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Fabinho elogia gestão de Lucimar, vê quadro sucessório indefinido e sinaliza desejo em disputar a prefeitura em VG

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Presidente da Câmara ainda não definiu se buscará a reeleição ou tentará a majoritária [F- reprodução TV Cuiabá]

O presidente da Câmara de Vereadores de Várzea Grande, Fábio Tardin (DEM), vê atualmente um quadro nivelado entre os pretensos candidatos a prefeito da cidade nas eleições de 2020. Segundo ele, se pudesse disputar a reeleição, a prefeita Lucimar Sacre de Campos garantiria mais um mandato no município.

“O quadro está nivelado e a prefeita não pode ser reeleita. Se pudesse ser candidata, com a aprovação que tem, seria reeleita, com certeza, até por conta do excelente trabalho que vem fazendo na cidade”, disse. Tardin foi o entrevistado do programa Comando Geral, da TV Cuiabá, 47.1, ancorado pelo jornalista Maksuês Leite.

Conforme Tardin, vários pré-candidatos já demonstraram interesse na disputa, entre eles, o vereador Chico Curvo, o vice-prefeito José Aderson Hazama, Kalil Baracat, o secretário Silvio Fidelis, empresário Flávio Vargas e o coronel Zilmar. “O quadro está se desenhando em Várzea Grande, mas ainda é cedo para falar em nomes”, disse.

O presidente da Câmara de Vereadores também falou na possibilidade de uma candidatura, pela oposição, do ex-vereador Wallace Guimarães. “Uma pesquisa recente colocou o ex-prefeito em boa situação, por conta disso, qualquer um fica assanhado. Não vi a pesquisa, escutei na rádio peão. Mas não podemos desprezar o dr. Wallace, já foi deputado, vereador, presidente da Câmara e prefeito. Está habilitado para a disputa. Eu entendo que qualquer um que pode votar, pode ser votado”, opinou.

Segundo Fábio Tardin, Várzea Grande tem atualmente um legislativo diferente. “A Câmara é totalmente diferente hoje. Várzea Grande avançou muito. A prefeita avançou, a cidade hoje é outra, claro que ainda tem muito para se fazer, mas está avançando. Hoje o servidor e o fornecedor recebem em dia. Inclusive, é uma guerra para pegar obra no município porque o empresário quer fazer e receber, o que é justo”.

Sobre sua pretensão para 2020, Tardin disse que pretende buscar a reeleição de vereador. “Naturalmente eu sou candidato a vereador, à reeleição. Também posso não ser candidato a nada. Se o povo entender que eu devo sair para prefeito, não vou fugir da luta. Estamos mudando a imagem negativa da Câmara. Eu vou deixar uma Câmara equilibrada, totalmente diferente para o meu sucessor.

 

 

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PL amplia alíquota de ICMS para compra de armas de fogo em Mato Grosso

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PL de Valdir Barranco prevê aumento ICMS para aquisição de armas por CACs

Foto: Ronaldo Mazza

Está tramitando na Assembleia Legislativa o PL 817/2020, de autoria do deputado Valdir Barranco (PT), que prevê aumento no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para aquisição de armas de fogo e munição por colecionadores, atiradores esportivos e caçadores (CACs) em Mato Grosso. A alíquota hoje é de 35%. Se a lei for aprovada, passará a 50%. O aumento não se aplica às forças armadas, ao sistema penitenciário ou a órgãos de segurança pública da União, do estado e de seus municípios.

De autoria do deputado estadual Valdir Barranco (PT), o projeto nasce depois da morte da adolescente Isabele Ramos Guimarães, de 14 anos, por um tiro no rosto disparado por outra adolescente, na capital do estado. Tanto a menor que atirou como seus pais e os dois irmãos eram praticantes de tiro esportivo. O crime, ocorrido no dia 12 de julho deste ano, foi notícia nacional.

Segundo o parlamentar, “a proposta representa uma importante luta em favor da redução dos índices de violência no estado.” “A proposta está adequada ao princípio da anterioridade e da seletividade, consagrado em sede constitucional.”

O PL apresenta dados de 2017 que mostram o aumento de número de mortes de jovens envolvendo armas de fogo. Naquele ano, 35.789 pessoas morreram em todo o país vítimas do uso de arma de fogo. Taxa de 69,9 homicídios para cada 100 mil jovens. Em Mato Grosso, 432 jovens com idade entre 15 a 29 anos foram mortos.

“A restrição tributária ao comércio de armas de fogo e munição traduz, portanto, expressiva conquista da dignidade humana e da cidadania e certamente terá significativos reflexos na esperada redução do número de mortes provocadas pela compra indiscriminada de armas e munição”, justifica o parlamentar em seu projeto de lei.

Fonte: ALMT

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João Batista defende a cautela permanente de arma de fogo para os policiais penais

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Deputado João Batista comentou em sessão plenária veto ao seu projeto de lei

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Após a publicação do veto ao Projeto de Lei nº 226/2019, que dispõe sobre a concessão de cautela permanente de arma de fogo aos agentes penitenciários, o deputado estadual João Batista do Sindspen (Pros) usou a tribuna, nesta terça-feira (29), para chamar a atenção sobre o tema. O veto do governador Mauro Mendes foi publicado no Diário Oficial da última segunda-feira.

Batista abriu a defesa falando sobre o parecer contrário da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária ao Projeto de Lei nº 201/2019, de autoria do deputado Delegado Claudinei (PSL), no qual concede a isenção de ICMS na aquisição de armas de fogo, munição e colete balísticos pelos integrantes dos órgãos da Segurança Pública (Polícia Militar, Polícia Civil, Bombeiro Militar e Polícia Penal).

“Sou integrante da Segurança Pública de Mato Grosso, por isso digo que irei votar contra este parecer. O assunto ‘isenção fiscal’ é um tema muito complexo para ser debatido dentro do Parlamento. Por exemplo, podemos conceder incentivos fiscais para grandes empresas, mas não podemos ajudar o agente de segurança a estar devidamente paramentado?”, indagou o deputado.

Na oportunidade, João Batista comentou sobre o veto ao seu Projeto de Lei nº 226/2019, no qual foi apontado como “vício de iniciativa”, quando não cabe aos deputados estaduais legislar sobre determinado tema.

“O que é vício de iniciativa e o que não é? Acredito que devemos criar uma frente no Parlamento para podermos debater temas como este com o governador. Tenho alguns projetos que consegui emplacar junto ao Poder Executivo, evitando assim o vício de iniciava. Acredito que em projetos como os de autoria do Delegado Claudinei, assim como o meu projeto de cautela permanente, pode ser encaminhado para a Assembleia por meio do governo do estado. Só não podemos deixar nossos irmãos e irmãs de farda desprotegidos e à mercê da criminalidade”, finalizou João Batista.

Fonte: ALMT

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