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“Eu apanhei mais no Legião Urbana do que fazendo ‘Marighella'”, diz Wagner Moura

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Wagner esteve no podcast de Mano Brown
Reprodução/Spotify

Wagner esteve no podcast de Mano Brown

Quem lembra do tributo do Legião Urbana com Wagner Moura na MTV deve recordar das críticas que o artista sofreu por substituir Renato Russo. Em entrevista ao ‘Mano a Mano’, Wagner contou que sofreu mais ao participar do projeto do que produzindo o filme ‘Marighella’.

Ele contou que é fã da banda desde a infância e que apesar de ter uma banda, ele não é músico. “Você pegou a camisa 9 do Legião Urbana e diz que não canta, os fãs vão ficar bravos”, comentou Mano Brown. Então, Wagner rebateu e disse que sofreu muitas críticas dos fãs da banda. “Pô, mas eu apanhei mais fazendo o projeto do Legião do que ‘Marighella”, contou.

“Disseram que eu cantei mal para c***lho, que tudo, mas aquilo foi uma das coisas mais legais que eu fiz na minha vida”, disse, e em seguida, explicou como foi o projeto. “A MTV queria fazer um show com a Legião, então me convidaram. Eu estava na Alemanha fazendo o filme ‘Praia do Futuro’, então me ligaram e perguntaram se eu queria tocar com Dado e Bonfá para fazer um show, poxa, eles eram meus ídolos, foi incrível, era como se fosse um fã que eles cataram na plateia e colocaram para cantar com os caras”, contou.

Wagner comentou que a banda o ajudou na formação na adolescência e disse que as músicas fizeram parte da vida dele. “Eu fui escutar o rock inglês dos anos oitenta por causa da Legião, por eles, eu fui escutar The Smiths, The Cure, New Order, essa galera que depois eu comecei a ouvir. Li em uma revista que a banda era imitação dos Smiths, então fui procurar saber”, disse.

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No podcast, o ator também comentou sobre a primeira vez que viu um show dos Racionais, em Salvador. “Eu nunca vou esquecer aquele show. Você chamou uns moleques do rap de Salvador no palco, você rimou, você fez freestyle com um moleque lá. E eu nunca vou esquecer aquilo, cara. Aquele cara era muito zangado. Era uma raiva muito potente e compreensível”, relembrou.

Depois, Wagner perguntou o que mudou daquela época em relação ao Brown de hoje. “Eu não sou cheio de razão. Eu não afirmo mais nada com tanta convicção. Tá tudo em mutação. Só com 50 anos você percebe isso. Com 20 anos, você é um incendiário, e depois dos 30, vira bombeiro. Você quer corrigir as coisas, aquelas músicas, aqueles machismos, aqueles erros brutais da juventude que só o jovem tem direito a cometer”, disse o MC. Ouça o podcast:


Fonte: IG GENTE

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‘BBB 22’: Jequiti debocha de atividade da Avon e viraliza

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Tiago usou maquiagem da Avon, marca rival da Jequiti
Reprodução/BBB

Tiago usou maquiagem da Avon, marca rival da Jequiti

No ‘BBB’, vale tudo para viralizar nas redes sociais, até investir no deboche! Na tarde desta quinta-feira (20), os brothers fizeram uma atividade da Avon, marca patrocinadora do reality e ganharam produtos da marca. No Twitter, a marca de cosméticos publicou uma foto de  Tiago Abravanel fazendo skincare e usou um trocadilho para falar dos produtos. 

“Abrava descobriu que a brava pra cuidar da pele sou eu!”, diz a publicação da marca. A Jequiti, marca de cosméticos do avô de Tiago Abravanel, Silvio Santos, resolveu comentar com um pouco de deboche a publicação. 

“Pode testar A VONtade, mas quando ta no sangue, ta no coração…”, disse a marca.

