conecte-se conosco


Política MT

Euclides Ribeiro recebe apoio de três deputados estaduais para a disputa ao Senado

Publicado

Evento em Cuiabá reuniu os presidentes dos partidos Avante, PDT, Pros, Rede e PSB de Mato Grosso, que compõem o arco de aliança do candidato ao Senado

Os deputados estaduais Allan Kardec (PDT), Max Russi (PSB) e João Batista (Pros), e o presidente do Rede Sustentabilidade, Eron Cabral, endossaram apoio à candidatura do candidato ao Senado, Euclides Ribeiro (Avante). “Outro dia um amigo me disse que o Euclides é um cara predestinado. Tem pessoas que nascem pra brilhar, pra fazer as coisas darem certo. Esse é um dos motivos que nos fizeram entrar nesse projeto”, afirmou Max Russi durante inauguração do comitê de campanha em Cuiabá na noite desta sexta-feira (03).

Com a presença de mais de 100 candidatos a vereador por Cuiabá, a militância de vereadores da coligação “Avança Mato Grosso”, demonstrou empolgação e declarou total apoio a Euclides ao Senado.

Candidato a vereador por Cuiabá pelo PDT, o empresário Lucius do Cajú ressaltou a necessidade de renovação na política e afirmou que apoia Euclides Ribeiro por entender que ele representa, de fato, o novo.

“Eu apoio o Euclides porque ele não tem amarras, não faz parte desses grupos que estão no poder há décadas e não fazem nada pra melhorar a vida da nossa gente, só legislam em causa própria, pra permanecer no poder. Ele [Euclides] tem uma carreira consolidada na iniciativa privada e decidiu vir para a política por conta de um projeto que realmente vai impactar a vida das pessoas. É por isso que eu e o PDT estamos com ele nessa luta”, disse.

Figura excêntrica da noite cuiabana, Lucius do Caju vem ensaiando sua entrada na Câmara de Cuiabá há alguns anos. Disputou uma cadeira no Legislativo da Capital nos anos de 2008 e 2012 e, agora, volta à cena política pelo PDT.

O presidente do PDT em Mato Grosso, deputado Alan Kardec, destacou o “tamanho” dos partidos que apoiam Euclides em todo o Estado e relatou a adesão de vários municípios que percorreram nos últimos dias apresentando a candidatura do grupo em Mato Grosso.

“Nós temos muita gente de qualidade aqui conosco e com vocês. E eu gostaria que vocês prestassem atenção, principalmente, num detalhe: quando nós fechamos a composição das suplências, com a professora Francileide, servidora, aposentada, negra, lá de Rondonópolis, que tá fazendo um grande trabalho. Nosso segundo suplente, o Ernando, lá de Porto Alegre do Norte, alguém que investiu na industrialização da nossa safra. Mato Grosso produz muito, mas só para exportação. Nosso segundo suplente faz o papel de casa. E nosso grande líder, o Euclides, que acreditou que é através da política, além do sucesso que ele já tinha em sua vida particular, ele poderia enfrentar o sistema financeiro e rever o superendividamento da nossa população”, afirmou o deputado.

Na mesma linha, o presidente do PSB no Estado, deputado Max Russi, falou da construção das candidaturas dos partidos nos municípios, que também vão enfrentar, além da eleição suplementar ao Senado, as eleições municipais.

“Eleição para vereador é uma das mais difíceis, mas estamos muito felizes com o trabalho que está sendo feito por todos esses partidos. Tenho certeza que vai sair daqui o maior número de vereadores de todas as coligações e que vamos também eleger o nosso senador”, disse.

“É muito fácil estar nas redes sociais apontando o dedo para as falhas, mas aqui não é mais treino, aqui é jogo, é hora de trabalhar de verdade, de estar na rua conversando com os eleitores sobre as nossas propostas, das angústias que compartilhamos, de pedir voto e de mostrar quem somos e que vamos fazer a diferença”, acrescentou o deputado João Batista, presidente do Pros em Mato Grosso.

O presidente da Rede, Eron Cabral, que esteve com Ribeiro durante visita a alguns municípios do interior de Mato Grosso esta semana, comemorou a acolhida que percebeu e o crescimento da candidatura ao longo dos últimos dias. “Vocês não imaginam o tamanho do nosso grupo, como as pessoas têm apostado no nosso projeto, quantos estão acreditando que, como o Euclides vem dizendo em seus discursos: sim, é possível mudar! E nós vamos mudar, porque temos a melhor proposta e as melhores intenções”.

Em sua fala, Euclides demonstrou confiança e agradeceu o apoio e a parceria das siglas na construção deste projeto. “Vai dar certo, a gente só precisa fazer o que tem que ser feito, de maneira correta. Nós vamos ganhar! Mas depois vem o ônus, e vocês vão ter que me ajudar, porque eu quero cada um de vocês trabalhando junto comigo”, finalizou.

