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Internacional

Estudo sobre origem do universo dá Nobel de Física a 3 cientistas

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Os estudos no campo do Cosmos de James Peebles, por um lado, e de Michel Mayor e Didier Queloz, por outro, foram premiados hoje (8), em Estocolmo, com o do Nobel da Física. Eles dividirão o prêmio equivalente a R$ 3,72 milhões.

Peebles é canadense e os outros dois cientistas nasceram na Suíça.

Phillip James Edwin Peebles é um físico de 84 anos. Nascido no Canadá, tem também nacionalidade norte-americana.

Michel Mayor é um astrônomo suíço de 77 anos. Em 1995, descobriu o primeiro planeta extra-solar, o 51 Pegasi.

Didier Queloz, que descobriu com Michel Mayor o Pegasi, tem 53 anos. Os astrônomos usaram o método de velocidade radial no Observatório de Genebra.

Foi essa descoberta que deu aos três o Nobel de Física.

O Prêmio Nobel da Física 2019 foi atribuído aos três cientistas por novas teorias em cosmologia e pela descoberta do planeta extra-sistema solar na órbita de uma estrela como o Sol.

Na primeira manifestação após o anúncio da premiação, os dois cientistas suíços declararam que “este prêmio é simplesmente extraordinário”.

Num comunicado da Universidade de Genebra, Michel Mayor e Didier Queloz relembram a “excitação” de 1995, quando descobriram o planeta fora do nosso sistema solar.

“Essa descoberta é a mais excitante de toda a nossa carreira e agora sendo ela recompensada com um Prêmio Nobel é simplesmente extraordinário”, afirmam os cientistas suíços.

Nobel de Medicina

O Prêmio Nobel de Medicina de 2019 foi concedido aos cientistas William G. Kaelin Jr., Sir Peter J. Ratcliffe e Gregg L. Semenza “pelas suas descobertas de como as células sentem e se adaptam à disponibilidade de oxigênio”. O anúncio foi feito ontem (7) em Estocolmo, na Suécia.

Na página oficial do Twitter, a organização do Nobel anuncia os três vencedores com um trabalho que “revela os mecanismos moleculares que demonstram como as células se adaptam às variações no fornecimento de oxigênio”.

Os vencedores são dois norte-americanos e um inglês. William Kaelin, nascido em 1957, em Nova Iorque, é especialista em medicina interna e oncologia. Gregg Semenza, também nascido em Nova Iorque, em 1955, é pediatra e o britânico Peter Ratcliffe, nascido em Lacashirem, em 1954, é perito em nefrologia.

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Internacional

Tóquio tem recorde de 3.177 novos casos de covid-19

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O governo metropolitano de Tóquio confirmou nesta quarta-feira (28) 3.177 novos casos de coronavírus na capital japonesa.

Assim, a cidade registra recorde diário de infecções pelo segundo dia consecutivo. A marca ficou acima dos três mil casos pela primeira vez desde o início da pandemia.

O número desta quarta-feira saltou 1.345 casos em comparação com o mesmo dia da semana passada.

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Internacional

Gangues de macacos: Primatas se encontram e brigam em rua da Tailândia; assista

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Confronto entre grupos de primatas ocorreu em Lopburi, no centro, em frente às ruínas de um templo budista
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Confronto entre grupos de primatas ocorreu em Lopburi, no centro, em frente às ruínas de um templo budista

Turistas e motoristas que transitavam em pelas ruas de Lopburi, uma cidade no centro da Tailândia, na última segunda-feira (26), se depararam com um confronto inusitado: duas  gangues de macacos rigando entre si. Veja o momento em que os grupos se encontram:

Nas imagens, é possível observar que os motoristas pararam os carros com medo dos macacos que se enfrentavam. Claramente há uma lacuna entre os dois grupos, que se observam com uma certa distância.

Khun Itiphat, um morador local, disse que ele se encontrava em um prédio “perto do templo quando ouvi os gritos dos macacos. Percebi que eles estavam discutindo. Então todos eles correram para a estrada e começaram a lutar.”

A causa da briga, segundo alguns habitantes da região, seria de que um dos grupos de macacos costuma transitar pelo terreno do antigo templo budista próximo do local. Com isso, turistas acabam alimentando os animais. O outro grupo parmanece próximo ao cinema da cidade e passou a querer ocupar uma outra área, o que gerou um estranhamento entre as ‘gangues’.


Supakarn Kaewchot, veterinário do governo, ressaltou que “os macacos estão acostumados a serem alimentados por turistas” e que desde o início da pandemia, com a diminuição no número de turistas, “eles se tornaram mais agressivos, lutando contra os humanos por comida para sobreviver.”

Fonte: IG Mundo

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