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Estão disponíveis as agromensais de junho/19

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AÇÚCAR: Com o andamento da safra 2019/20, os preços do açúcar cristal registraram queda mais expressiva em junho. O clima seco predominou no estado de São Paulo, o que favoreceu a colheita e o processamento da cana. Com isso, as usinas paulistas ofertaram maiores quantidades do cristal no mercado spot, mesmo com a maior produção do etanol. A demanda por parte dos compradores esteve um pouco mais aquecida. Com isso, houve um aumento na participação do volume negociado no spot no correr do mês. Leia mais. 

 

ALGODÃO: O mês de junho foi marcado pela espera da entrada efetiva de algodão da nova safra 2018/19 no spot. Nesse cenário, as compras no spot envolveram pequenos volumes, no intuito de atender à necessidade imediata. Vendedores, por sua vez, estiveram flexíveis nos preços pedidos, mas compradores ofertaram valores ainda menores. Cotonicultores também estiveram atentos às atividades no campo e ao desenvolvimento das lavouras. Apesar do ritmo lento de colheita ao longo do mês, assim como beneficiamento, produtores indicaram estar com boa parte da produção comprometida em contratos. Leia mais. 

 

ARROZ: Em junho, o Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% grãos inteiros, cedeu 2%, fechando a R$ 43,45/sc de 50 kg no dia 28. Na parcial de 2019 (de 28 de dezembro a 28 de junho), entretanto, o Indicador acumula alta de 8,2%. A média de junho/19, de R$ 43,98/sc de 50 kg, está apenas 0,5% menor que a de maio/19, mas 7% superior à de junho/18 (valores atualizados pelo IGP-DI de maio/19). Leia mais. 

 

BOI: Os preços do boi gordo oscilaram com força em junho. Nos primeiros dias do mês, o Indicador do boi gordo ESALQ/B3 chegou a acumular queda de 5,42% (até o dia 5), fechando a R$ 144,85 no dia 5, o menor patamar diário desde novembro do ano passado. Já de meados do mês até o dia 28, os preços voltaram a subir, recuperando todas as perdas. Assim, no acumulado de junho, o Indicador registrou alta de 2,42%, fechando a R$ 156,85 no dia 28. Leia mais. 

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CAFÉ: Assim como para o arábica, houve recuperação das cotações do robusta em junho, influenciados pela maior demanda – especialmente pelas indústrias de torrefação – e pela elevação dos futuros na Bolsa de Londres no final do mês. A alta dos valores e a maior demanda também permitiram o fechamento de negócios em junho, sendo que, no Espírito Santo, a comercialização da safra 2018/19 se aproximou dos 90% do total da safra. Já em Rondônia, colaboradores apontam que praticamente 100% havia sido vendida já em maio. Leia mais. 

 

ETANOL: Em junho, a média das semanas cheias do Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado foi de R$ 1,6206/litro, valor 1,5% menor que as semanas de maio. Para o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol anidro, o Cepea também registrou queda, de 3,53%, com média de R$ 1,8559/litro, considerando-se somente o mercado spot. Leia mais.  

 

FRANGO: Desde janeiro, os preços da carne de frango vinham aumentando no mercado atacadista da Grande São Paulo. No entanto, esse movimento perdeu força em junho, mas, ainda assim, os valores praticados estiveram acima dos verificados no mesmo período de 2018. Leia mais. 

 

MILHO: Impulsionados pela demanda externa aquecida, os preços do milho apresentaram considerável elevação em junho. No mercado de lotes (negociação entre empresas), a alta média das praças acompanhadas pelo Cepea foi de 5,5% e, no balcão (preço recebido pelo produtor), de 3,4%. Na região de Campinas (SP), compradores ainda aguardam um maior volume do cereal para realizarem negócios e, assim, o Indicador ESALQ/BMF&Bovespa subiu 0,8% no acumulado do mês, fechando a R$ 38,85/saca de 60 kg no dia 28. A média mensal, por sua vez, foi de R$ 38,04/sc, aumento expressivo de 9,2% em relação a maio. Leia mais.

