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ETANOL/CEPEA: Preço da gasolina cai nas refinarias, e mercado de etanol recua

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Cepea, 2/8/2022 – O mercado de etanol se retraiu um pouco na última semana após o anúncio de queda no valor da gasolina A nas refinarias no dia 28 de julho. O novo preço do combustível fóssil, que começou a valer a partir da sexta-feira, 29, fez com que vendedores e compradores ficassem mais cautelosos ou até mesmo fora das negociações. Segundo colaboradores do Cepea, algumas unidades produtoras ainda conseguiram vender o etanol pelo preço que tinham ofertado, mas apenas volumes pequenos e pontuais. Em função disso, a quantidade de etanol hidratado comercializada e captada pelo Cepea entre 25 e 29 de julho foi 16,4% menor na comparação com o período anterior. Quanto aos preços, as cotações do hidratado tiveram pequena alta, visto que a posição firme do vendedor prevaleceu frente ao enfraquecimento da demanda, observado apenas no fim da semana passada. O Indicador CEPEA/ESALQ semanal do biocombustível foi de R$ 2,9426/litro, valor líquido de impostos (sem ICMS e PIS/Cofins – alíquota zerada), leve alta de 0,28% frente ao período anterior. No caso do anidro, entretanto, houve recuo, de 1,47%, com o Indicador CEPEA/ESALQ fechando em R$ 3,4682/litro de 25 a 29 de julho, valor líquido de impostos – PIS/Cofins (alíquota zerada). Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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Fungicida carbendazim é proibido pela Anvisa

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (08), por unanimidade, a proibição, em todo o país, do uso do fungicida carbendazim em produtos agrotóxicos. 

 Por ser largamente utilizado por agricultores brasileiros nas plantações de feijão, arroz, soja e de outros produtos agrícolas, a fim de evitar danos ao meio ambiente, devido à queima ou ao descarte inadequado, a eliminação do produto será realizada de forma gradual. Por outro lado, a importação, tanto do produto técnico como do formulado, será proibida de imediato, a partir da publicação da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC). 

Para a produção, na versão formulada, a proibição começará a valer dentro do prazo de três meses, já para a comercialização, a proibição terá início no prazo de seis meses, contados a partir da publicação, que deverá ocorrer nos próximos dias. 

A Anvisa dará prazo de 12 meses para o início da proibição da exportação desses produtos

A determinação de suspensão do carbendazim já havia sido feita de forma cautelar no dia 21 de junho, durante reunião extraordinária da diretoria colegiada da Anvisa. Entre os argumentos para a proibição do produto está a suspeita de  de mutagenicidade, carcinogenicidade, toxicidade para o desenvolvimento e toxicidade reprodutiva.

Apesar de estar entre os 20 agrotóxicos mais utilizados no Brasil, o carbendazim é proibido em países da Europa, na Austrália e nos Estados Unidos há muitos anos.

Fonte: AgroPlus

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Brasil negocia primeiro embarque de milho para a China

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Conforme fontes do governo, há a possibilidade de o Brasil embarcar o primeiro lote de milho para a China ainda neste ano. Inicialmente, a expectativa era de que o produto enviado para a China seria o da safra 2022/2023, porém os chineses precisam do milho antes. 

No entanto, para que isso ocorra, o Brasil precisará atender os requisitos de ordem técnica exigidos pela China. Conforme um interlocutor que acompanhou a negociação, o que definirá se o milho embarcado será o desta safra ou da próxima é o cumprimento dos requisitos.

Em virtude da sua necessidade pelos grãos, a China concordou com a antecipação dos embarques da safra 2022/2023 para o milho produzido em 2021/2022, abrindo mão do monitoramento de eventuais pragas, que possam ter acometido as lavouras do cereal. Em reunião para apresentar os protocolos de exportação à China, nesta sexta-feira (05), o governo sinalizou que os primeiros embarques de milho poderiam ser realizados ainda neste ano e que o governo chinês já teria emitido licenças para as empresas brasileiras exportarem milho. 

Diante disso, as empresas brasileiras têm até o dia 19 deste mês para manifestar interesse em exportar o cereal para a China junto ao ministério da Agricultura, que fará a avaliação das unidades e então concederá a habilitação.

Segundo o informe do governo da China, esta safra não precisará cumprir todas as exigências de controle das 18 pragas quarentenárias indicadas no protocolo, porém, para a próxima,o cumprimento já será obrigatório. 

 A antecipação da China pelos embarques de milho ocorre devido a preocupação, cada vez maior, em garantir o abastecimento para a produção de carne suína, de aves e de ovos. 

Fonte: AgroPlus

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