 

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política MT

Gisela diz que fez bem em rejeitar Emanuel, que teria que escolher um lado e que pode disputar Câmara Federal pelo Pros

Publicado

A presidente do Pros de Mato Grosso, advogada Gisela Simona, em entrevista ao Portal ODocumento, afirmou que a sua pré-candidatura à Câmara Federal, nas eleições de 2022, significa o fechamento de um ciclo que começou ainda em 2018, quando a advogada concorreu à mesma vaga e conquistou mais de 50 mil votos.

Segundo Simona, que disputou a eleição para a prefeitura de Cuiabá, em 2020, ficando em terceira colocada na disputa, sua postura no segundo turno da eleição que reelegeu o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), de apoiar o candidato Abílio Júnior (Podemos), não prejudica o seu projeto de disputar a Câmara Federal.

“Não vejo que houve em nenhum momento um erro ou que haja prejuízo. Pelo contrário, até pelos desfechos que estão acontecendo hoje dentro da gestão municipal fica notório que não tinha como apoiar o atual prefeito”, afirmou.

Conforme a líder partidária, “aqueles que acompanham nossa trajetória sabem que nós temos que ser coerentes com aquilo que achamos que é correto. E ser contra a corrupção é algo que sempre foi muito claro, não só nas nossas vidas como também nas nossas propostas”, declarou.

A líder partidária fez questão de destacar que a intenção do Pros é lançar chapas completas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal nas eleições de 2022, com 16 pré-candidatos a deputado federal e 48 estadual. “Esse é o nosso propósito, estamos aguardando para ver se haverá mudança na legislação ou não. Nós estamos querendo sair com chapa cheia, com 16 candidatos a federal e 48 a estadual. Fizemos uma divisão do Estado por número de eleitores e vamos querer fazer um grupo bem heterogêneo com pessoas de todo Mato Grosso”, argumentou.

Questionada sobre nomes que estariam compondo as chapas de pré-candidatos, Gisela Simona desconversou. “Estamos mantendo tudo sobre sigilo, até mesmo para evitar o assédio de outros partidos. Mas estamos com um bom andamento. Terá muitos representantes da sociedade, diversos segmentos, ex-candidatos a prefeito no interior do Estado e algumas figuras conhecidas aqui em Cuiabá também”, completou

Continue lendo

Política MT

Fávaro vê exagero na quantidade de partidos, critica proposta da volta das coligações e diz que votará contra

Publicado

O senador Carlos Fávaro (PSD), presidente do partido no Estado, vê a volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais como um retrocesso. “Voltar as coligações é o enfraquecimento dos partidos políticos. Com todo respeito à Câmara Federal, mas nós não podemos retroceder”. Segundo Fávaro, a volta das coligações e a ausência de cláusulas de barreira impede a governabilidade de qualquer chefe de Executivo. A matéria, que está em tramitação, para Carlos Fávaro, terá resistência no Senado Federal.

“A volta das coligações, proposta pela maioria dos deputados federais, marcaria um retrocesso nos avanços conquistados ao longo dos últimos anos. Nosso sistema eleitoral, com as regras atuais, é muito recente. Ainda que precise de ajustes, não podemos permitir retrocessos”, argumentou o senador.

Carlos Fávaro, que é titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado, que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral (28/2021), fez questão de destacar o relatório da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que barrou a medida, aprovada na Câmara dos Deputados.

“Embora alguns possam pensar o contrário, não é democrático termos 35 partidos políticos, o que cria situações esdrúxulas, como as siglas de aluguel. Por isso, parabenizo a senadora Simone por barrar a volta destas coligações”, disse o senador.
Só para citar exemplos, o senador disse que em Cuiabá os 25 vereadores estão divididos em 19 partidos políticos. Em Blumenau [SC], são 15 vereadores para 12 partidos. “Por mais plural que somos enquanto sociedade, não há justificativa para um número tão grande de siglas”, destacou o senador.

Para o senador, “isso é horrível, imagina o prefeito ter que tratar, e é parte normal da democracia o Executivo e Legislativo conversarem e convergirem, ter que conversar com 19 líderes, e o que é pior, chega a ser grotesco, líder de si mesmo, porque só tem um vereador. Esse não é o modelo bom para a democracia, para a gestão pública”, arrematou.

O senador defende o aperfeiçoamento da legislação eleitoral e lembrou que o Senado já aprovou projetos importantes nesse sentido, como o que define critérios para a distribuição das sobras eleitorais e o que estimula a participação de mulheres na política.

 

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana