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ETANOL/CEPEA: Cotação do hidratado sobe pela 6ª semana consecutiva

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Cepea, 13/08/2019 – De acordo com pesquisas do Cepea, o preço do etanol hidratado subiu em São Paulo pela sexta semana consecutiva. O suporte segue vindo da demanda aquecida e do posicionamento firme por parte de muitas usinas – algumas unidades estão fora das vendas. Entre 5 e 9 de agosto, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado fechou a R$ 1,7441/litro (sem ICMS e sem PIS/Cofins), alta de 1,09% em relação à semana anterior. No caso do etanol anidro, o Indicador CEPEA/ESALQ foi de R$ 1,9454/litro (sem PIS/Cofins), aumento de 2,43% no mesmo período. Dados da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar) divulgados na sexta-feira, 9, mostram que a demanda por etanol segue bem aquecida. Em julho, o volume de hidratado vendido no mercado interno por usinas do Centro-Sul somou 1,94 bilhão de litros, quase 13% acima da quantidade de junho. Quanto ao anidro, foram 755 milhões de litros vendidos por usinas em julho. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: Diárias de Mercado
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Mapa participará de congresso sobre seguro agrícola na América Latina

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento será um dos participantes do evento internacional “Novos desafios do seguro agrícola: tecnologias massivas e disruptivas”, que ocorrerá em Mendoza, na Argentina. O evento é organizado pela Associação Latino-Americana para o Desenvolvimento de Seguros Agrícolas (Alasa), que realizará seu XVI Congresso Internacional,  de 9 a 12 de março deste ano.

Estima-se que aproximadamente 450 pessoas de diferentes nacionalidades participem do congresso, incluindo produtores rurais, corretores, representantes das principais seguradoras da América Latina e resseguradoras do mundo, integrantes de órgãos públicos dos países da região e demais atores da cadeia de valor. 

A programação prevê apresentações e workshops sobre diferentes tópicos relacionados ao seguro rural, como seguro agrícola como investimento público, tendências em questões internacionais, incorporação de tecnologias disruptivas e crescimento no seguro agrícola, visão de gestão de riscos no mercado agroalimentar e regulamentação paramétrica de seguros.

Entre os expositores estão os principais especialistas do setor público e privado. Também haverá visitas de campo ao Alasa Tech Latam Entrepreneurs, um espaço especialmente dedicado à tecnologia ligada à atividade agrícola, onde os empreendedores podem conhecer e trocar experiências sobre gestão de riscos agropecuários e soluções de impacto em inovações.

>> Inscrições podem ser feitas aqui

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Fonte: MAPA GOV
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Preço da carne bovina desacelera e segue em tendência de queda

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A redução na demanda pelo consumidor e no volume de exportações da carne bovina para a China têm provocado o recuo no preço do produto no varejo. Esse movimento reflete a variação no preço da arroba do boi gordo ao produtor que, em média, já caiu em torno de 5% desde o início do ano, segundo levantamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Os preços do boi gordo nesta sexta feira (24) estavam cotados entre R$ 170 e R$ 180.  Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, foi registrada uma queda 10,5%, na comparação entre o preço de R$ 190, em 30 de dezembro de 2019, e o fechamento na sexta-feira, em R$ 170.

A redução se torna ainda maior ao avaliar o comportamento do mercado em relação ao início de dezembro, quando a arroba chegou a R$ 216, conferindo uma queda da ordem de 21% em relação a esta sexta-feira.

O recuo no preço da carne também foi verificado no levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na quinta-feira (23). O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), a prévia da inflação, captou uma forte desaceleração no valor do produto. De uma alta de 17,71% em dezembro, a variação no preço da carne chegou a 4,83% em janeiro, puxando a inflação para baixo.

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Para o coordenador-geral de Apoio à Comercialização da Agricultura Familiar do Mapa, João Antônio Salomão, além da questão das exportações, outros fatores contribuíram para pressionar o preço para baixo. “Neste período, há uma tendência de menor consumo de carne bovina, em virtude das férias e houve também uma mudança de hábito do consumidor, que migrou para a compra de outros tipos carnes, como frango e peixes”, observa.

No varejo, os preços devem seguir tendência de queda, em virtude da demanda enfraquecida. O valor de cortes traseiros, que têm cotações mais altas e mais sensíveis à variação do mercado, registrou forte queda, como a alcatra. Enquanto em dezembro esse corte teve uma variação de 21,26%, neste mês, foi 4,49%, de acordo com o IPCA-15, do IBGE.

Informações à imprensa[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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