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Saúde

EUA passam Brasil e voltam a liderar em número de mortes por Covid-19

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enfermeira auxiliando em uti
Reprodução

Estados Unidos vê curva de óbitos por Covid-19 voltar a crescer


De acordo com a publicação “Our World in Data”, os Estados Unidos ultrapassaram novamente o Brasil e se tornam o primeiro país com maior número de mortes por Covid-19  no momento. O Brasil ocupou este posto por oito semanas.


Comparando os dados dos dois países na última semana, o Brasil teve 7,3% menos mortes causadas pelo novo coronavírus do que os EUA na última semana. Enquanto o país registrou 7.114 mortes, o país norte-americano fechou com 7.768 vítimas fatais.

A Índia ficou em terceiro lugar, com 5.153 óbitos na semana passada.

O Brasil ocupava a primeira posição desde o dia 6 de junho, quando fechou aquela semana epidemiológica, a de número 23, com 7.096 óbitos, enquanto os EUA ficaram com 6.307.

No entanto, o maior recorde de óbitos em uma semana até hoje é dos EUA , que perdeu, na semana 16, 18.277 pessoas.

“A Semana Epidemiológica 31 encerrou com uma redução de 2,0% (-6.289) no número de casos novos registrados em relação à SE 30, o que é considerado uma estabilização no número de casos. A média diária de novos casos registrados foi de 44.766, contra 45.665 verificado na semana 30”, afirma o boletim

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

OIT: covid-19 tira emprego de 34 milhões na América Latina e Caribe

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A pandemia provocada pelo novo coronavírus levou os países da América Latina e Caribe a “uma recessão de magnitude e extensão sem precedentes”. A avaliação é da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que nesta quarta-feira (30) divulgou nova edição do relatório “Panorama Laboral em tempos de Covid-19: impactos no mercado de trabalho e na renda na América Latina e no Caribe”.

Em toda a região, 34 milhões de trabalhadores latino-americanos perderam emprego nos três primeiros trimestres do ano. “Queda nunca observada na história”, disse o diretor da OIT para a América Latina e Caribe, o economista brasileiro Vinícius Pinheiro.

O número inclui pessoas que perderam o emprego momentaneamente, no ápice dos picos de contaminação e da paralisação das atividades, e trabalhadores que tiveram os postos eliminados em definitivo, seja por encerramento do negócio, fechamento das empresas ou reestruturação de atividades.

Conforme monitoramento da OIT, América Latina e Caribe formam a parte do mundo mais afetada com a redução de horas de trabalho, -20,9%, mais de nove pontos percentuais acima do nível mundial (-11,7%), e contração dos empregos (-19,3%) nos três primeiros trimestres de 2020.

O diretor da OIT para a América Latina e Caribe alertou que o desemprego pode agravar a desigualdade persistente da região. “O mundo não era perfeito antes da covid”, observou o economista.

Segundo ele, as pessoas mais afetadas com a redução das atividades econômicas foram os trabalhadores informais, as mulheres e os jovens. A OIT teme que, no momento de retomada, esses grupos sejam os últimos a serem incluídos.

Trabalhadores informais

Pinheiro chamou atenção para a situação dos trabalhadores informais que, por causa da situação de vida, são aqueles com maior dificuldade de proteger a saúde e manter-se em confinamento durante a pandemia, e são as pessoas que têm acesso precário aos sistemas de proteção social.

Ainda de acordo com o diretor, alguns países “chegaram à exaustão” em suas contas públicas e sofrem com “a falta de espaço fiscal”, agravando a capacidade dos governos em atuar com medidas de apoio a empresas e aos trabalhadores.

Vinicius Pinheiro teme que a crise sanitária da covid-19, que desencadeou a crise econômica e de desemprego, possa gerar instabilidade e crise política na região. Ele recomenda que os países busquem “pacto social” e mantenham diálogo entre governo, empresários e trabalhadores.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

São Paulo registra menor ocupação de leitos de UTI desde o início da pandemia

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SP
Agência Brasil/Rovena Rosa

Boletim da pandemia em São Paulo

A média móvel dos óbitos por Covid-19 em São Paulo voltou a regredir após um leve registro de alta na semana passada. De acordo com o boletim mais recente divulgado pela secretaria estadual de Saúde, o estado possui agora 35.622 notificações de óbitos pela doença, com 231 mortes nas ultimas 24 horas. O número de casos, desde o início da pandemia, é de 985.628. 

Atualmente, existem 5.051 pacientes internados em enfermarias – entre casos confirmados e suspeitos da doença – e 3.965 casos graves, em unidades de terapia intensiva. As taxas de ocupação dos leitos de UTI, de é de 44% no estado e 42,5% na grande São Paulo, chamaram atenção nesta quarta-feira. Os índices são os menores desde o início da série histórica. 

Segundo o secretário de Saúde, Jean Gorinchteyn, “ainda estamos em quarentena, mas somos hoje um dos menores índices de toda a pandemia no nosso estado”. A queda na ocupação dos motivou a redistribuição de leitos para outras doenças graves no estado. A secretaria destacou ainda que a redistribuição será feita de maneira gradual e todo o estado. 

Fonte: IG SAÚDE

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