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Internacional

Explosão no Líbano: entenda o antes e o depois do país

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Explosão do Líbano: o convidado para live será Murilo Bon Meihy, professor de História Contemporânea da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e mestre em Estudos Árabes e Islâmicos

Na próxima quinta-feira (13) às 17h, o iG transmitirá uma entrevista ao vivo sobre a  explosão no Líbano, suas causas e consequências. O entrevistado será Murilo Bon Meihy, professor de História Contemporânea da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e mestre em Estudos Árabes e Islâmicos pela Universidade Autónoma de Madrid. A live acontecerá no Instagram @portal_ig .

Depois da explosão no porto de  Beirute no último dia 4, quando ainda não havia muitas informações ou análises sobre o fato, o professor fez um post no Facebook citando dez fatores que geraram a tragédia. 

10 culpados pela explosão no porto de Beirute, no Líbano. 1. O Líbano vive uma crise econômica sem precedentes:…

Posted by Murilo Bon Meihy on  Tuesday, August 4, 2020


Fonte: IG Mundo

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Internacional

Policiais apreendem 160 kg de maconha, entregam só 1 kg e vendem o restante

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Os policiais suspensos teriam reportado apenas 1 kg de contrabando e vendido o restante


Quatro policiais, incluindo dois subinspetores e dois chefes de polícia, foram suspensos depois de terem relatado, erroneamente, a quantidade de maconha apreendida de um traficante de drogas durante uma operação no início deste mês, de Delhi, na Índia.


Autoridades de segurança indianas disseram que a operação foi conduzida por uma equipe da delegacia de Jahangirpuri, durante a qual aproximadamente 160 kg de maconha foram apreendidos. No entanto, apenas um quilo da droga foi entregue pelos agentes.

Os outros 159 quilos foram divididos entre eles, que venderam boa parte do entorpecente . Além disso, eles teriam liberado o traficante após receberem suborno. 

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Conflitos entre Armênia e Azerbaidjão ameaçam estabilidade no Cáucaso

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Confrontos entre a Armênia e o Azerbaidjão eclodiram neste domingo (27) sobre a volátil região de Nagorno-Karabakh, reacendendo preocupações com a instabilidade na Região Sul do Cáucaso, corredor de dutos que transportam petróleo e gás para os mercados mundiais.

Houve relatos de mortes em ambos os lados, que travaram uma guerra na década de 1990. A Armênia e Nagorno-Karabakh, uma região separatista que fica dentro do Azerbaijão, mas é governada por armênios étnicos, declararam lei marcial e mobilizaram suas populações masculinas.

A Armênia disse que o Azerbaidjão realizou um ataque aéreo e de artilharia Nagorno-Karabakh. O Azerbaidjão disse que respondeu ao bombardeio armênio e que tomou o controle de até sete vilas, o que Nagorno-Karabakh negou.

Os confrontos provocaram uma onda de movimentos diplomáticos buscando evitar um novo aquecimento do conflito de décadas entre a Armênia, de maioria cristã, e o Azerbaidjão, principalmente muçulmano, com a Rússia pedindo um cessar-fogo imediato e o papa Francisco liderando os apelos por negociações.

Dutos que transportam petróleo e gás natural do Mar Cáspio do Azerbaijão para o mundo passam perto de Nagorno-Karabakh. A Armênia também alertou sobre os riscos à segurança no sul do Cáucaso em julho, depois que o Azerbaidjão ameaçou atacar a usina nuclear da Armênia como possível retaliação.

Nagorno-Karabakh se separou do Azerbaidjão em um conflito que eclodiu com o colapso da União Soviética em 1991.

Embora um cessar-fogo tenha sido acordado em 1994, depois que milhares de pessoas foram mortas e muitas outras deslocadas, o Azerbaidjão e a Armênia freqüentemente se acusam de ataques em torno de Nagorno-Karabakh e ao longo da fronteira azeri-armênia.

Nos confrontos deste domingo, ativistas da direita armênia disseram que uma mulher e uma criança de etnia armênia foram mortas. O Azerbaidjão relatou a morte de um número não especificado de civis. Nagorno-Karabakh negou uma notícia segundo a qual 10 de seus militares foram mortos.

A Armênia disse que as forças azeris atacaram alvos civis, incluindo a capital de Nagorno-Karabakh, Stepanakert, e prometeu uma “resposta proporcional”.

“Permanecemos fortes ao lado de nosso exército para proteger nossa pátria mãe da invasão azeri”, escreveu o primeiro-ministro armênio Nikol Pashinyan no Twitter.

O Azerbaidjão negou uma declaração do Ministério da Defesa da Armênia afirmando que helicópteros e tanques azeris foram destruídos e acusou as forças armênias de lançarem ataques “deliberados e direcionados” ao longo da linha de frente.

“Defendemos nosso território, nossa causa é justa!” disse o presidente do Azerbaidjão, Ilham Aliyev, em um discurso à nação.

Diplomacia internacional

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, cujo país atuou como mediador entre as ex-repúblicas soviéticas da Armênia e do Azerbaidjão, falou por telefone com os ministros das Relações Exteriores da Armênia, Azerbaidjão e Turquia.

A Turquia disse que a Armênia deve cessar imediatamente o que diz ser hostilidade ao Azerbaidjão, uma vez que isso “jogará a região no fogo”. O presidente turco, Tayyip Erdogan, disse no Twitter que Ankara continuará a mostrar solidariedade ao Azerbaidjão.

Erdogan exortou o povo armênio a “assumir o controle de seu futuro contra sua liderança que os está arrastando para a catástrofe e aqueles que os usam como fantoches”.

A França também exortou as partes a encerrarem as hostilidades e reiniciarem imediatamente o diálogo.

O Papa apelou à Armênia e ao Azerbaidjão para que resolvam suas diferenças por meio de negociações, dizendo que estava orando pela paz.

Pelo menos 200 pessoas foram mortas em um recente reaquecimento do conflito entre a Armênia e o Azerbaidjão, em abril de 2016. Mas há tensões frequentes e pelo menos 16 morreram em confrontos em julho.

*Reportagem adicional de Tuvan Gumrukcu, em Ankara

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