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Esportes

Copa Verde: ‘Expressinho’ do Cuiabá despacha Iporá-GO nos pênalis e pega Costa Rica-MS, que eliminou Sinop

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JORGE MACIEL

Foi sofrido, mas os reservas do Cuiabá conseguiram a classificação para as quartas de final da Copa Verde ao eliminarem o Iporá nos pênaltis depois de perderem por 1 a 0 no tempo normal, em jogo realizado na Arena Pantanal.

Na partida de ida, realizada em Iporá, o Cuiabá havia vencido por 2 a 1. Como gol fora de casa não é critério de desempate, a decisão foi para os pênaltis. Classificado, o Dourado vai encarar o Costa Rica-MS nas quartas de final.

Precisando de uma vitória simples para levar a decisão para os pênaltis, o Iporá não se intimidou de jogar fora de casa e partiu para cima do Cuiabá. Logo aos dez minutos, Mirandinha chutou cruzado e Paulo Henrique defendeu. No rebote, Neverton finalizou e o goleiro mais uma vez salvou o Dourado. A bola ainda bateu no travessão.

Os donos da casa tentaram equilibrar a partida depois do susto inicial, mas quem quase abriu o placar novamente foi o Iporá. Aos 35 minutos, Wellington ficou com a sobra e passou para Danilo soltar a bomba. Paulo Henrique estava atento e fez grande defesa.

O Cuiabá voltou mais ligado do intervalo e criou duas boas chances. Aos três, Hugo Cabral recebeu cruzamento de Jean Patrick e desviou. Weverton defendeu e viu a bola ainda bater no travessão antes de sair. Na sequência, Marino cabeceou com perigo.

Quando o Dourado estava melhor, o Iporá abriu o placar aos 35 minutos. Neverton recebeu dentro da área, cortou Ednei e soltou a bomba. A decisão acabou indo para os pênaltis com a vitória magra do time goiano. O Cuiabá venceu por 6 a 5.

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Esportes

Guarani vence Botafogo-SP e soma os três primeiros pontos na Série B

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O Guarani conquistou a primeira vitória na Série B do Campeonato Brasileiro. Com o gol marcado por Júnior Todinho, aos 37 minutos do primeiro tempo, Bugre superou o Botafogo-SP, sob uma temperatura de 33ºC em Ribeirão Preto.

A partida foi bastante movimentada no primeiro tempo. O Botafogo de Ribeirão Preto (SP) começou o jogo partindo para o ataque e chegou com perigo em uma cabeçada de Wellington Tanque, aos 15 minutos, após cobrança de escanteio pela esquerda. Aos 21 minutos, foi a vez de Gabriel Calabres quase marcar. Ele chutou de perna direita de fora da área, obrigando Paulino a fazer uma linda defesa e salvar o Guarani.

Apesar das chances criadas pelo time da casa, o Bugre tinha a posse de bola, mas não conseguia assustar o Botafogo. Aparentemente ansioso pela necessidade da primeira vitória, o time visitante se atrapalhava em lances simples. A angústia demorou até os 37 minutos, quando o zagueiro Didi encontrou Júnior Todinho dentro da área. O atacante dominou, cortou para o meio e finalizou com precisão, no canto direito do goleiro Darley.

O Botafogo não desistiu. Aos 41 minutos da primeira etapa, Calabres tentou o cruzamento, mas foi interceptado por um toque no braço de Deivid. A arbitragem não marcou pênalti. Os jogadores do Pantera e, principalmente, o técnico Claudinei Oliveira, reclamaram muito.

Ouça na Rádio Nacional

O segundo tempo começou com o Guarani perdendo duas boas chances em um intervalo de apenas dois minutos, com o atacante Waguininho. O domínio do Bugre começou a ser ameaçado a partir dos 23 minutos. Júnior Todinho deu um tapa em Jordan e acabou recebendo o cartão vermelho.

Com um jogador a mais, o Pantera pressionou de todas as maneiras, chegou a acertar a trave e tentou o gol de empate até o último minuto, mas o Guarani segurou o resultado. Na próxima rodada, o Botafogo enfrenta o Avaí, na  próxima terça-feira (18),  às 19h15 (horário de Brasília), na Ressacada. No mesmo dia, o Bugre recebe o Paraná, às 21h30.

O adversário do Guarani na quarta rodada da Série B está invicto, com um empate e duas vitórias consecutivas. A última foi sobre o Juventude, de virada, por 3 a 1, na noite sexta-feira (14).

Mesmo atuando fora de casa, a equipe gaúcha abriu o placar logo aos 19 minutos de jogo. Após sofrer o gol, o Tricolor acordou e conseguiu a virada ainda no primeiro tempo com dois gols do atacante Andrey. O primeiro aos 39 minutos, e o segundo no último lance, aos 45 minutos. Na etapa complementar, o Paraná foi melhor e garantiu a vitória com o gol de Bruno Gomes, aos 31 minutos.  Com o resultado, o Paraná assumiu a liderança da Série B, com 7 pontos. O Juventude perdeu os 100% de aproveitamento e permanece com 6 pontos.

