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Política MT

“Eu não preciso me rotular para uma campanha eleitoral”, afirma Nilson Leitão

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Nilson Leitão (PSDB), da coligação Mato Grosso por Inteiro, aposta na união do Estado em sua campanha rumo ao Senado, para assim acabar com as desigualdades regionais. Leitão, que já passou pelas casas legislativas municipal, estadual e na Câmara Federal destaca que seu compromisso com os menos desfavorecidos existe há décadas. Pautas como saúde pública de qualidade, educação e divisão mais justa dos recursos compõem a sua agenda desde quando foi vereador, nos anos 90, até hoje, na sua busca pelo novo cargo.
“Eu não preciso me rotular para uma campanha eleitoral, eu sou aquilo que eu já era, a minha cara é a mesma, as minhas defesas são as mesmas, e o que eu acredito continua sendo a mesma coisa. Fui deputado estadual, vice-líder de Dante de Oliveira, fui líder do meu partido, líder da oposição, presidente da maior frente do Congresso Nacional, apresentei mais 700 propostas, tenho 5 leis vigentes em 2 mandatos, lutei e levantei bandeiras importantes para o estado”, relatou.
Dentre seus projetos mais notórios está o da redução da máquina pública, assunto que é atual devido à reforma tributária, proposta pelo Governo Federal. Leitão acredita que a melhor saída para salvar a economia está em diminuir o número de representantes no Congresso. “Em 2018 praticamente todo mundo falava na redução da máquina pública. Era um discurso que todo mundo fazia. Eu não fiz o discurso, eu apresentei a proposta de emenda constitucional, reduzindo de 513 deputados para 398, reduzindo de 81 senadores para 54, reduzindo de 1200 deputados estaduais para 800. São R$5 bilhões economizados em 4 anos de mandato”, diz.
A PEC ainda em tramitação, chegou a ser protocolada e está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara Federal. “A Câmara Federal está insalubre, não cabem 513 deputados dentro daquele plenário. Eu fui deputado e não cabe, ninguém consegue sentar. Isso não vai reduzir a democracia, não vai cortar nada”.
Nilson Leitão confirma ser contra qualquer tipo de aumento de impostos, visto que, somente no Brasil, são cerca de 35 divididos em diversas categorias. Sobre a possibilidade de maior taxação do agronegócio, Leitão evoca que os municípios mato-grossenses que vivem de agricultura em geral são os que possuem o mais alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). “Eles têm a maior geração de emprego, a maior distribuição de renda. Onde a agricultura entrou, ela fez a diferença. O Mato Grosso fez diferente graças ao olhar de Dante de Oliveira, lá atrás, que fez todo um aparato de políticas públicas para incentivá-la. É uma burrice achar que se pagar mais imposto melhora a vida dos outros. É claro que não”, finaliza.

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Política MT

PT não cumpre cota feminina e Justiça Eleitoral barra chapa de candidatos à Câmara Municipal de Cuiabá

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Legenda inscreveu 28 candidaturas, sendo apenas 8 de mulheres

A Justiça Eleitoral indeferiu nesta quarta-feira (21) o registro da chapa de candidatos à Câmara Municipal de Cuiabá do Partido dos Trabalhadores (PT), por não cumprir a cota mínima de 30% destinada às mulheres.

A decisão é da juíza da 39ª Zona Eleitoral, Gabriela Carina Knaul de Albuquerque e Silva. “Isto posto, indefiro o pedido de registro do “Partido dos Trabalhadores’ para concorrer às Eleições Municipais 2020 no município de Cuiabá”, diz trecho da decisão.

A legenda inscreveu 28 nomes para concorrer às vagas na Câmara de Vereadores, mas apenas 8 são mulheres. Neste caso, precisaria de 9 inscritas para somar 32,14% e poder concorrer com a quantia de 28 candidatos. Para esse resultado, um homem precisaria desistir de concorrer à eleição e apresentar um nome feminino para a vaga.

De acordo com a Resolução nº 23609/2019, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não cumprir com a cota mínima é causa de indeferimento do registro de candidatura, caso não corrija se devidamente intimado.

Também nesta quarta-feira, a juíza Gabriela Carina Knaul,barrou a candidatura da professora Vera Bortolini (PT), como vice-prefeita de Cuiabá na chapa encabeçada pelo ex-juiz Julier Silva (PT).O motivo é que ela não estava filiada dentro do prazo estipulado pela Justiça Eleitoral, que é de seis meses antes da realização das eleições.

Agora, o PT terá que buscar outro nome para ocupar a vice de Julier, para evitar o risco da chapa ser cassada.

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Deputado critica Fávaro e revela pedido para Pivetta apoiar Coronel Fernanda

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O deputado estadual Silvio Fávero

“O Fávaro não lidera em Lucas do Rio Verde. Ele nunca liderou em Lucas. As pesquisas que nós temos hoje, o Fávaro perde dentro de Lucas do Rio Verde”, disse o deputado estadual Silvio Fávero (PSL), ao Portal O Documento nesta quarta-feira (21).

Defensor ferrenho da candidatura ao Senado da coronel Fernanda (Patriota), o deputado analisou a saída do ex-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, do PDT. Ele aproveitou para defender que esse amontoado de partidos deveria acabar. “Partido tinha que acabar, ter no máximo três partidos”.

Segundo o deputado, “o Pivetta resolveu apoiar a coronel Fernanda, que é a candidata do nosso presidente. Vejo com bons olhos”, disse, argumentando que essa postura inviabilizou a sua permanência nas fileiras do PDT, onde Pivetta militou por 15 anos.

Conforme o parlamentar bolsonarista, “a coronel Fernanda é o melhor para Mato Grosso e o Pivetta já não estava mais se sentindo bem dentro do PDT”, argumentou.

“Então isso foi um pingo de água que faltava para derramar o copo. Pivetta não é homem de ser pressionado, pelo contrário, eu pedi para ele apoiar a coronel Fernanda. Agora vai ser o coordenador da campanha da coronel Fernanda ao Senado”, anunciou.

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