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Saúde

Estado do Rio passa de 4 mil mortes por coronavírus

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O estado do Rio de Janeiro confirmou mais 112 mortes por covid-19 e chegou hoje (25) a 4.105 óbitos diagnosticados com a doença. Os dados fazem parte do balanço divulgado hoje (25) pela Secretaria Estadual de Saúde, que contabiliza 39.298 casos confirmados nos municípios fluminenses, e 31.687 pessoas que se recuperaram da infecção.

Segundo o governo do estado, 986 óbitos estão em investigação e 240 suspeitas foram descartadas em exames laboratoriais.

O estado do Rio iniciou o mês de maio com menos de mil mortos por coronavírus e chegou a esse patamar no dia 3. O número continuou a crescer até passar de 2 mil em 13 de maio, dez dias depois. Depois disso, foram mais 12 dias para que o total de mortes confirmadas dobrasse novamente com o balanço de hoje.

A cidade do Rio de Janeiro soma 22.466 casos de covid-19 e 2.831 mortes, segundo o balanço estadual.  Niterói tem o segundo maior número de casos, com 2.041, e Nova Iguaçu e Duque de Caxias são as outras duas cidades com mais de mil casos do novo coronavírus, com 1.274 e 1.246, respectivamente.

Em número de mortes, porém, essas duas cidades estão bem acima de Niterói, que tem 89 óbitos. Duque de Caxias, com 187, tem mais que o dobro. Já Nova Iguaçu contabiliza 142. Apesar de ter menos de 1 mil casos confirmados, São Gonçalo também soma mais mortes que Niterói, com 92 óbitos.
 
As oito cidades com mais casos confirmados estão na região metropolitana do Rio. Além dos municípios citados, compõem o grupo Itaboraí (938), Queimados (870) e São João de Meriti (656). No interior, Angra dos Reis (644), Campos dos Goytacazes (588) e Volta Redonda (570) são as cidades com mais diagnósticos.

Petrópolis tem é o município com o maior número de mortes no interior, com 31 casos. Volta Redonda soma 25, Angra dos Reis, 23, e Teresópolis, 22.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

O que se sabe até agora sobre cloroquina, defendida e usada por Bolsonaro

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BBC News Brasil

Presidente Jair Bolsonaro mostra comprimido de hidroxicloroquina
Reprodução/Facebook

Em vídeo, Bolsonaro afirmou que está fazendo tratamento com cloroquina


O interesse na hidroxicloroquina como medida preventiva e no tratamento de pacientes com coronavírus está em alta. Ao anunciar que contraiu o vírus , o presidente Jair Bolsonaro afirmou que tomou um derivado da droga , a cloroquina , junto com o antibiótico azitromicina para combater a infecção.


Já o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump , que não testou positivo para o vírus, disse ter feito uso do medicamento como medida preventiva.

Mas, apesar de alguns estudos iniciais aumentarem as esperanças sobre a droga, um estudo subsequente em larga escala mostrou que ela não é eficaz como tratamento para a Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) interrompeu seus testes, alegando que o medicamento não reduz as taxas de mortalidade em pacientes com o vírus.

Para que serve a hidroxicloroquina?

A hidroxicloroquina tem sido usada há muito tempo para tratar a malária, bem como outras doenças, como lúpus e artrite.

Ela é usada para reduzir febre e inflamação, e havia esperança de que também poderia inibir o vírus que causa a Covid-19.

Alguns estudos iniciais mostraram que a cloroquina pode reduzir a duração dos sintomas experimentados por pacientes com coronavírus, enquanto outros indicaram que ela não teve nenhum efeito positivo.

Um dos maiores estudos do mundo em andamento — o Recovery, realizado pela Universidade de Oxford, no Reino Unido — envolveu 11 mil pacientes com coronavírus em hospitais do país e incluiu testar a eficácia da hidroxicloroquina contra a doença, além de outros tratamentos em potencial.

A conclusão foi que “não há efeito benéfico da hidroxicloroquina em pacientes hospitalizados com Covid-19” e o medicamento acabou retirado do experimento.

Existem mais de 200 outros estudos atualmente em andamento em todo o mundo.

Por que as drogas se tornaram tão controversas?

A promoção da droga por figuras políticas importantes, como Trump, fez com que a hidroxicloroquina e sua derivada, a cloroquina, se tornassem objeto de ampla especulação online sobre seus possíveis benefícios e efeitos nocivos.

Isso gerou uma alta demanda por esses medicamentos e sua escassez global.

Seu uso também dividiu a comunidade científica.

Experimentos em todo o mundo foram temporariamente descontinuados quando um estudo publicado na revista científica The Lancet afirmou que a droga aumentava fatalidades e problemas cardíacos em alguns pacientes.

Os resultados levaram a Organização Mundial da Saúde (OMS) e outras entidades a interromper os testes por razões de segurança.

No entanto, a Lancet posteriormente retirou o estudo do ar quando se constatou que ele apresentava sérias deficiências.

Como resultado, a OMS retomou seus experimentos.

