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Saúde

Estado do Rio tem queda de 50% em mortes por SRAG desde julho de 2020

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O Mapa de Risco da Covid-19, divulgado hoje (22) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), aponta redução de 50% no número de óbitos e de 47% nas internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) provocados pela doença, as maiores quedas desde o início da série histórica,  em 8 de julho de 2020. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), o estado permanece, pela segunda semana consecutiva, com classificação de baixo risco (bandeira amarela) em todas 92 cidades fluminenses.

“Essa é a segunda vez, desde o início da edição do mapa de risco, que todas as regiões foram classificadas na bandeira amarela. É, também, a oitava semana consecutiva com a classificação geral do estado na bandeira amarela. Esses resultados nos indicam evolução progressiva no cenário epidemiológico. Estamos com os melhores indicadores desde março do ano passado e, por isso, reforçamos nosso pedido para que a população tome a segunda dose das vacinas e que os grupos indicados busquem a dose de reforço”, disse o secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe.

Entre os dias 19 de setembro e 9 de outubro, período que compreende as semanas epidemiológicas 38 e 40, foram aplicadas 2.426.776 de doses das vacinas contra o coronavírus. “Com o avanço da campanha de vacinação e a diminuição de transmissão da doença, a taxa de ocupação de leitos covid segue em queda progressiva. A de UTI passou de 41%, no levantamento anterior, para 35%; e a de enfermaria, de 21% para 19%, as menores desde o início deste ano. Parte dos leitos destinados a pacientes com covid-19 está sendo revertida para tratamento de outras especialidades, respeitando as barreiras sanitárias”, informou a secretaria.

Cada bandeira representa um nível de risco e um conjunto de recomendações de isolamento social, que variam entre as cores roxa (risco muito alto), vermelha (risco alto), laranja (risco moderado), amarela (risco baixo) e verde (risco muito baixo)

Alteração na taxa

Nesta edição do mapa de risco, houve uma alteração no cálculo da taxa de positividade – que verifica os casos positivos para covid-19 nos exames RT-PCR. Até a semana passada, o cálculo utilizava resultados de exames realizados desde o início da pandemia. Por levar em consideração o percentual acumulado, foi observado que esse indicador já não refletia a realidade, pois atualmente os índices apresentam números mais baixos.

 “Por este motivo, a partir desta edição, a taxa de positividade passou a ser calculada considerando os exames realizados nas três semanas anteriores à publicação do mapa. A Subsecretaria de Vigilância e Assistência Primária à Saúde (SVAPS) esclarece que, desta forma, é possível efetuar uma avaliação ainda mais oportuna e precisa, refletindo dados mais factuais”.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Pfizer: 1 milhão de doses chegam ao Brasil hoje

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O Ministério da Saúde informou que recebe, na noite desta quarta-feira (1º), uma remessa de 1 milhão de doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer. Os lotes do imunizante desembarcam no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP).

A entrega, de acordo com a pasta, é parte do segundo contrato com a farmacêutica, que prevê a entrega de mais de 100 milhões de doses ao Brasil. Até o momento, cerca de 147 milhões de doses do imunizante da Pfizer foram distribuídas aos estados e municípios.

Balanço

Dados do ministério indicam que aproximadamente 313 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 foram aplicadas no Brasil. Mais de 159 milhões de pessoas receberam a primeira dose – quase 90% da população-alvo – enquanto 134,5 milhões completaram o esquema vacinal – 78% do público-alvo.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Anvisa pede restrição de voos e exigência de vacinação completa de viajantes

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Anvisa pede restrição de voos
Reprodução/BBC

Anvisa pede restrição de voos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) enviou à Casa Civil nesta quarta-feira (1) um parecer assinado pelos cinco diretores com orientações que impeçam, temporariamente, voos com destino ao Brasil oriundos dos seguintes países: República de Angola, República do Malawi, República de Moçambique e República da Zâmbia.

No ofício, a Agência reforçou as Notas Técnicas 112 e 113, que falam sobre a recomendação da exigência do certificado de vacinação completa contra a COVID-19 para a entrada de viajantes no Brasil.

A descoberta da variante Ômicron e identificação em território nacional elevou a preocupação. Segundo a Anvisa, a falta de de uma política de cobrança dos certificados de vacinação pode fazer com que o Brasil seja um dos países de escolha para os turistas e viajantes não vacinados. 

Há mais de um ano a Anvisa recomenda a adoção de de quarentena ou auto quarentena no ingresso de viajantes em território nacional. O Brasil já tem  três casos confirmados de viajantes que desembarcaram no país contaminados com a nova variante. 

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Fonte: IG SAÚDE

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