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Internacional

Ex-secretário de João Paulo II é citado em escândalo de abusos contra menores

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Vaticano
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Vaticano se vê envolvido em novo escândalo de pedofilia

Em mais um episódio do escândalo de abusos sexuais de menores na Polônia, uma vítima dos crimes acusou o histórico secretário do papa João Paulo II, cardeal Stanislaw Dziwisz, de ignorar denúncias feitas por ele.

Piotr Szelag, advogado de Janusz Szymik, vítima por muitos anos do padre Jan Wodniak, afirmou que seu cliente enviou cartas em 2012 para o cardeal que, naquele momento, era bispo da Diocese de Cracóvia, sobre os crimes sofridos por ele entre 1984 e 1989.

“Mesmo que em 2012 ele não tivesse nenhuma obrigação legal como bispo, o cardeal Dziwisz poderia ter denunciado o caso todo ao Vaticano, mas não fez isso”, acusou Szelag.

Após a veiculação da entrevista, o cardeal afirmou que “não lembra ter recebido nenhum documento ” sobre o caso naquele ano.

Lamentando o “enorme dano causado ao senhor Janusz Szymik”, o religioso ainda disse que “episódios do tipo não deveriam jamais acontecer”.

“Além disso, depois de ter feito o controle dos registros relativos [ao caso] na Cúria, não apareceu rastro de correspondências de ninguém para mim sobre esse caso”, acrescentou Dziwisz. Porém, por ter “vontade de cooperar plenamente” no escândalo, o cardeal informou que quer aprofundar as denúncias e criou uma comissão independente para investigá-las.

As denúncias de pedofilia por parte de sacerdotes na Polônia vêm sendo apresentadas há anos e voltaram a ganhar força no ano passado com a publicação de um documentário sobre os relatos de abusos sexuais. O documentarista Tomasz Sekielski voltou a publicar um filme sobre o tema em maio deste ano.

Por conta disso, o arcebispo de Gniezno, Wojciech Polak, pediu à época que o Vaticano abrisse uma investigação formal sobre as denúncias.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Canadá: incidente deixa 39 funcionários da Vale presos em mina

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Vale no Canadá
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Vale no Canadá



A Vale informou que 39 funcionários canadenses que estão presos desde domingo após um incidente em uma mina na cidade de Sudbury, em Ontário, no Canadá, estão bem e que espera que a operação de resgate, que já foi iniciada, termine na noite desta segunda-feira.

“Todos estão seguros, com acesso a água, alimentos e remédios”, disse a empresa em nota. “Os empregados sairão por meio de um sistema de escada de saída secundária com o apoio da equipe de resgate da empresa.”

De acordo com a mineradora, os funcionários ficaram presos depois que “uma pá escavadeira que estava sendo transportada no acesso à mina subterrânea se desprendeu, bloqueando o shaft (poço) e, com isso, indisponibilizando o meio de transporte dos empregados”.

No momento do ocorrido, na tarde de domingo, os funcionários estavam no subsolo e foram imediatamente para os postos de refúgio. A Vale ainda acrescentou que está se comunicando frequentemente com os funcionários desde o incidente. De acordo com o jornal Toronto Star, os funcionários estariam entre 900 e 1.200 metros de profundidade.


Os funcionários sairão do local por meio de um “sistema de escada de saída secundária”, com ajuda da equipe de resgate da empresa, disse a mineradora. As ações da Vale no Brasil caíram após a notícia do incidente.

Pascal Boucher, coordenador em Sudbury do sindicato Metalúrgicos Unidos, disse que os funcionários conseguiram fazer ligações do poço da mina, tanto para se comunicar com as equipes de resgate quanto para ligar para parentes.

“Embora estejam um pouco entediados e não haja nada para fazer, eles estão indo muito bem”, disse Boucher ao Toronto Star.

O governador de Ontário, Doug Ford, disse no Twitter que “nossos pensamentos estão com os 39 mineiros presos no subsolo em Sudbury”.

“Entendemos que esse resgate levará algum tempo e estamos muito aliviados em saber que os mineiros não estão feridos”, escreveu Ford.

Nos primeiros seis meses de 2021, a Totten produziu 3.600 toneladas métricas de níquel — cerca de 4% do total da empresa. A produção está suspensa e a Vale avalia as medidas necessárias para retomar a produção.

A Vale herdou as instalações da Totten, então inativas e cheias de água, em 2006, quando a empresa brasileira adquiriu da mineradora Inco. A Vale gastou cerca de US$ 700 milhões para colocar a mina, que produz cobre, níquel e metais preciosos, em produção em 2014. São cerca de 200 pessoas empregadas na mina, segundo o jornal Globe and Mail.

Kalem McSween, porta-voz do Ministério do Trabalho, Treinamento e Desenvolvimento de Habilidades de Ontário, disse em um e-mail ao Toronto Star que uma equipe de inspeção investigará o incidente assim que a operação de resgate for concluída.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

“Xamã” é presa por incendiar floresta ao tentar ferver urina de urso para beber

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Alexandra Souverneva, 30 anos, presa por incêndio florestal
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Alexandra Souverneva, 30 anos, presa por incêndio florestal

Uma mulher foi presa no estado da Califórnia, nos Estados Unidos, por iniciar um incêndio florestal após acender uma fogueira em que ferveria urina de urso para beber. A queimada, iniciada por Alexandra Souverneva, de 30 anos,que se “xamã”, atingiu mais de 34 quilômetros quadrados de solo e destruiu 41 casas.

De acordo com o Departamento de Silvicultura e Proteção contra Incêndios da Califórnia (Cal Fire), Alexandra Souverneva tentou acender uma fogueira para esquentar e beber a urina do urso. Ela afirma ser inocente. Segundo a versão da “xamã”, ela não teria conseguido acender a fogueira, então teria bebido o líquido da forma como foi encontrado e seguiu sua caminhada.

A polícia afirma ter encontrado um isqueiro na bolsa dela. Ela foi autuada na cadeia local. Caso seja condenada, pode passar nove anos em regime fechado.

O incêndio, chamado de “Fawn Fire” , fez com que as autoridades estejam realizando protocolos de evacuação nas proximidades.

Fonte: IG Mundo

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