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Ex-ministro e médico condena medidas de isolamento social e prevê fim da pandemia no início de junho

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Deputado federal e médico, Osmar Terra (RS), assegura que até junho, o coronavírus perde força no Brasil

O deputado federal (RS), Osmar Terra (MBD), ex-ministro da Cidadania e médico, teceu severas críticas às medidas de distanciamento social adotadas no Brasil com a chegada da epidemia de coronavírus no país. A favor do isolamento vertical, onde apenas o grupo de risco é colocado em quarentena, Terra afirmou que fechar o comércio e pedir para que as pessoas não saiam de casa “não resolve”, posicionamento diferente do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). “Fechando ou não o comercio, escolas, parando ônibus, o vírus tem uma velocidade. Na epidemia de H1N1, quando fechamos a escola, o surto aumentou. A curva começou a ficar mais aguda. Nós vimos que as crianças se contaminavam fora da sala de aula, brincando na rua, na praça, na casa dos amigos, vinham para casa e o pai e a mãe tinham que parar de trabalhar. Nesse caso de coronavírus é pior, porque elas vem para casa e são portadoras assintomáticas”, afirmou ao rechaçar: “Fechar comércio, quebrar o país, por quanto tempo? Eu digo quanto tempo dura uma epidemia: 12 semanas. Com quarentena ou sem quarentena. Eu quero ver alguém que defende a quarentena fixar data. Não resolve nada. Ela não diminui um caso. Os casos vão acontecer independente da quarentena”, finalizou.

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Juiz manda vice-prefeito cumprir isolamento domiciliar devido suspeita de coronavírus; multa diária é de R$ 1 mil

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Ney Welinton descumpriu recomendação da Secretaria de Saúde para que ficasse em quarentena

O juiz Carlos Eduardo de Moraes e Silva, da 2ª Vara Cível de Noxa Xavantina (653 km de Cuiabá), atendeu pedido do Ministério Público Estadual (MPE) e determinou que o vice-prefeito Ney Weliton do Nascimento, permaneça em isolamento domiciliar nos próximos 14 dias. Existe a suspeita que ele foi infectado pelo coronavírus.

Ney já havia sido orientado pela Secretaria de Saúde Municipal a ficar em quarentena até fazer os exames para comprovar ou descartar a doença, mas a medida não foi cumprida. Caso não cumpra a determinação judicial, o vice-prefeito terá que pagar multa diária de R$ 1 mil.

 

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Dividida pelo aeroporto, Várzea Grande está “rachada”; metade da cidade em quarentena e outra parte a todo vapor

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Imagem registrada em 1/4/20: Para sacar benefício do INSS, ao menos 200 pessoas se aglomeraram em frente a Caixa Econômica Federal (CEF) da Filinto Muller, em Várzea Grande

Conforme reportagem especial divulgada pelo portal ODOCUMENTO (Veja ao lado), Várzea Grande, segunda maior cidade de Mato Grosso, apresenta quadro atípico para uma cidade com 250 mil habitantes. Na região central, desde a avenida da FEB, até os limites da Júlio Campos, a população praticamente ignora o isolamento social, determinado pelo Ministério da Saúde como única alternativa para conter o avanço da pandemia causada pelo coronavírus. Na Filinto Muller, por exemplo, a nossa equipe de reportagem flagrou cerca de 200 pessoas aglomeradas em frente a agencia da Caixa Econômica Federal (CEF). Eles foram receber o benefício do INSS de forma presencial, mas o banco oferece canal digital, o que evita deslocamento às agências, em todo país. “Meu vô é sistemático. Ele tem medo e não sabe mexer com o celular. Por isso, venho todo mês com ele pra sacar o aposento”, disse Carlos Alessandro, neto de seu Antenor de Barros, aposentado de 69 anos. Nos demais corredores comerciais como Ulisses Pompeu e Alzira Santana, o vai e vem de pessoas e pedestres continua intenso. Preocupante, né?

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