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Internacional

Estados Unidos pode chegar a 300 mil mortes por Covid-19, prevê universidade

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Cientista fazendo teste em laboratório
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Cientista fazendo teste em laboratório

O número de norte-americanos mortos pela Covid-19 até 1º de dezembro pode chegar a quase 300 mil, previram especialistas em saúde da Universidade de Washington nesta quinta-feira (06), embora tenham dito que 70 mil vidas podem ser salvas se as pessoas forem cuidadosas e usarem máscaras .

A previsão feita pelo Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde (IHME, na sigla em inglês) acontece enquanto conselheiros sobre doenças infecciosas da Casa Branca alertam que grandes cidades dos EUA podem se tornar novos pontos críticos da doença se não forem vigilantes com contra-medidas.

“Estamos vendo uma montanha-russa nos Estados Unidos. Parece que as pessoas estão usando máscaras e praticando o distanciamento social mais frequentemente com o aumento das infecções, e depois que as infecções começam a cair, as pessoas baixam a guarda”, afirmou Christopher Murray, diretor do IHME, ao anunciar a nova projeção da universidade.

O número total de mortos por coronavírus nos EUA passou de 159 mil, o maior do mundo, com 4,8 milhões de casos registrados. O Brasil é o segundo país mais atingido, com 98.493 mortes e 2,9 milhões de casos.

O IHME afirmou que o número de infecções está em queda em Estados que eram considerados epicentros anteriormente, como Arizona, Califórnia, Flórida e Texas, mas crescendo no Colorado, Idaho, Kansas, Kentucky, Mississippi, Missouri, Ohio, Oklahoma, Oregon e Virgínia. As conclusões são consistentes com as contagens da Reuters.

O governador de Ohio, Mike DeWine, um republicano, disse na quinta-feira que testou positivo para a Covid-19 antes de um encontro planejado com o presidente Donald Trump , mas falou que não estava passando por sintomas da doença.

O Tennessee e a Carolina do Norte reportaram aumentos recordes de mortes em um só dia na quinta-feira, com 42 e 73, respectivamente.

A epidemia norte-americana, uma vez centrada na densamente populosa cidade de Nova York, desde então infectou comunidades de costa a costa. Especialistas acreditam que a propagação foi causada em parte pelas viagens nas férias de verão.

“Essa é uma previsão de problemas à frente”, disse Anthony Fauci, principal especialista em doenças infecciosas do governo dos EUA, ao canal CNN .

Fauci falou após a coordenadora da força-tarefa da Casa Branca para o coronavírus, Deborah Birx, identificar novas áreas de preocupação durante uma teleconferência com autoridades estaduais e locais na quarta-feira.

As cidades de Baltimore e Atlanta continuam com “um nível muito alto”, assim como Kansas City, Portland, Omaha e o vale central da Califórnia, disse Birx na ligação, cuja gravação foi obtida pela organização de jornalismo sem fins lucrativos Center For Public Integrity.

Pelo lado positivo, médicos e profissionais de saúde têm hoje um melhor entendimento sobre com o que estão lidando, disse Khalilah Gates, uma especialista em cuidados pulmonares críticos no Hospital Memorial Northwestern, em Chicago. “Não sabemos tudo sobre isso, mas não é mais um medo do desconhecido”.

Trump exigiu que autoridades locais e estaduais reabram escolas públicas para ensino presencial e Fauci já disse que as crianças devem ser enviadas de volta para as salas de aula assim que for possível, mas muitos distritos escolares no país, incluindo dois dos maiores, Los Angeles e Chicago, optaram por aulas online.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Conflitos entre Armênia e Azerbaidjão ameaçam estabilidade no Cáucaso

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Confrontos entre a Armênia e o Azerbaidjão eclodiram neste domingo (27) sobre a volátil região de Nagorno-Karabakh, reacendendo preocupações com a instabilidade na Região Sul do Cáucaso, corredor de dutos que transportam petróleo e gás para os mercados mundiais.

Houve relatos de mortes em ambos os lados, que travaram uma guerra na década de 1990. A Armênia e Nagorno-Karabakh, uma região separatista que fica dentro do Azerbaijão, mas é governada por armênios étnicos, declararam lei marcial e mobilizaram suas populações masculinas.

A Armênia disse que o Azerbaidjão realizou um ataque aéreo e de artilharia Nagorno-Karabakh. O Azerbaidjão disse que respondeu ao bombardeio armênio e que tomou o controle de até sete vilas, o que Nagorno-Karabakh negou.

