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Evento de venda de imóveis em SP tem de desconto a patinete elétrico de brinde

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Agência Brasil

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Fernando Frazão/Agência Brasil – 8.4.16

Evento tem 3.000 imóveis em São Paulo, e cidades próximas

Em sua primeira ediçao, o Salão do Imóvel SP oferece para venda moradias destinadas a todas as faixas de renda e com taxa de juros reduzida.

Muitas construtoras prepararam condições especiais para o primeiro Salão do Imóvel SP.

Entre as ofertas  estão Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e registro gratuitos, descontos de até R$ 15 mil , entrada parcelada em 60 vezes, gratuidade de condomínio por um ano, piso laminado.

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As mais criativas estão oferecendo voucher (documento que comprova o direito a um serviço) em restaurantes e até um patinete elétrico a cada comprador de imóvel.

O evento começa nesta sexta-feira (18) e vai até domingo (20), os interessados na compra de moradia podem visitar cerca de 40 empresas do mercado imobiliário instaladas no Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte, Vila Guilherme.

O atendimento vai das 9h às 20h, e a entrada é franca. Estão à venda mais de 3.000 imóveis situados na cidade de São Paulo e em nunicípios da região metropolitana, da Baixada Santista e do interior próximo à capital.

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São apartamentos e casas com metragem a partir de 24 metros quadrados (m²) e valor mínimo de R$ 133 mil.

O primeiro Salão do Imóvel SP tem patrocínio exclusivo da Caixa Econômica Federal , que participa do evento ofertando a linha de crédito SBPE, com taxas efetivas a partir de 7,5% ao ano (aa) + Taxa Referencial (TR) ou a nova modalidade de financiamento, com reajuste pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA),  que mede a inflação a partir de partir de 2,95% aa + IPCA.

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De acordo com o vice-presidente da Caixa, Jair Mahl, o valor da prestação pode ficar até 50% abaixo do que o da prestação original.

“Não tendo uma taxa fixa, naturalmente, a prestação se torna mais baixa. Pode ir aumentando com o tempo, mas inicialmente pode chegar a ser 50% mais barata que aquela que estamos acostumados a conhecer no país. Ela é vinculada ao IPCA + 2,95%, o prazo é menor, o tempo que [o comprador] vai pagar é menor, e também o comprometimento de renda é menor . Isso faz com que se tenha uma segurança em contratar com o IPCA”, explicou Mahl.

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O evento é realizado pelas três principais entidades do setor : Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc); Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e Sindicato da Indústria da Construção Civil (SindusCon-SP).

O presidente da Abrainc, Luiz França, destacou que o momento vivido pelo mercado imobiliário é favorável. “O mercado está bastante propício para compra. Estamos num momento que o nível da taxa de juros para financiamento imobiliário é o nível mais baixo dos últimos 10 anos, portanto é uma boa oportunidade de comprar imóvel agora e financiá-lo”.

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França lembra ainda o objetivo do Salão, afirmando que o evento é uma ótima oportunidade de compra, “Porque as pessoas vêm aqui e conseguem visitar vários empreendimentos, compará-los e tomar a sua decisão. Isso é uma grande facilidade para o comprador, para que tome uma decisão segura de algo que é tão importante para a vida dele”, acrescentou.

Já o presidente da SindusCon SP, Odair Senta, ressaltou que, depois dos anos de crise, a indústria vê a retomada do setor.

“A indústria da construção foi muito impactada pela crise, passou anos difíceis”, disse Odair Senta. Para ele, agora sente-se que há um início positivo , embora ainda seja muito necessário contar com renda e emprego, mas o viés é positivo.

“O clima de crédito imobiliário está extremamente positivo para o consumidor, vamos ter anos melhores, com mais sustentabilidade do que no passado, com financiamentos mais flexíveis e juros mais baixos”, acrescentou.

Leilão

As novidades incluem, ainda, um leilão no formato presencial (sábado, 19, a partir das 13h) e também virtual. Os imóveis ofertados estão disponíveis no site da Caixa Econômica Federal, onde também podem ser encontradas as regras e formas de participação.

Segundo os organizadores do Salão, para quem compra, esse tipo de evento tem vantagens como variedade de imóveis, preços competitivos , maior poder de negociação, condições especiais e a presença do principal agente financeiro, no mesmo local.

Para as empresas , o grande número de visitantes possibilita o aumento no volume de vendas. Mais informações podem ser obtidas na  página do evento na internet.

Fonte: IG Economia
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Economia

Plano de saúde é obrigado a fazer cirurgia bariátrica em paciente de 22 anos

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Elza Fiuza/Agência Brasil

Unimed-BH é obrigada pela Justiça a realizar com urgência bariátrica após cancelar procedimento

A cooperativa médica Unimed será obrigada a cobrir em caráter de urgência a cirurgia bariátrica solicitada por uma de suas conveniadas.

