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Internacional

Europa lista inflamação como possível efeito colateral da AstraZeneca

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Um painel de segurança da agência reguladora europeia de saúde recomendou nesta sexta-feira (14) acrescentar uma rara inflamação vertebral, chamada mielite transversa, como um possível efeito colateral da vacina da AstraZeneca contra a covid-19.

A vacina enfrentou uma série de contratempos, incluindo atrasos na produção e investigações de reguladores após casos raros de efeitos colaterais graves, como coágulos sanguíneos com níveis baixos de plaquetas, o que levou a restrições ao uso do imunizante em vários países.

O comitê de segurança da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) também reiterou a recomendação para que um alerta semelhante seja incluído para a vacina de uma dose da Johnson & Johnson.

A mielite transversa é caracterizada por uma inflamação de um ou ambos os lados da medula espinhal e pode causar fraquezas nos braços ou pernas, com sintomas sensoriais ou problemas nas funções urinárias e digestivas.

O comitê, após revisar os dados, concluiu que a relação causal entre as duas vacinas e a mielite transversa é, ao menos, uma possibilidade razoável. Entretanto, acrescentou que a relação risco-benefício de ambas as vacinas continua inalterada.

A AstraZeneca não respondeu imediatamente a um pedido da Reuters para comentar o assunto.

A agência regulatória não ofereceu informações sobre quantos casos foram registrados após a vacinação, mas a mielite transversa foi adicionada como uma reação adversa de frequência desconhecida às informações do imunizante.

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Internacional

Governo dos Estados Unidos indica nova embaixadora no Brasil

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O governo dos Estados Unidos indicou nova embaixadora para ocupar o posto diplomático no Brasil. Elizabeth Frawley Bagley passará a chefiar a embaixada norte-americana em Brasília e comandar as relações diplomáticas entre os dois países.

Elizabeth Frawley Bagley Elizabeth Frawley Bagley

Elizabeth Frawley Bagley – U.S. State Department

Para a confirmação do posto, a indicação precisa ser apreciada e confirmada pelo Senado norte-americano. A embaixada não informou quando a votação deverá ocorrer. O partido Democrata possui, atualmente, 48 cadeiras no Senado, contra 50 do Partido Republicano. Entretanto, os dois senadores independentes da casa também apoiam Joe Biden, e a presidente da casa – que possui poder de desempate em votações acirradas – é a vice-presidente Kamala Harris, o que garante, na prática, maioria ao governo atual. Haverá eleições para o Senado norte-americano em novembro – as chamadas eleições mid-term.

Bagley é advogada e diplomata. Atualmente é diretora de uma empresa de telecomunicações no estado do Arizona. A única experiência como embaixadora foi no comando da representação diplomática dos EUA em Portugal.

A diplomata trabalhou como conselheira de secretários de Estado durante os governos democratas de Bill Clinton e Barack Obama. Durante a carreira diplomática, também ocupou postos de representante especial para a Assembleia das Nações Unidas e de parcerias globais.

Na avaliação da professora de relações internacionais da Pontifícia Universidade Católica do do Rio de Janeiro (PUC-RJ) Ana Garcia, a mudança tem que ser vista no contexto de rearrumação do governo de Joe Biden para enfrentar desafios no combate à pandemia, recuperação econômica e na política externa.

“No caso do Brasil, a mudança da embaixadora vem no ano eleitoral, e isso não é irrelevante no campo das relações exteriores. O Brasil é um país fundamental para os americanos no continente, porque é um país que ainda consegue ter força diplomática frente à China, algo que em outros países da América Latina tem sido difícil”, analisa.

A professora acrescenta que Elizabeth Bagley é bem situada dentro do Partido Democrata e tem grande histórico no setor privado. “O governo brasileiro deverá ter nessa nova embaixadora uma figura importante de referência para a aproximação com os Estados Unidos”, concluiu.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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Internacional

Rússia realizará grandes exercícios navais com todas as suas frotas

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 A Rússia anunciou nesta quinta-feira (20) que sua Marinha realizará um amplo conjunto de exercícios envolvendo todas as suas frotas neste mês e no próximo, do Pacífico ao Atlântico, a mais recente demonstração de força em uma onda de atividade militar durante um impasse com o Ocidente.

Os exercícios ocorrerão nos mares adjacentes à Rússia e também incluirão manobras no Mediterrâneo, Mar do Norte, Mar de Okhotsk, nordeste do Oceano Atlântico e o Pacífico.

Eles vão contar com 140 navios de guerra e embarcações de apoio, 60 aviões, 1.000 unidades de equipamento militar e cerca de 10.000 militares, disse o Ministério da Defesa em comunicado.

Movimentos militares russos estão sendo observados de perto à medida que um aumento de soldados perto da Ucrânia e uma série de retórica agressiva têm abalado o Ocidente e provocado temores de uma guerra iminente. Moscou nega veementemente qualquer plano de invasão da Ucrânia.

Em um vídeo postado no Facebook, o ministério mostrou o mais novo submarino diesel-elétrico da Frota do Pacífico testando um míssil de cruzeiro Kalibr em um alvo terrestre de uma posição submarina no Mar do Japão.

O míssil atingiu um alvo costeiro na região de Khabarovsk, no extremo leste da Rússia, a uma distância de mais de 1.000 km.

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