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Internacional

EUA ordena apreensão de 4 navios iranianos em novo carregamento para Venezuela

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Presidente  Donald Trump
Reprodução Twitter @rrealdonaldtrump

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O mundo caminha para uma novo momento de tensão. Os EUA emitiram uma ordem para apreender quatro navios iranianos que transportam combustível para a Venezuela. Esta determinação da Justiça Federal se baseia  em que a transação beneficia o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, que foi classificada pela Casa Branca como uma suposta “organização”. terrorista”.

Esta é análise do juiz James Boasberg, pela demanda da ação de quatro promotores pela retenção de aproximadamente 1,1 milhão de barris de gasolina, que atualmente estão sendo transportados pelos navios Bella, Bering, Pandi e Luna, para a Venezuela .

O juiz determinou que essa gasolina estará sob a jurisdição exclusiva do tribunal federal do distrito de Columbia, embora não aponte métodos que o executivo dos EUA aplicará para confiscar a carga.

O Departamento de Justiça dos EUA expressou seu apoio à medida, considerando que os lucros da venda desse combustível supostamente “apóiam toda a gama de atividades prejudiciais da Guarda Revolucionária”, incluindo “terrorismo e violações dos direitos humanos”.

O país caribenho tem sofrido um bloqueio de insumos e tecnologia que gerou problemas na sua produção gasolina devido a medidas unilaterais pelo governo do presidente Donald Trump .

As sanções dificultam importação de equipamentos, peças e insumos a cadeia de exploração do crudo, além de ir contra altos funcionários do governo e reter ativos do país sul-americano. Estas ameaças se estendem a qualquer país que tente estabelecer relações comerciais que “beneficiem” Caracas.


Fonte: IG Mundo

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Internacional

Mortes por explosão em Beirute sobem para 154, diz agência estatal

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O número de mortos em uma explosão no porto de Beirute aumentou para 154, informou a agência de notícias estatal NNA nesta sexta-feira (7), citando o ministro da Saúde do Líbano.

Segundo a agência, o ministro Hamad Hasan disse que uma em cada cinco, das 5 mil pessoas feridas na explosão de terça-feira (4), precisou de hospitalização e 120 estavam em estado crítico. 

A explosão em Beirute, sentida a 240 quilômetros de distância, ocorreu em um período sensível para o Líbano, que vive crescente crise econômica e divisões internas, enquanto lida com os danos provocados pela pandemia de covid-19.

Os últimos tempos têm sido marcados por manifestações nas ruas do país contra o modo como o governo lida com aquela que é considerada a pior crise económica desde a guerra civil de 1975-1990. 

O Líbano, que tem uma dívida pública de US$ 90 bilhões, importa a maioria da sua comida, e o porto de Beirute, fundamental no armazenamento dessas importações, está agora destruído.

Foi pouco depois das 18h da última terça-feira (4) que uma enorme explosão abalou a capital libanesa, acompanhada por outras menores. O presidente Michel Aoun informou que durante os últimos seis anos estiveram armazenadas, sem condições de segurança, em um armazém do porto, 2.750 toneladas de nitrato de amônia, produto químico utilizado em fertilizantes e bombas.

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Internacional

Líbano tem noite de protestos contra governo; número de mortos sobe para 157

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desabamento
CivilDefenseLB / Reprodução

Número de mortos na explosão foi atualizado para 157 nesta sexta

A noite desta quinta-feira (06) foi marcada por uma série de protestos de moradores de Beirute contra o governo da cidade e do Líbano por conta das explosões registradas na área portuária da cidade no dia 4 de agosto . Na manhã desta sexta (7), o país atualizou o número de mortos para 157. Não há informações sobre quantidade de desaparecidos.

No meio da escuridão – a capital libanesa sofre com constantes quedas no fornecimento de energia – dezenas de pessoas se manifestaram pedindo explicações sobre o incidente e culpando as autoridades por permitirem o armazenamento das 2.700 toneladas de nitrato de amônio sem medidas de segurança.

Em alguns momentos, militares repreenderam os manifestantes com bombas de gás para dispersar o protesto e algumas pessoas ficaram feridas. Em imagens nas redes sociais, é possível ver pequenos focos de fogo em meio às ruas destruídas.

Apesar das investigações estarem em andamento, não há dúvidas de que a manutenção de uma quantidade enorme do produto químico em uma área sem proteção foi o que deu a dimensão da tragédia.

O produto estava armazenado no porto há seis anos após uma apreensão dos agentes alfandegários e, segundo documentos divulgados pela “Al Jazeera”, houve o envio de ao menos cinco cartas à Justiça questionando o que fazer com o material. O nitrato de amônio é muito utilizado na produção de fertilizantes agrícolas, mas também pode ser usado na fabricação de bombas caseiras. Há investigações em curso sobre a questão também.

O governo já determinou a prisão domiciliar de diversos funcionários e autoridades que atuavam no porto de Beirute como forma de dar alguma resposta à população. Em nota oficial da Procuradoria Militar do Líbano, os detidos são 16 pessoas entre dirigentes do conselho de administração, agentes alfandegários e operários que atuavam na manutenção e armazenamento do local.

Outras duas pessoas foram ouvidas, mas não tiveram sua prisão determinada. Entre os detidos, de acordo com a emissora norte-americana “ABC”, estaria o diretor do porto, Hassan Koraytem.

Fonte: IG Mundo

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