A empresa havia autorizado o procedimento, mas anulou a autorização dois dias antes da realização da cirurgia. A decisão foi proferida pelo juiz Sebastião Pereira Neto, da 2ª Vara Cível de Belo Horizonte na última segunda-feira (11). As informações são do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

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Segundo o processo, a conveniada possui obesidade mórbida de grau 3, problemas na pressão arterial, estado pré-diabético, além de outras complicações que não são comuns a uma paciente de 22 anos.

Cancelamento

O médico que a acompanha solicitou a cirurgia bariátrica, já que nenhum procedimento menos invasivo gerou resultados. Porém, faltando apenas dois dias para a cirurgia, a Unimed cancelou a autorização, alegando que a paciente não havia realizado todas as medidas prévias indicadas pelo convênio.

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Segundo o juiz Sebastião Pereira, toda a documentação apresentada e os laudos do médico demonstram a urgência na realização do procedimento cirúrgico, devido à situação de risco em que a paciente se encontra.

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“Após a análise de toda a documentação apresentada, conclui-se que está clara a urgência do procedimento cirúrgico, tendo em vista a gravidade dos problemas de saúde que a autora vem enfrentando e o fato de procedimentos clínicos não surtirem efeito”, afirmou o juiz.

Fonte: IG Economia
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Economia

Brasil estuda área de livre comércio com a China, diz Guedes em cúpula do Brics

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Valter Campanato/Agência Brasil

Paulo Guedes disse que Brasil estuda área de livre comércio com a China em cúpula dos Brics

ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira (13) que o Brasil está negociando a criação de uma área de livre comércio com a China. A declaração foi dada durante um seminário sobre o Novo Banco de Desenvolvimento do Brics, bloco que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

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“Fizemos um acordo com a União Europeia e agora estamos conversando com a China sobre a possibilidade de criarmos uma free trade area (área de livre comércio), ao mesmo tempo em que falamos em entrar na OECD (OCDE, em português)”, disse Guedes , usando o termo em inglês para área de livre comércio a qual o Brasil ainda não faz parte.

Segundo fonte a par da negociação, as conversas partiram da China e estão ainda em estágio inicial. O Brasil tem hoje um fluxo de comércio com o gigante asiático de cerca de US$ 100 bilhões.

A criação de uma área de livre comércio com a China faz parte de uma agenda de abertura comercial que dominou o discurso de Guedes durante o evento, parte da programação especial da cúpula do Brics , que ocorre nesta semana em Brasília.

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Na fala, alternando entre o português e o inglês, o ministro disse que o Brasil quer “dançar com todo mundo”, porque chegou “atrasado à festa” da integração internacional.

“Não nos interessa guerras comerciais, tensão, incertezas. Ao contrário, ‘we are late to the party’ (estamos atrasados para a festa). ‘We will dance with everybody. We are open for business’ (Vamos dançar com todos, estamos abertos para negócios. Queremos que essas sejam parcerias frutíferas”, afirmou o ministro.

Brasil quer aumentar a integração global

Para integrantes do NDB, que terá sede no Brasil, Guedes afirmou que o Brasil tem projetos para ampliar os investimentos do organismo multilateral no Brasil. O ministro citou como exemplo a construção de uma estrada para ajudar a escoar mercadorias para a China, pelo Oceano Pacífico.

“Temos uma parceria à frente muito importante. Primeiro porque nós temos noção do que precisamos. E segundo porque os senhores (do NDB) têm muito mais experiência de como fazer. E de como nos integrar a essas correntes globais de comércio. Temos ali o nosso governador de Rondônia (Marcos Rocha, que estava na plateia). Estávamos conversando, exatamente a respeito de como reduzir o tempo de transporte até a China da produção do Centro-Oeste e como isso pode acontecer através de uma transpacífica. A viagem à China de todos esses grãos pode encolher em um terço se sairmos através do Peru”, comentou Guedes.

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Após a palestra, o chefe da Economia disse a jornalistas que o objetivo do Brasil é aumentar a integração global e que as turbulências na América Latina são, em parte, ligadas à falta de abertura comercial na região. O ministro destacou ainda que há 3,7 bilhões de pessoas melhorando o padrão de vida no Oriente, enquando o Ocidente ficou para trás.

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“Está todo mundo subindo o padrão de vida, melhorando muito. Aquela metade de lá sobe sem parar o padrão de vida. Enquanto isso, a metade de cá, América Latina , fez ao contrário. Nosso padrão de vida está piorando, movimento, agitação, reclamação, cai presidente, ditadura, está uma confusão danada aqui na América do Sul, enquanto o outro lado do mundo sobe sem parar o padrão de vida. Quer dizer que algo estamos fazendo errado. Uma das coisas que estamos fazendo errado é ficarmos de costas para a integração global”, disse o ministro.

Fonte: IG Economia
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