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Política MT

Ex-senador avalia a pré-candidatura de Túlio Fontes como a única viável de vencer as eleições na região Oeste

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Ex-senador e forte articulador político, Paes de Barros disse que a população precisa ter consciência e escolher quem de fato tem capacidade de representar a região em Brasília

O ex-senador Antero Paes de Barros, um dos principais influenciadores políticos de Mato Grosso, vê Túlio Fontes (PSB) como o único, entre os atuais pré-candidatos a deputado federal da região de Cáceres, com potencial de vitória na eleição deste ano.
Antero esteve no município ontem (29), acompanhando a partida de futebol entre Mixto e Cáceres, no Estádio Municipal Luiz Geraldo da Silva, o “Geraldão”, pelo campeonato mato-grossense.
“Pelo que eu tenho acompanhado das movimentações políticas da região, Túlio é o único entre os atuais pré-candidatos a deputado federal com condições de fazer votação e alcançar o coeficiente eleitoral necessário para se eleger. Até tem outros nomes, mas não tiveram habilidade para compor uma chapa viável”, avaliou o ex-senador.
Antero foi enfático ao dizer que a população precisa se atentar às chances de representatividade regional na hora de escolher seu candidato à Câmara Federal. “Cáceres precisa ter essa consciência. O que é que melhor: votar em alguém que é daqui ou em alguém que é de fora? É claro que é em alguém da região! Mas tem que escolher aquele que tem condições de fazer o número de votos necessários para ser eleito. E Túlio é essa pessoa”, frisou.

PARCERIA

O ex-prefeito Túlio Fontes destacou ainda a importante parceria construída ao longo de anos com o ex-senador Antero Paes de Barros. “Foi por meio de uma emenda, no valor de R$ 500 mil reais, destinada por Antero, quando eu fui prefeito no meu primeiro mandato, que conseguimos construir as arquibancadas de concreto do Geraldão e torná-lo um dos principais estádios da região”.
Antero reforçou que a obra só foi possível porque Túlio, como prefeito à época, foi atrás. “Essa é a diferença quando se tem representantes que conhecem de perto as necessidades e a realidade da população”, destacou.

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Política MT

CCJR realiza primeira audiência para discutir Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias

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A segunda audiência pública sobre a proposta está marcada para 10 de agosto e será conduzida pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso, por meio da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), promoveu audiência pública para discutir o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para o ano de 2023 (PLDO-573/2022), na tarde desta quarta-feira (6). Participaram representantes da Federação das Indústrias (Fiemt), sindicatos, Defensoria Pública, Ministério Público, Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) e Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz/MT).

O secretário-adjunto de Orçamento Estadual da Sefaz/MT, Ricardo Capistrano, apresentou a estrutura da proposta elaborada pelo governo e aspectos legais e constitucionais do texto. O PLDO 2023 possui 14 capítulos, anexos, adendos e traz informações sobre renúncia fiscal, prioridades da administração pública para o próximo ano e também metas e riscos fiscais.

Representantes sindicais do funcionalismo público estadual estiveram presentes e cobraram a realização de concursos públicos, pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) e mais investimentos nos serviços públicos e no combate à desigualdade social. Também houve muitos questionamentos ao valor projetado para renúncia fiscais, de quase R$ 10 bilhões. 

O PLDO é um instrumento que norteia a elaboração do Projeto de Lei Orçamentária Anual – 2023, que deve ser encaminhado à Assembleia Legislativa até 30/9/2022. Já o PLDO-2023 foi lido em Plenário na sessão ordinária do dia 1 de junho de 2022. A primeira votação da matéria está prevista para a próxima semana. 

A segunda audiência pública sobre a proposta está marcada para 10 de agosto e será conduzida pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária. O prazo para apresentação de emendas parlamentares ao texto vai até o dia 9 de setembro.

Fonte: ALMT

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Financiamentos de shows nacionais com dinheiro público entram na mira do MP e Assembleia Legislativa

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Deputado convida PGJ a participar de reunião e audiência pública na AL

Ao ser convidado pelo deputado Gilberto Catanni (PL) para participar nesta quinta-feira (7), na Assembleia Legislativa, de dois eventos organizados pelo parlamentar, um sobre o funcionamento das casas terapêuticas de atendimento a dependentes de drogas no estado, e outro sobre a necessidade de uma regulamentação da destinação de recursos públicos para financiar shows musicais e outros eventos artísticos, o procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges Pereira se comprometeu a enviar representantes do MPMT, dada a importância dos temas a serem abordados.

O procurador não poderá estar presente porque viaja nesta quinta-feira para Rondonópolis, onde participará, na sexta-feira, da inauguração da nova sede das Promotorias de Justiça do município.

Pela manhã, na Assembleia Legislativa, será realizada uma reunião para tratar das casas terapêuticas, enquanto à tarde ocorrerá uma audiência pública sobre a destinação de recursos estaduais e municipais a eventos culturais.Reunidos no Gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça, o procurador-geral e o deputado trocaram ideias e opiniões, ambos concordando com a necessidade de se aprofundar o debate sobre os dois assuntos.

O procurador-geral José Antônio Borges Pereira, que recentemente orientou os promotores que atuam na área da probidade administrativa a acompanhar e, se necessário, investigar possíveis irregularidades na destinação de verbas por prefeituras municipais para financiar eventos culturais, disse não ser contra o incentivo do poder público ao setor cultural.

“Não sou contra o poder público apoiar financeiramente eventos culturais, ao contrário, mas desde que sejam priorizados eventos de artistas e produtores culturais do nosso estado, que precisam de apoio, e, por outro lado, que a destinação das verbas seja proporcional à capacidade financeira de cada município. O que não podemos aceitar é o município destinar valores acima da sua capacidade financeira, comprometendo, inclusive, o custeio e os investimentos que precisam ser feitos em áreas essenciais, como saúde e educação”.

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