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Política MT

“Estamos 120% com esse Governo”, afirma prefeito sobre apoio à reeleição de Mauro Mendes

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Ari Lafin destacou os investimentos feitos pela gestão

O prefeito de Sorriso, Ari Lafin, pediu que o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, se candidate à reeleição, e já antecipou o seu apoio. O pedido foi feito nesta quinta-feira (30), durante visita do governador Mauro Mendes ao município. “Já me coloquei à disposição há meses e ressalto a importância para Mato Grosso da sua permanência. Deus está ao seu lado e do lado da sua família, e as dificuldades serão recompensadas por tudo o que vocês fizeram e fazem por Mato Grosso”, afirmou o prefeito.

Ari Lafin lembrou que, em março de 2019, o governador foi vaiado por alguns produtores, mas que nesses três anos e meio, as vaias foram devolvidas por Mauro Mendes com “trabalho, suor e dedicação” em prol de Sorriso e de todo o Estado. “Eu pensei que, após as vaias, eu seria muito rejeitado na Capital do Estado, por tudo o que o senhor passou aqui. Mas não fui. E o senhor consegue mostrar que suas atitudes são verdadeiras, e não são discursos”, pontuou.

O prefeito destacou o volume de investimentos do Estado para o município, em todas as áreas, desde pontes, asfalto urbano, pavimentação das rodovias mais importantes da região, entrega de máquinas, reforma no Hospital Regional, novas escolas sendo construídas, entre outras ações. “Em nome dos prefeitos que estão aqui, quero dizer que estamos 120% com esse Governo. É só dar a enxada e o talhão que vamos continuar trabalhando, produzindo e colhendo tudo o que estamos colhendo”, finalizou.

Ao todo, o Governo de Mato Grosso já investiu mais de R$ 270 milhões na cidade. Somente nosnovos convênios e autorizações assinados nesta quinta-feira, são mais R$ 31,5 milhões.

Estavam presentes na visita os prefeitos Roberto Dorner (Sinop), Miguel Vaz (Lucas do Rio Verde), Sirineu Moleta (Tabaporã), Edu Pascoski (Itanhangá), Douglas da Rodoviária (vice-prefeito de Itaúba), Celso Padovani (Marcelândia), Edgar Bernardi (Nova Ubiratã), Vanderlei de Abreu (Porto dos Gaúchos), Rodrigo Frantz (Santa Carmem), Moacir Giacomelli (Vera), Ana Casagrande (Nova Maringá) e Maninho (Colíder).

Além deles, foram ao município os senadores Fabio Garcia e Wellington Fagundes; e os deputados estaduais Dilmar Dal Bosco, Xuxu Dal Molin e Gilberto Cattani.

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Médica diz que pedirá votos para Mauro, mas descarta apoio a Wellington ou Neri: “Eles não me representam”

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Fora da disputa ao Senado, Natasha Slhessarenko ainda revelou voto na chapa Lula-Alckim para a presidência

Após anunciar o recuo da disputa ao Senado, a médica e professora universitária Natasha Slhessarenko (PSB) confirmou que vai pedir votos para o governador Mauro Mendes (UB), candidato majoritário escolhido pelo PSB para compor aliança, e para a chapa presidencial Lula/Alckmin, visto que o vice pertence à sigla. Ao ser questionada, em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (8), como se posicionaria para o Senado, Natasha foi enfática ao dizer que nenhum dos candidatos colocados a representam. Diante disso, não fará campanha para Wellington Fagundes (PL), que integra o grupo liderado por Mauro Mendes.

“Para senador, não voto em nenhum, porque nenhum deles me representa”, disparou. “Eu não sou mais candidata e isso me dói muito. Minha maior tristeza é dia 2 de outubro o eleitor ter que escolher entre os que estão aí. Queria estar lá para disputar, para ser um nome diferente, uma opção para a população”, completou.

Natasha explicou que não declarou apoio à chapa Lula/Alckmin antes porque estava sentindo o comportamento da federação em Mato Grosso. “Eu precisava sentir um pouco daqui. Nunca consegui ter aproximação com a federação, apesar de ter tentado, ter conversado com várias pessoas do PT, do PV, na tentativa de estar próxima da federação, dentro da lógica de estar mais alinhada à nacional, mas isso nunca foi possível. É tão duro você enquanto candidata abraçar sem ser abraçada. Por que eu iria assumir se eu não seria a candidata dele?”, argumentou.

A médica afirmou que esperava ter sido a escolhida para ser a majoritária da federação em Mato Grosso, levando em consideração a lógica, uma vez que nacionalmente o PSB caminha com a federação.  “Só que dentro da política a lógica não é uma premissa”, asseverou.

Apesar de ter musculatura para disputar uma vaga proporcional, seja ela para a Assembleia Legislativa ou Câmara Federal, Natasha ponderou que seria desleal com todos os pré-candidatos e pré-candidatas com quem esteve no decorrer da pré-campanha. Por isso, decidiu não disputar qualquer cargo nas eleições deste ano.

O presidente estadual do PSB, deputado Max Russi, acentuou que a candidatura de Natasha fortaleceria o partido, mas entende o posicionamento da médica. “É da minha essência. Eu tinha combinado com todas as pessoas na pré-campanha. Eu entrei na casa delas, falei com familiares, amigos. Seria desleal e antiético. Para mim não é demérito algum, daqui a dois anos posso sair vereadora, mas a questão é o compromisso. Tenho valores arraigados. Eu fui dentro da casa das pessoas, me apresentei. De repente vou retroceder e concorrer com aquela pessoa que estava ali”, explicou.

Já para disputar a federal, Natasha teria que retirar a sua mãe da chapa, a ex-senadora Serys Slhessarenko, possibilidade fora de cogitação, uma vez que Serys atendeu a uma convocação do partido.

 

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Deputado federal Dr. Leonardo critica planos de saúde e defende derrubada do rol taxativo

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Em entrevista concedida ao jornalista Carlos Alexandre de Souza, editor de política do jornal Correio Braziliense, o deputado federal Dr. Leonardo (Republicanos) falou sobre a luta para a derrubada, na Câmara Federal, do chamado Rol Taxativo.
A matéria passou pela Câmara e agora vai para a análise do Senado. Caso seja novamente aprovada, a medida irá beneficiar muitas famílias brasileiras que lutam para que determinados tratamentos médicos, para doenças raras ou graves, sejam plenamente atendidos pelos planos de saúde.
Médico de profissão e pai de um filho autista, o deputado Dr. Leonardo acompanha de perto o drama das famílias brasileiras, que ficaram consternadas com a recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que liberou os planos de saúde da obrigatoriedade de cobrirem alguns tipos de tratamentos ou medicações.
“Isso é um absurdo! Até porque o rol taxativo mata”, declarou o deputado Dr. Leonardo, que é o coordenador da Bancada Federal de Mato Grosso. Ele destacou a luta das famílias contra os planos que se recusaram a cobrir o tratamento de doenças que não estão na lista oficial da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
“Houve uma movimentação muito grande dos pais e mães de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o meu filho é autista também, porque os planos passaram a se recusar principalmente algumas terapias, porque é multifatorial este tipo de tratamento”, explicou o deputado.
“Queremos a derrubada do rol taxativo que foi aprovado pelo STJ, e defendemos o rol exemplificativo que garantirá sempre o melhor tratamento para o paciente”, disse o deputado, ressaltando que a decisão do Congresso poderá possibilitar a continuidade de tratamentos de saúde que poderiam ser excluídos da cobertura dos planos particulares.

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