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Política MT

“Estamos firmes para ajudar MT a eleger uma senadora de potência”, diz 1ª secretário da Câmara de Sinop a Natasha

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Cumprindo agenda em Sinop, a pré-candidata ao Senado, Natasha Slhessarenko (PSB) recebeu reforço para a sua pré-campanha. O compromisso de auxiliar na construção desse projeto partiu do primeiro-secretário da Câmara Municipal, vereador Juventino Silva (PSB). Conforme o parlamentar, o projeto de Natasha oxigena o partido e orgulha aqueles que estão nas fileiras da legenda no estado.
“Estamos orgulhosos e firmes para ajudar Mato Grosso a eleger uma senadora de potência. Ela está super preparada para representar as mulheres e todos nós homens nesse país”, disse o vereador.
Além de Juventino, participaram do encontro o presidente municipal do PSB, Marlão Alves Damaceno, os pré-candidatos a deputado estadual Divino Carlos e a deputado federal Ozeas Veras, o suplente de vereador pelo PROS, João Batista, além de lideranças e servidores do legislativo municipal.
“Pelo currículo e projeto, você vai ser eleita. É um projeto muito bonito e nós estamos aqui para te ajudar”, declarou João Batista, que além de suplente de vereador é também advogado em Sinop.
Na pauta do encontro foram discutidos temas como educação e qualidade do ensino, oportunidades para jovens, atenção para as crianças e economia. Natasha destacou que a escolha pelo Senado se deu pela vontade de discutir políticas públicas econômicas, estruturantes e sociais. Ponderou que chegando ao cargo, não estará limitada por defender interesses de determinados setores. Com isso, poderá agir de forma autônoma, pautada por critérios técnicos. Acredita que somente a autonomia possibilita fazer a diferença no Senado Federal.
O encontro marca uma agenda que teve início na quarta-feira e se estende até o próximo domingo. Ao todo, 12 cidades serão visitadas pela pré-candidata. Natasha salienta que acredita na política que é “feita no diálogo, no olho no olho e não no ódio e nas fake news”. “Ideologia para mim é brigar por um propósito e eu estarei no Senado para brigar por políticas públicas para o nosso estado e o nosso país. Há disponibilidade, entusiasmo e não tenho medo do trabalho. Me preparei para levar ao Senado essa vontade”, asseverou.

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Política MT

CCJR analisa 27 propostas em reunião ordinária

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Também recebeu parecer favorável da comissão o Projeto de Lei nº 595/2022, sobre tratamento, em aterros sanitários, dos líquidos produzidos pelo lixo

Foto: Helder Faria

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) analisou 27 matérias durante reunião ordinária realizada na tarde desta terça-feira (5). Entre as 16 proposituras que receberam parecer favorável do colegiado está o Projeto de Lei nº 591/2022 , que cria a Coordenadoria de Proteção contra Incêndio e Pânico da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Com a efetivação do Corpo de Bombeiros na Casa, nós vamos retomar o treinamento feito com os servidores. A Assembleia tem um público flutuante de duas mil pessoas por dia e é importante que os servidores e visitantes tenham segurança para circular. Numa situação de sinistro, todos devem saber como agir para minimizar os danos que possam ocorrer. Então a Assembleia e o público ganham com essa presença do CBM”, explicou o capitão BM Janisley Teodoro Silva.

Também recebeu parecer favorável da comissão o Projeto de Lei nº 595/2022, sobre tratamento, em aterros sanitários, dos líquidos produzidos pelo lixo. “Por lixiviado entende-se, para efeito desta Lei, o líquido resultante da infiltração de águas pluviais no maciço de resíduos, da umidade dos resíduos e da água de constituição de resíduos orgânicos liberados durante sua decomposição no corpo do aterro sanitário”, diz trecho da proposta. O texto pretende obrigar aterros a drenar e tratar adequadamente o lixiviado. O prazo para adaptação à regra seria de dois anos.

Foram alvo de pedido de vista os PLs nº 1295/2019 e 421/2021. O primeiro visa proibir a cobrança de taxa de conveniência na venda de ingressos pela internet, enquanto a outra proposição pretende obrigar mercados e estabelecimentos similares a acomodarem, num mesmo local, produtos alimentícios elaborados sem adição de açúcar, glúten, lactose ou sem origem animal. A finalidade é facilitar a localização de produtos por pessoas que possuam doença celíaca, diabetes, sejam intolerantes à lactose ou vegetarianos. 

Fonte: ALMT

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Vereadora afirma que a conduta de Paccola é política e defende debate sobre armamento

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A vereadora Edna Sampaio (PT) rebateu nesta terça-feira (5) as acusações de que estaria havendo uso político do pedido de afastamento apresentado por ela à Comissão de Ética da Câmara Municipal  contra o vereador Marcos Paccola (Republicanos),  réu confesso da morte do agente penitenciário Alexandre Miyagawa.
No documento, ela argumenta que a conduta de Paccola feriu o decoro parlamentar e promoveu o rebaixamento da Câmara. “A Câmara é uma Casa de Leis,  uma casa política. Todas as nossas atitudes são políticas: a atitude de falar e de silenciar, a de se solidarizar com um ou com outro lado. Dizer que o que está acontecendo não é uma questão política é tentar silenciar aqueles que querem refletir sobre o episódio”, disse ela.
A vereadora apontou as posições de Paccola como políticas.  “Tenho ouvido discursos de ódio produzidos pelo vereador Paccola. É uma posição política dele, que fez política o tempo todo em relação a isso. Fez política quando disse que teria munição para atingir 500 petistas; fez política quando defendeu que bandido tem que ser morto, quando cruzar com a polícia; fez política ao ser coordenador de uma organização nacional chamada Pró-armas e ser candidato apoiado por esta organização”, disse.
Para a parlamentar, o assassinato de Miyagawa foi um ato político, resultado de uma ideologia que justifica a morte de qualquer pessoa que represente risco. “Olhem as redes sociais do Paccola para entender exatamente a dinâmica que presidiu a percepção dele sobre aquela situação, uma percepção fundada em suas crenças. Isso é política”, argumentou.
A vereadora também rebateu as críticas de que o debate fugiria da competência da Câmara por estar sub júdice. “Quando apresentamos o pedido de Comissão Processante contra o prefeito, não argumentamos sobre a necessidade de se esperar uma decisão judicial para aprovar a abertura da comissão. Os vereadores defenderam a abertura imediata da comissão e estávamos corretos, pois essa é a prerrogativa da Câmara”, disse ela.
“A Câmara não é delegacia, nem poder judiciário. Mas, se num crime de corrupção, com processo ainda em andamento, defendemos uma comissão processante, imagine em um crime de homicídio com réu confesso?”.
Edna também argumentou que a gravidade dessa situação supera a acusação de conduta sexual imoral que levou à cassação do então vereador Ralf Leite, em 2009.
Em sua opinião, discursos de ódio não podem extrapolar a legislação e o papel institucional da polícia, e o conceito do policial justiceiro não representa o pensamento da maioria da corporação. “Não é pessoal, não é sobre a pessoa do Paccola e sua família – que está sofrendo muito e  com a qual me solidarizo –  é sobre defender a violência como forma de combater a violência, defender a ação policial fora dos ditames da lei”, disse.
“Não precisamos de justiceiros, precisamos de leis, de um estado correto, de uma polícia que saiba de seu papel. Quando a polícia defende que seu papel é matar as pessoas, deixa de ser polícia, pois no Brasil não há pena de morte, não há legislação que diz que ‘vagabundo tem que ser morto ao cruzar com a polícia’. Ninguém está autorizado a agir fora da lei”.

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