar submersos por até 30 minutos.

Segundo a Bloomberg, a parte frontal não deve sofrer muitas alterações e o tamanho dos aparelhos será igual aos da última geração. Todos os novos iPhones terão processadores A13 mais rápidos, com um novo componente no chip para lidar com algumas tarefas pesadas.

A reportagem também cita prováveis atualizações para dos principais acessórios de áudio da Apple, incluindo AirPods e o HomePod. 

Como a Apple está se preparando para lançar seus serviços de assinatura de vídeo  Apple TV +  e de games com o  Apple Arcade , novidades nessas áreas são esperadas em setembro.

Fonte: IG Tecnologia
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