Os confrontos provocaram uma onda de movimentos diplomáticos buscando evitar um novo aquecimento do conflito de décadas entre a Armênia, de maioria cristã, e o Azerbaidjão, principalmente muçulmano, com a Rússia pedindo um cessar-fogo imediato e o papa Francisco liderando os apelos por negociações.

Dutos que transportam petróleo e gás natural do Mar Cáspio do Azerbaijão para o mundo passam perto de Nagorno-Karabakh. A Armênia também alertou sobre os riscos à segurança no sul do Cáucaso em julho, depois que o Azerbaidjão ameaçou atacar a usina nuclear da Armênia como possível retaliação.

Nagorno-Karabakh se separou do Azerbaidjão em um conflito que eclodiu com o colapso da União Soviética em 1991.

Embora um cessar-fogo tenha sido acordado em 1994, depois que milhares de pessoas foram mortas e muitas outras deslocadas, o Azerbaidjão e a Armênia freqüentemente se acusam de ataques em torno de Nagorno-Karabakh e ao longo da fronteira azeri-armênia.

Nos confrontos deste domingo, ativistas da direita armênia disseram que uma mulher e uma criança de etnia armênia foram mortas. O Azerbaidjão relatou a morte de um número não especificado de civis. Nagorno-Karabakh negou uma notícia segundo a qual 10 de seus militares foram mortos.

A Armênia disse que as forças azeris atacaram alvos civis, incluindo a capital de Nagorno-Karabakh, Stepanakert, e prometeu uma “resposta proporcional”.

“Permanecemos fortes ao lado de nosso exército para proteger nossa pátria mãe da invasão azeri”, escreveu o primeiro-ministro armênio Nikol Pashinyan no Twitter.

O Azerbaidjão negou uma declaração do Ministério da Defesa da Armênia afirmando que helicópteros e tanques azeris foram destruídos e acusou as forças armênias de lançarem ataques “deliberados e direcionados” ao longo da linha de frente.

“Defendemos nosso território, nossa causa é justa!” disse o presidente do Azerbaidjão, Ilham Aliyev, em um discurso à nação.

Diplomacia internacional

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, cujo país atuou como mediador entre as ex-repúblicas soviéticas da Armênia e do Azerbaidjão, falou por telefone com os ministros das Relações Exteriores da Armênia, Azerbaidjão e Turquia.

A Turquia disse que a Armênia deve cessar imediatamente o que diz ser hostilidade ao Azerbaidjão, uma vez que isso “jogará a região no fogo”. O presidente turco, Tayyip Erdogan, disse no Twitter que Ankara continuará a mostrar solidariedade ao Azerbaidjão.

Erdogan exortou o povo armênio a “assumir o controle de seu futuro contra sua liderança que os está arrastando para a catástrofe e aqueles que os usam como fantoches”.

A França também exortou as partes a encerrarem as hostilidades e reiniciarem imediatamente o diálogo.

O Papa apelou à Armênia e ao Azerbaidjão para que resolvam suas diferenças por meio de negociações, dizendo que estava orando pela paz.

Pelo menos 200 pessoas foram mortas em um recente reaquecimento do conflito entre a Armênia e o Azerbaidjão, em abril de 2016. Mas há tensões frequentes e pelo menos 16 morreram em confrontos em julho.

*Reportagem adicional de Tuvan Gumrukcu, em Ankara

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Internacional

Covid-19 atinge marca de 1 milhão de mortes em todo o mundo

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Covid-19
Foto: Eduarda Esteves/iG

Confira os números da Covid-19 nos países mais afetados

O mundo atingiu hoje (27) a marca de 1 milhão de mortes causadas pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). São mais de 33 milhões de casos confirmados até o momento, sendo que 7,6 milhões estão ativos.

Os Estados Unidos têm os números mais altos da pandemia, tanto em contaminações quanto mortes. São 7,2 milhões de infectados e 209 mil óbitos causados pela doença. O segundo país mais afetado pela pandemia é o Brasil, onde 4,7 milhões de pessoas testaram positivo e 141 mil morreram. A Índia tem 5,9 milhões de casos e  94 mil mortes, enquanto o México registra 726 mil casos e 76 mil óbitos. 

Segundo o levantamento do Worldometer , plataforma que compila os dados da Covid-19 em todo o mundo, há 65 mil pacientes internados em estado grave neste momento. 

Fonte: IG Mundo

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