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OVINOS: O período de entressafra para a criação de animais a pasto – e, consequentemente, menor oferta destes – tem evitado quedas significativas nos preços do cordeiro vivo em algumas regiões e até impulsionado os valores em outras. Quanto à carne, colaboradores do Cepea relataram maior liquidez em junho, mas esse fator não foi suficiente para elevar os preços na maioria das praças. Leia mais. 

 

SOJA: Os Indicadores da soja em grão subiram no mercado interno em junho e voltaram ao maior patamar desde dezembro/18, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IGP-DI maio/19). O impulso veio do aumento nos contratos futuros na CME Group (Bolsa de Chicago), que voltaram a operar acima dos US$ 9,00/bushel em meados do mês. O enfraquecimento do dólar frente ao Real, no entanto, limitou a alta no preço doméstico e a liquidez. O ritmo de negócios internos também esteve menor devido à disparidade entre as ofertas de compra e venda e à retração de parte de compradores, que se mostra abastecida. Leia mais. 

 

TRIGO: A média de preços do trigo no primeiro semestre de 2019 ficou superior à do mesmo período do ano passado. Em termos nominais, inclusive, as médias de janeiro a junho dos estados levantados pelo Cepea foram as maiores da série do Cepea, iniciada em 2004. Isso está linha com a expectativa inicial de agentes de mercado, de que em 2019 o mercado de trigo se fundamentaria mais em fatores de sustentação do que de pressão. Leia mais.

Fonte: CEPEA
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Encontro reúne líderes rurais e gestores de projetos financiados pelo FIDA no Mercosul

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF), participa do I Encontro de Líderes Rurais e Gestores de Projetos Financiados pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) no Mercosul Ampliado. O evento acontece em Juazeiro, na Bahia, e reúne mais de 80 pessoas de sete países da América Latina.

Representantes do Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai estão no encontro, para trocar experiências e avançar na formulação de acordos de articulação e ações conjuntas que qualifiquem os trabalhos dos projetos financiados pelo FIDA junto à agricultura familiar. Na programação, que encerra nesta quinta-feira (19), painéis de apresentação e debates com os temas: monitoramento e avaliação dos projetos; gestão de água para fins produtivos; acesso a recursos financeiros e mercados para produtos da agricultura familiar; e aumento de renda e redução da pobreza.

No Brasil, entre as iniciativas apoiadas pelo FIDA está o Projeto Dom Helder Câmara (PDHC), coordenado pela Departamento de Estruturação Produtiva (DEP), vinculado à SAF. Para contribuir com a redução da pobreza rural e das desigualdades no semiárido brasileiro, o projeto presta assistência técnica, por meio de parceria com a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), a mais de 57 mil agricultores familiares de 913 municípios do semiárido nordestino, Norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.

A coordenadora técnica do projeto, Josilene Magalhães, falou sobre a experiência do PDHC a partir da implementação do Sistema de Monitoramento e Avaliação, construído em parceria com a Universidade de Brasília (UnB) e com a Anater. “Os projetos precisam ter um sistema de monitoramento e avaliação bastante consolidado, pois é através dele que conseguimos mensurar os resultados e identificar pontos a serem otimizados. Entre os projetos apoiados pelo FIDA, o Dom Helder Câmara é o único que possui parceria com uma universidade e a participação de especialistas da academia é muito importante nesse processo”, ressaltou.

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Na manhã de ontem (18), dando continuidade à programação do encontro, a coordenadora do PDHC integrou comitiva que visitou os campos experimentais da Embrapa Semiárido. Ao grupo foram apresentadas pesquisas em sistemas de captação e gestão da água, como a que estuda o manejo da água no sistema integrado de produção familiar.

No local, a equipe da Embrapa mostrou que, em uma área de aproximadamente 1,5 hectare, é possível manter, com pouca água, módulos de criação de galinha e peixe, e de cultivo de hortaliças, frutas e milho para a produção de forragem e de sementes. De acordo com os técnicos da empresa, a disponibilidade de água para esse tipo de sistema é de 1 mil litros, com uso diário de 616 litros. O estudo aponta que a produtividade proporcionada pelo sistema garante a produção para consumo e comercialização do excedente.

“Proporcionar o acesso dos agricultores familiares que possuem pequenas áreas de cultivo a esse tipo de tecnologia é fundamental para a promoção da segurança alimentar e geração de renda, com uso racional da água, recurso naturalmente escasso na região do semiárido”, destacou Josilene Magalhães.