Ainda na sexta-feira (14), América-MG e Operário-PR empataram em 1 a 1, no Independência. No Moisés Lucarelli, Ponte Preta e Vitória fizeram um jogo emocionante, mas ficaram no 3 a 3.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Esportes

Medalhistas paralímpicos são eternizados em Cidade das Artes Marciais

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Os judocas paralímpicos Wilians Araújo e Karla Cardoso tiveram seus nomes eternizados na Cidade das Artes Marciais, inaugurada esta semana em Jacarepaguá, zona oeste do Rio de Janeiro (RJ). Ele faturou a medalha de prata, na categoria até 100 quilos, nas Paralimpíadas Rio 2016; já ela subiu duas vezes ao pódio, na categoria até 48 kg, com duas pratas: uma nos Jogos de Atenas (2004) e outra em Pequim (2008).

“Cerimônia muito emocionante. Já tenho meu nome na Calçada da Fama e em uma placa gravada no dojo [local dos treinos] do Flamengo. Mas estar aqui, sendo homenageada ao lado de todas essas pessoas tão importantes no esporte, é muito marcante”, afirmou Karla à Agência Brasil

O companheiro de tatame também disse que ficou comovido com a homenagem. “Emocionante estar lá com a minha família, os meus senseis, a Karla, alguns amigos. Momento único. Nós vamos passar. Não estaremos mais aqui na Terra, e, mesmo assim, todo mundo vai saber quem foi Wilians Araújo. Isso dá mais força e mais energia”, revelou Wilians..

Foto do perfil de cbdvoficial  cbdvoficial  Nesta quarta (12), nossos judocas @karlafcjudo e @wilians_araujo_judo foram homenageados, no Rio.Foto do perfil de cbdvoficial  cbdvoficial  Nesta quarta (12), nossos judocas @karlafcjudo e @wilians_araujo_judo foram homenageados, no Rio.

De gerações diferentes, os medalhistas Karla Cardoso e Wilians Araújo, tiveram seus nomes eternizados na calçada da fama da Cidade das Artes Marciais, no Rio – – Instagram/Perfil de cbdvoficial

Os dois são de “gerações diferentes”, mas isso não impede que sejam amigos. “Treinamos juntos. Ele é um cara muito legal. Receber a homenagem junto com ele torna o momento ainda mais especial”, disse Karla, de 38 anos, que já esteve em quatro Paralimpíadas. “Ela tem dez anos a mais do que eu. E uma história espetacular. Atleta top em nível mundial. Gratificante estar com ela e ser amigo dela também”, devolveu o judoca.

Karla Cardoso é uma das pioneiras da modalidade e disputa as competições na classe B3 (lutadores que conseguem definir imagens). Ela nasceu com deficiência visual e começou no esporte aos 12 anos, por influência do irmão mais velho. “Claro que aquelas medalhas paralímpicas foram especiais demais. Mas teve uma conquista que eu guardo também com muito carinho. A medalha de ouro nos Jogos Mundiais de 2003. A primeira vez que eu ouvi o hino do Brasil no pódio. Uma emoção bem diferente”, recorda a atleta. 

placa na calçada da fama do judô, na Cidade das Artes Marciais, em Jacarepaguá (RJ)placa na calçada da fama do judô, na Cidade das Artes Marciais, em Jacarepaguá (RJ)

Placa em homenagem à judoca Karla Cardoso, que faturou duas pratas: uma nos Jogos Paralímpicos de Atenas (2004) e outra em Pequim (2008) – Karla Cardoso/Arquivo Pessoal

O paraibano Wilians Araújo, de 28 anos, perdeu a visão aos 10, em um acidente com tiro de espingarda. Ele participa dos torneios na classe B1 (cegos totais). Durante as categorias de base, Wilians chegou a praticar goalball, natação e futebol de cinco, mas se encontrou mesmo foi no judô. Além da medalha na Rio 2016, o atleta conquistou o 5º lugar nos Jogos de Londres (2012). No judô paralímpico, independentemente da classe funcional dos judocas, todos participam juntos das competições.

A Cidade das Artes Marciais, onde está a calçada da fama do judô, é um complexo com 12 praças, cada uma homenageia um grande mestre. No judô, além da dupla Karla e Wilians, foram homenageados Rosicleia Campos, ex-atleta olímpica e atual coordenadora do judô feminino na Confederação Brasileira de Judô (CBJ); Jucinei Costa, técnico da seleção paralímpica em 2004 e 2008; o sensei Geraldo Bernardes; o medalhista Flávio Canto (Atenas-2004);  e os campeões olímpicos Aurélio Miguel (Seul-1988), Rogério Sampaio (Barcelona-1992), Sarah Menezes (Londres-2012) e Rafaela Silva (Rio 2016).

Cidade das Artes Marciais, calçada da fama do judô, RJCidade das Artes Marciais, calçada da fama do judô, RJ

Cidade das Artes Marciais, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio, abrange 12 praças, cada uma homenageia um mestre – Edvaldo Reis/Prefeitura do Rio/Direitos Reservados

Tóquio 2021

Até o fechamento do ranking classificatório para a Paralimpíada de Tóquio (Japão) – transferidas para o período de 24 de agosto e 5 de setembro de ano que vem – ocorrerão duas competições, uma abril e outra em maio. Os campeões ganharão  210 pontos, mais a pontuação decorrente das vitórias em cada uma das lutas. 

Karla Cardoso, atualmente na 12ª posição no ranking mundial na categoria até 52 kg, está a 130 pontos da “zona de classificação”, e está perto de carimbar o passaporte para sua quinta paralimpíada.

O judoca Willians Araújo, 8º colocado na categoria acima de 100kg,  também tem a classificação muito bem encaminhada.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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