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Internacional

Ex-presidente do Uruguai, José Mujica anuncia saída da política

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Mujica
Reprodução/Youtube

Pepe Mujica deixará a vida pública após o fim de seu mandato.

O ex-presidente do Uruguai José “Pepe” Mujica (2010-2015) anunciou sua retirada definitiva da política do país por conta de uma doença imunológica crônica, informou aos jornalistas nesta segunda-feira (28). O político, que atualmente é senador, vai cumprir o mandato até outubro e se aposentar.

“Eu amo a política e não queria ir, mas amo ainda mais a vida. Preciso administrar bem os minutos que me restam”, disse Mujica ao deixar o seu local de votação das eleições regionais uruguaias.

“É claro que a política obriga a ter relações sociais e tenho que me cuidar, não posso ir de um lado para outro por causa da pandemia e isso seria algo ruim para um senador”, acrescentou. O ex-presidente revelou que, por conta da doença imunológica, não poderá tomar uma vacina contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2) quando esta for disponibilizada.

Mujica, que tem 85 anos, tem uma longa carreira política e militante, sendo que durante a sua juventude, ele fez parte da guerrilha dos Tupamaros que lutava contra a ditadura militar no país – o que lhe rendeu 13 anos de prisão, sendo libertado apenas após o fim do regime.

No poder, acabou ficando conhecido mundialmente por sua postura e vida simples – até hoje, ele se locomove com um velho fusca azul – e por ter um governo mais progressista, com a descriminalização do aborto e com a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Além disso, doou grande parte de seu salário na Presidência por considerar que no Uruguai “vivem muitas pessoas pobres”.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Covid-19 pressiona Reino Unido a seguir lockdowns de França e Alemanha

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O Reino Unido resistia nesta quinta-feira (29) à pressão para impor um segundo lockdown nacional depois que França e Alemanha adotaram restrições abrangentes à vida social para conter uma disparada de infecções por coronavírus que colocou os serviços de saúde no limite.

O governo do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, evitou até o momento um lockdown de âmbito nacional, preferindo um sistema escalonado de controles locais concebidos para endurecer as medidas em regiões afetadas e deixando outras menos limitadas.

Um novo estudo do Imperial College de Londres sublinhou a situação aflitiva enfrentada pelo Reino Unido, país com o maior número de mortes de coronavírus na Europa, mostrando que os casos da Inglaterra dobram a cada nove dias.

Steven Riley, o autor do estudo, disse que o governo deveria decidir rapidamente se quiser seguir o exemplo de França e Alemanha.

“E cedo é melhor do que tarde”, disse Riley, professor de dinâmica de doenças infecciosas, à rede BBC.

Mas o ministro da Habitação, Robert Jenrick, disse que não acha inevitável o Reino Unido copiar França e Alemanha e impor restrições nacionais.

“O julgamento do governo hoje é que um lockdown nacional generalizado não é adequado, faria mais mal do que bem”, disse ele à Rádio Times

As economias europeias mergulharam na recessão mais profunda já registrada devido aos lockdowns generalizados adotados no início da crise, em março e abril, e as restrições mais recentes apagaram os sinais tímidos de recuperação vistos durante o verão.

Os mercados financeiros se reergueram em parte nesta quinta-feira depois de uma liquidação brutal no dia anterior, devido a perspectiva de uma recessão de mergulho duplo.

Os governos estão desesperados para evitar uma repetição dos lockdowns da primavera, mas foram forçados a agir devido à velocidade das infecções novas e a uma taxa de mortalidade que cresce continuamente em todo o continente.

Os lockdowns francês e alemão estão mantendo as escolas e a maioria dos negócios abertos, mas limitam severamente a vida social ao fechar bares, restaurantes, cinemas e estabelecimentos semelhantes, assim como a movimentação de pessoas.

A chanceler alemã, Angela Merkel, alertou que “o inverno será duro”.

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Internacional

EUA votam plebiscitos sobre aborto e escravidão, além de escolher o presidente

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votação
Reuters

Centenas de eleitores aguardam em fila para votar em Fort Lauderdale, na Flórida; cerca de 30 estados americanos permitem a votação antecipada


Os norte-americanos vão às urnas no dia 3 de novembro para escolher presidente, deputados, senadores, governadores e para decidir em plebiscitos estaduais sobre assuntos polêmicos .


Em todos os Estados Unidos, são 120 assuntos , mais ou menos polêmicos, a serem decidos. Os norte-americanos do Mississippi poderão decidir sobre a retirda do símbolo dos confederados da bandeira – ícone da escravidão -, assim como outros estados poderão se manifestar sobre discriminalização do uso de drogas, proibição do aborto , flexibilização das leis de jogo de azar, mais direitos trabalhistas para entregadores de aplicativos e fim da escravidão como punição para crimes.

Confira alguns itens:

  •  MUDANÇA DE BANDEIRA
  • FIM DA ESCRAVIDÃO COMO PUNIÇÃO PARA CRIMES
  • LIMITAR REELEIÇÃO A 20 ANOS
  • AMPLIAR OU RESTRINGIR O VOTO
  • AVANÇAR EM DIREITOS LGBT
  • PROIBIR O ABORTO
  • INCLUIR EDUCAÇÃO SEXUAL EM ESCOLAS PÚBLICAS
  • CONSIDERAR CAÇA E PESCA COMO DIREITOS CONSTITUCIONAIS
  • LIBERAR DROGAS
  • AUMENTAR TAXAS SOBRE CIGARROS ELETRÔNICOS
  • ABRIR ESPAÇO PARA APOSTAS E JOGOS DE AZAR
  • AMPLIAR OS DIREITOS TRABALHISTAS DE MOTORISTAS E ENTREGADORES DE APPS
  • EXIGIR MANDADO DE BUSCA PARA ACESSAR INFORMAÇÕES DIGITAIS


Fonte: IG Mundo

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