Visita aos campos experimentais da Embrapa Semiárido

O encontro é uma realização do FIDA, Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Programa Semear Internacional, Programa FIDA Mercosul Claeh, e Governo do Estado da Bahia, por meio do Projeto Pró-Semiárido, com a parceria da Confederação de Organizações de Produtores Familiares do Mercosul Ampliado (COPROFAM), Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM), Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais (CONTAG), Embrapa Semiárido e de diversas autoridades locais e regionais.

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Projeto Dom Helder           

O Dom Helder Câmara é um projeto de ações referenciais de combate à pobreza e apoio ao desenvolvimento rural sustentável nas regiões semiáridas do Brasil. Tem o propósito de reduzir desigualdades, moderando os efeitos causados pelas condições climáticas adversas com a integração de políticas públicas federais, estaduais e municipais.

Após acordo entre o Brasil e o FIDA, a primeira fase do projeto foi iniciada em 2001, sob coordenação do então Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), hoje Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura. Até 2010, foram beneficiadas 13 mil famílias no semiárido nordestino.

A segunda fase do programa foi iniciada em 2014, após renegociação com o FIDA. Nesta fase, o projeto tem como objetivo atender 74 mil famílias nos seguintes estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Minas Gerais e Espírito Santo.

A execução do PDHC também conta com a parceria do Ministério da Cidadania, por meio do Plano Brasil Sem Miséria (BSM), que já assegurou para mais de 9 mil famílias beneficiadas pelo projeto Dom Helder Câmara o acesso a recursos (R$ 2.400 por família) utilizados na implantação de projetos produtivos construídos em conjunto com os técnicos da Ater.

 O FIDA é uma instituição financeira internacional e uma agência especializada das Nações Unidas com sede em Roma – o centro mundial de alimentação e agricultura da ONU

Mais informações à imprensaCoordenação-Geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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O Boletim do Leite de setembro já disponível em nosso site!

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Cepea, 19/09/2019 – Nesta edição, confira:

 

Oferta limitada pode elevar cotações em setembro  Depois de registrar forte queda acumulada de 12,1% em julho e agosto, em termos reais (deflação pelo IPCA de agosto/19), os preços do leite recebido por produtores podem reagir em setembro. Isso porque a captação de agosto não se recuperou conforme o esperado por agentes do setor e a disputa das empresas por matéria-prima se intensificou. Leia mais.

 

Apesar de baixa liquidez, preço do leite UHT sobe em agosto O preço do leite longa vida recebido pelas indústrias em negociações com o atacado paulista registrou expressiva alta de 7,3% de julho para agosto, fechando o mês a média de R$ 2,53/litro. Segundo colaboradores do Cepea, os preços do UHT subiram mesmo com as vendas enfraquecidas por conta da oferta limitada de leite no campo durante o mês de agosto – o que influenciou as estratégias de processamento dos laticínios e também impactou os estoques do UHT. Leia mais.

Leia Também:  ALGODÃO/CEPEA: Junho tem início com vendedor flexível e baixo interesse comprador

 

Alta do dólar eleva exportações; importações ficam estáveis  Em agosto, os embarques nacionais de produtos lácteos subiram, enquanto as importações ficaram praticamente estáveis. As exportações totalizaram 1,8 mil toneladas em agosto, elevação de 2,2% frente a julho, mas recuo de 10,8% na comparação com o mesmo mês do ano passado. O total importado aumentou ligeiro 0,5% frente a julho, mas registrou baixa de 22,9% na comparação anual, com volume de 10,2 mil toneladas. Leia mais.

 

Custos de produção caem em agosto Os custos de produção da pecuária leiteira registraram ligeira queda em agosto. O Custo Operacional Efetivo (COE), que considera os gastos correntes da propriedade na “média Brasil” (BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP), recuou 0,45% frente a julho e o Custo Operacional Total (COT), que engloba o COE, o pró-labore e as depreciações, 0,43%. As baixas no COE e COT foram influenciadas, principalmente, pela desvalorização de 0,97% no grupo dos alimentos concentrados, na média Brasil, entre julho e agosto. Leia mais.

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Fonte: CEPEA
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