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Internacional

Estudantes estrangeiros são barrados nos EUA devido a regras de vistos

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Estudantes estrangeiros já foram impedidos de ingressar nos Estados Unidos (EUA), devido às novas regras do governo Donald Trump que barram a entrada de alunos no país se as respectivas instituições de ensino realizarem aulas exclusivamente online durante a pandemia do novo coronavírus.

Um documento, assinado por dezenas de universidades e faculdades, foi apresentado em apoio a uma ação civil da Universidade de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) que tenta derrubar as novas regras de imigração estabelecidas no dia 6 de julho, que pegaram instituições acadêmicas de todo o país de surpresa.

O texto afirma que as autoridades imigratórias “já estão impedindo que estudantes em retorno voltem a entrar no país” e citou o caso de um aluno da Universidade DePaul, que voltava da Coreia do Sul e foi barrado no Aeroporto Internacional de San Francisco.

A Universidade DePaul não quis liberar o aluno para conceder entrevista. Um porta-voz da Agência de Proteção da Alfândega e da Fronteira dos EUA não comentou sobre os estudantes cujo ingresso está sendo negado em respeito às novas regras.

O comunicado foi somente um de uma série de documentos apresentados por várias associações comerciais, sindicatos trabalhistas e empresas de tecnologia, como Google, Microsoft, Facebook e Twitter, para apoiar a ação civil. Eles foram seguidos por mais de duas dúzias de cidades grandes e pequenas e condados que repudiaram a medida. 

Há mais de 1 milhão de estudantes estrangeiros em universidades e faculdades dos EUA, e muitas escolas dependem da renda deles, que muitas vezes pagam mensalidades integrais.

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Internacional

Paris obriga uso de máscaras ao ar livre em áreas movimentadas

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Autoridades de Paris, neste sábado (8), impuseram o uso obrigatório de máscaras ao ar livre em regiões movimentadas da capital francesa, a partir de segunda-feira (10), no momento em que crescem as infecções por coronavírus na cidade.

A regra se aplica a pessoas com 11 anos ou mais, disse a prefeitura de Paris, em um comunicado.

“Todos os indicadores mostram que, desde meados de julho, o vírus voltou a circular mais ativamente”, disse a prefeitura.

A taxa de testes positivos na região da Grande Paris está em 2,4%, em comparação com a média nacional de 1,6%, acrescentou.

As regiões onde as máscaras serão obrigatórias serão detalhadas separadamente e avaliadas regularmente, disse a prefeitura. Serão incluídas áreas com alta densidade demográfica nos subúrbios de baixa renda da capital.

Após medidas rígidas de lockdown diminuírem a velocidade das infecções, muitos países europeus estão começando a ver novos bolsões do vírus depois de afrouxar as restrições para tentar limitar os danos econômicos e aliviar a frustração popular.

A França tornou obrigatório o uso de máscaras em espaços públicos fechados, como lojas e bancos, desde 21 de julho, e Paris se junta a uma lista crescente de cidades mandando pessoas usarem máscaras em áreas movimentadas ao ar livre, como Toulouse, Lille e Biarritz.

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Internacional

Primeiro-ministro do Líbano diz que vai propor eleições antecipadas no país

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explosão
Reprodução/Twitter

Moradores filmaram explosão no começo da tarde da última terça-feira (4).

O Primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou em discurso televisionado, neste sábado (8), que vai propor antecipar as eleições no país para aliviar a crise que se instaurou após a  explosão no porto de Beirute e que culminou em uma  onda de protestos da população.

Hassan Diab afirmou que está disposto a permanecer no cargo de primeiro-ministro até que o parlamento libanês possa organizar novas eleições no país. “Convido as partes a chegarem a um acordo sobre o próximo passo. Proporei na segunda-feira no governo a convocação de eleições antecipadas. Estamos em estado de emergência quanto ao destino e ao futuro do país”, afirmou Diab.

Motivos

Após a explosão de 2.750 toneladas de nitrato de amônio no porto de Beirute, na última terça-feira (4), começaram a surgir notícias relacionadas às condições precárias do depósito. Segundo investigações, o composto usado como fertilizante estava no porto da cidade há seis anos.

Neste sábado, uma onda de protestos em Beirute acabou em confronto entre os manifestantes e o exército,  após parte do grupo tentar invadir o parlamento local. Os protestos ocorrem como uma represália ao governo local, que agiu de maneira irresponsável por não armazenar adequadamente o material exposivo, segundo manifestantes. 

Fonte: IG Mundo

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