Outros estudos analisaram o uso dos medicamentos como uma medida de prevenção contra a Covid-19.

A Unidade de Pesquisa em Medicina Tropical da Universidade de Oxford (Moru, na sigla em inglês) está conduzindo ensaios clínicos em massa. São 40 mil trabalhadores da linha de frente na Europa, África, Ásia e América do Sul, que receberam cloroquina, hidroxicloroquina ou placebo.

O professor Nick White, que lidera o estudo, disse: “A maioria dos especialistas concorda que há uma chance muito maior de benefício na prevenção do que no tratamento”.

Esse estudo acabou temporariamente suspenso após a divulgação das descobertas da pesquisa publicada na Lancet . Agora, pode recomeçar.

Ainda não houve resultados deste ou de outros estudos randomizados em andamento sobre os medicamentos como tratamento preventivo.

Quais são os efeitos colaterais da hidroxicloroquina?

Vários países autorizaram o uso hospitalar de hidroxicloroquina ou seu uso em estudos clínicos sob a supervisão de profissionais de saúde.

Em março, o Food and Drug Administration (FDA), a agência sanitária dos EUA, concedeu autorização “emergencial” para o uso desses medicamentos no tratamento da Covid-19 em número limitado de casos hospitalizados.

Porém, o órgão emitiu um alerta sobre o risco das drogas causarem  sérios problemas nos batimentos cardíacos de pacientes com novo coronavírus. Também proibiu o uso deles fora de um ambiente hospitalar ou de um ensaio clínico.

E, finalmente em junho, o FDA retirou a droga de sua lista de medicamentos para o tratamento da Covid-19, alegando que os ensaios clínicos não mostraram benefício.

Também houve relatos de envenenamento por pessoas tomando cloroquina sem supervisão médica.

A OMS respondeu aconselhando as pessoas a não se automedicarem e “alertou contra médicos e associações médicas que recomendam ou administram esses tratamentos não comprovados”.

A França havia autorizado os hospitais a prescrever os medicamentos para pacientes com covid-19, mas mais tarde reverteu a decisão depois que o órgão de regulação de saúde do país alertou sobre possíveis efeitos colaterais.

Por que esses medicamentos ganharam tanto destaque?

Houve vários estudos pequenos na China e na França que alegaram que a hidroxicloroquina e a cloroquina poderiam beneficiar pacientes com coronavírus.

Mas foi quando o presidente Trump mencionou a droga pela primeira vez em uma entrevista a jornalistas no fim de março que ela atraiu atenções ao redor do mundo.

E, em abril, ele disse: “O que você tem a perder? Tome”.

Após as declarações do presidente americano, houve um aumento acentuado nas prescrições para hidroxicloroquina e cloroquina nos EUA.

Trump revelou em maio que  tomava hidroxicloroquina como medida de prevenção contra a Covid-19, mas depois disse que parou de fazer uso do medicamento.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Bolsonaro sanciona lei que prioriza teste para profissional essencial

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O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que garante a prioridade na realização de testes da covid-19 para profissionais essenciais ao controle de doenças e à manutenção da ordem pública, que estiverem em contato direto com portadores ou possíveis portadores do novo coronavírus. De acordo com a Lei nº 14.023/2020, publicada hoje (9) no Diário Oficial da União, esses trabalhadores deverão ser tempestivamente tratados e orientados sobre sua condição de saúde e o retorno ao trabalho.

Durante a pandemia, o poder público e os empregadores ou contratantes desses profissionais fornecerão, gratuitamente, os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados pela Anvisa, de acordo com os protocolos indicados para cada situação. A lei abrange profissionais que trabalham ou sejam convocados a trabalhar nas unidades de saúde durante o período de isolamento social ou que tenham contato com pessoas ou com materiais que ofereçam risco de contaminação pelo novo coronavírus.

De acordo com o texto, são considerados profissionais essenciais aqueles que atuam nos sistemas de saúde, segurança e assistência social e outros, como cuidadores idosos, pessoas com deficiência ou com doenças raras; biólogos, biomédicos e técnicos em análises clínicas; coveiros e demais trabalhadores de serviços funerários e de autópsias; profissionais de limpeza e que atuem na cadeia de produção de alimentos e bebidas; aeroviários e controladores de voo.

Ontem (8), o Ministério da Saúde divulgou boletim epidemiológico , no qual aponta que, até o dia 4 de julho, foram confirmados 173.440 casos de covid-19 em profissionais da saúde de todo o país. As profissões com maior registro de casos foram os técnicos ou auxiliares de enfermagem (59.635), seguido dos enfermeiros (25.718), médicos (19.037), Agentes Comunitários de Saúde (8.030) e recepcionistas de unidades de saúde (7.642).

Em relação aos casos graves da doença, que necessitaram de internação hospitalar, foram confirmados 697 casos. Os técnicos ou auxiliares de enfermagem foram os mais afetados, com 248 casos, seguido dos médicos (150) e enfermeiros (130). Além disso, 138 mortes pelo novo coronavírus foram registradas entre os profissionais de saúde.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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