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Agro News

Estão disponíveis as agromensais de maio/2022

Publicado

Cepea, 06/06/2022 – O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, disponibiliza hoje as hoje as agromensais de maio de 2022.

Confira aqui!

Abaixo, alguns trechos das análises mensais:

AÇÚCAR: Os preços médios do açúcar cristal seguiram em queda em quase todo mês de maio no mercado spot do estado de São Paulo. Mesmo ainda sendo baixa, a oferta de açúcar da safra 2022/23 pressionou os valores no mercado à vista. A produção nas usinas paulistas – que teve seu início tardio nesta temporada 2022/23 – continua em ritmo inferior ao da temporada passada, mas a disponibilidade do cristal Icumsa 180 vem aumentando no spot paulista.
 
ALGODÃO: O preço do algodão em pluma esteve predominantemente em alta ao longo de maio, chegando a renovar o recorde nominal da série histórica por diversos momentos, sendo o último no dia 18, quando o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento 8 dias, chegou a R$ 8,1834/lp. Assim, no acumulado do mês, o Indicador subiu 10,20% – este foi o terceiro mês consecutivo de avanço.
 
ARROZ: A presença mais ativa de compradores e uma certa resistência vendedora mantiveram os preços do arroz firmes e praticamente estáveis no Rio Grande do Sul ao longo de maio. O Indicador CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros e pagamento à vista) registrou a mínima de R$ 69,97/sc de 50 kg no dia 5 e a máxima de R$ 71,81/sc no dia 30, uma diferença de apenas 1,84 Real/sc.
 
BOI: Os preços do boi gordo oscilaram ao longo de maio, mas o movimento predominante no mês foi de queda. No acumulado do período (entre 29 de abril e 31 de maio), o Indicador CEPEA/B3 (estado de São Paulo) recuou 4%, fechando a 321,40 no dia 31.

 
CAFÉ: Os preços do café arábica apresentaram fortes oscilações em maio. No início do mês, os valores foram pressionados por movimentos técnicos, por incertezas relacionadas à demanda global e pelo início da colheita da safra 2022/23.

 
ETANOL: Os preços dos etanóis recuaram em São Paulo em maio. A pressão veio de diversos fatores, como demanda enfraquecida, progresso da moagem – favorecida pelo clima seco na maior parte da região Centro-Sul – e, sobretudo, incertezas relacionadas à questão tributária dos combustíveis. Com isso, agentes do mercado atuaram de maneira cautelosa no momento da tomada de decisão (compra ou venda). 

 
FRANGO: O baixo poder de compra da população brasileira, fragilizado sobretudo pelo avanço da inflação no País, limitou as vendas de carne de frango em maio. Além disso, o elevado patamar do preço da proteína entre o encerramento de abril e o começo de maio no mercado interno também dificultou o escoamento do produto. Diante disso, muitos vendedores reduziram os valores de negociação ao longo do mês, como forma de evitar acumular estoques. 

 
MILHO: Os preços do milho apresentaram queda na maior parte de maio, com exceção da segunda semana, quando as cotações subiram porque agentes estiveram receosos com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, o que limitou o ritmo de negócios internos. Contudo, apenas algumas áreas do Paraná, de Mato Grosso do Sul e de Minas Gerais registraram geadas, com intensidades de baixa a moderada, e que não devem resultar em grandes quebras na produção, segundo agentes. 

 
OVINOS: Em maio, tanto os valores dos animais vivos quanto da carcaça subiram na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. De acordo com colaboradores, a demanda por parte de redes varejistas, açougues e restaurantes apresentou uma leve melhora em relação ao mês anterior, principalmente no Paraná e em Mato Grosso.

 
SOJA: A valorização do dólar frente ao Real atraiu importadores ao Brasil em maio, resultando em aumentos nos preços domésticos da soja e em elevação da liquidez nacional. No entanto, o atraso de navios e a falta de cota nos portos brasileiros limitaram as exportações do grão. O movimento de alta dos preços foi contido pela colheita da safra 2021/22 na América do Sul, que, até o fim de maio, já estava praticamente finalizada.

 
TRIGO: Agentes do setor tritícola nacional estiveram focados na semeadura da nova safra. No Paraná, mais da metade da área estimada no estado já foi semeada, e a produção deve ser superior à do ano passado, mesmo com a menor área. As atividades de campo também foram iniciadas no Rio Grande do Sul, o estado com a maior produção em 2021.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações: [email protected] e (19) 3429 8836.

Fonte: CEPEA

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BOI/CEPEA: Exportação recorde no 1º semestre sustenta preço interno

Publicado

Cepea, 07/07/2022 – O volume de carne bovina in natura exportado pelo Brasil no primeiro semestre de 2022 e a receita arrecadada pelo setor foram recordes para o período. Segundo pesquisadores do Cepea, com as vendas de carne no mercado brasileiro ainda registrando fraco desempenho e com o dólar valorizado frente ao Real, frigoríficos brasileiros que têm acesso ao mercado externo seguem focados neste canal de escoamento. Vale lembrar que esse cenário sustenta os valores internos do boi gordo, que seguiram em patamares elevados de janeiro a junho. Segundo dados da Secex, de janeiro a junho, os embarques de carne bovina in natura totalizaram 932,34 mil toneladas, 26,71% acima do volume escoado no mesmo período do ano passado e 19,93% superior ao até então recorde para um primeiro semestre, registrado em 2020. Quanto à receita, em moeda nacional, somou R$ 28,4 bilhões na primeira metade deste ano, forte aumento de 50,5% frente ao mesmo período do ano anterior e também um recorde. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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SUÍNOS/CEPEA: Receita com exportações é a maior desde outubro/21

Publicado

Cepea, 07/07/2022 – Os embarques brasileiros de carne suína in natura somaram 83,5 mil toneladas em junho, 4,7% a mais que em maio, porém, 14,6% inferior ao volume exportado de junho/21, segundo dados da Secex. A receita com as vendas externas, por sua vez, totalizou US$ 202,9 milhões, avanço de 6,3% frente ao mês anterior. Em moeda nacional, o montante recebido por exportadores em junho cresceu expressivos 8,7% no comparativo mensal, atingindo o melhor resultado desde outubro/21, ainda de acordo com dados da Secex. Além do incremento no valor médio pago pela tonelada do produto, a valorização da moeda norte-americana frente ao Real reforçou o aumento da receita em Reais. Pesquisadores do Cepea indicam que, mesmo com o bom desempenho das exportações, os preços do animal vivo no mercado brasileiro independente apresentaram variações distintas dentre as praças acompanhadas pelo Cepea. Regiões do Paraná e de Santa Catarina tiveram tendência de baixa nos valores, mas, no Sudeste, houve sustentação. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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