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Os fãs do reality e de uma boa briga comentaram a publicação e fizeram memes sobre o assunto. “A Patrícia Abravanel usando o perfil da Jequiti para jogar shade”, disse um internauta, dizendo que a marca foi usada para mandar indireta. 






Fonte: IG GENTE

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Velório de Elza Soares será no Teatro Municipal do Rio de Janeiro

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Elza Soares morreu aos 91 anos
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Elza Soares morreu aos 91 anos

O velório da cantora Elza Soares, que morreu aos 91 anos nesta quinta-feira , será no Teatro Municipal do Rio, no Centro da Cidade, nesta sexta-feira. Inicialmente, a cerimônia será fechada para familiares e será aberta ao público ao meio dia.

Após o velório, o corpo será enterrado no cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap. A notícia da morte da cantora foi confirmada pela família.

“É com muita tristeza e pesar que informamos o falecimento da cantora e compositora Elza Soares, aos 91 anos, às 15 horas e 45 minutos em sua casa, no Rio de Janeiro, por causas naturais. Ícone da música brasileira, considerada uma das maiores artistas do mundo, a cantora eleita como a Voz do Milênio teve uma vida apoteótica, intensa, que emocionou o mundo com sua voz, sua força e sua determinação. A amada e eterna Elza descansou, mas estará para sempre na história da música e em nossos corações e dos milhares fãs por todo mundo. Feita a vontade de Elza Soares, ela cantou até o fim”, diz o comunicado, assinado por Pedro Loureiro, Vanessa Soares, familiares e Equipe Elza.

Elza Soares seguiu cantando até os últimos dias como sempre desejou. Considerada “cantora do milênio” pela rede de televisão britânica BBC, a artista se denominou “A mulher do fim do mundo” desde o lançamento do álbum homônimo, em 2015. Foi o 34º trabalho da carreira, o primeiro exclusivamente de inéditas.

“Tudo tem seu tempo certo. Esse CD, produzido por Guilherme Kastrup, veio na época em que eu mais precisava de apoio e carinho. Tinha acabado de perder um filho e estava na luta para me recuperar após uma séria cirurgia na coluna. Deus é justo”, resignou-se Elza, para completar: “E agora está aí esse trabalho incrível. Estou muito feliz”. 

O trecho fez parte de uma entrevista exclusiva ao EXTRA. Nela, a artista relembrou toda sua trajetória de luta e dor, até pela perda de cinco filhos.

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“A Elzinha é essa mulher que eu canto. É um disco com 11 canções que me renovou. Fala de pobreza, agressão à mulher, amor, sexualidade… Tudo que eu já passei. A gente está nessa vida para lutar”, defendeu ela: “Eu acredito em Deus, nos meus guias de luz. A resposta para vida está aqui entre nós. Nunca me revoltei por tudo que já me aconteceu. Não sou a única a perder filho. É claro que dói demais. Mas todos nós temos uma missão”.

Apegada à religiosidade, Elza Soares declarou que sua sensibilidade espiritual era tão aguçada que o dom da premonição a acompanhava há tempos. Por duas vezes, revela, soube que os filhos morreriam.

“Eu ia percebendo com alguns sinais enquanto estava dormindo, acordada… É complicado explicar “, afirmou ela, que continuou: “Da mesma forma como aconteceu com o Garrinchinha (nascido em 1976 e morto num acidente de carro aos 9 anos, quando voltava de Pau Grande, distrito da cidade do pai-ídolo, Magé, na Região Metropolitana do Rio), foi com Gilson (morto aos 59 anos após complicações de uma infecção urinária e sepultado no dia 27 de julho, aniversário dela)”, disse.

“Se eu colocar isso como primeiro plano da minha vida, enlouqueço. Deixo acontecer porque eu não sou daqui, ninguém é. De qualquer maneira, você não tem ideia de como é angustiante saber que um filho vai morrer”, disse.  

Fonte: IG GENTE

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