conecte-se conosco


Política MT

Estado aguarda resultado das medidas fiscais para definir pagamento da RGA; números serão apresentados em abril

Publicado

Presidente do Sisma, Oscarlino Alves, que se reuniu durante a semana com membros do Governo de MT[F-Sisma/MT]

O Governo do Estado deverá se reunir em abril com representantes do Fórum Sindical, entidade que congrega os sindicatos que representam os servidores públicos do Estado, para mais uma rodada de negociações sobre o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA),dos anos de 2018, 2019 e chegando a data base maio/2020.

Afirmação partiu do presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Saúde do Estado de Mato Grosso (Sisma-MT) e membro do Fórum Sindical, Oscarlino Alves, logo após reunião no Palácio Paiaguás com os secretários de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra, e da Casa Civil, Mauro Carvalho na terça-feira (21).

“O secretário Mauro [Carvalho] disse que o governo está trabalhando para pagar a RGA e irá analisar os impactos sobre a receita do Estado em função das medidas fiscais já tomadas frente as leis aprovadas em janeiro/2019 que criaram condicionantes para o pagamento da RGA”, disse

“Já ficou pré-agendado uma nova reunião para o início do mês de abril, onde o Governo deverá apresentar os números das finanças estaduais”, completou.

Na reunião de terça-feira, o Governo do Estado sinalizou positivamente para o pagamento da RGA e também melhorar o andamento dos processos administrativos de progressão de carreira dos servidores. “Estamos trabalhando arduamente para pagar a RGA e as leis de carreira aprovadas em governos anteriores”, destacou o chefe da Casa Civil.

publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Política MT

No bastidor, Taques tenta superar preferência por Leitão para disputa ao Senado

Publicado

Embora afastado da vida política desde que terminou seu mandato no governo do Estado, após ser derrotado na tentativa de se reeleger, o ex-governador Pedro Taques (PSDB), está trabalhando nos bastidores a possibilidade de disputar a eleição suplementar do Senado da República, já marcada para o próximo dia 26 de abril, com a cassação da senadora Selma Arruda (Podemos), por caixa 2 e abuso de poder econômico.

No seu partido, o PSDB, Taques tem como adversário o ex-deputado federal Nilson Leitão, que dificilmente perderá a condição de disputa para o ex-governador. Os dois foram derrotados na campanha de 2018. Pedro Taques era candidato à reeleição e ficou em terceiro lugar no pleito e Nilson Leitão ficou em 5° lugar na disputa ao Senado.  “Não debati isso com o PSDB. O nosso partido tem sim bons candidatos, mas precisamos aguardar a Justiça Eleitoral decidir sobre as regras”, diz o ex-governador.

Empolgado com resultado de uma pesquisa interna, na qual estaria bem pontuado, aparecendo entre os preferidos ao Senado, mesmo após deixar o cargo de governador com grande desgaste, Pedro Taques vem flertando com alguns partidos, como o Cidadania, comandado em Mato Grosso pelo seu ex-secretário Marco Marrafon, e também com o Solidariedade.

O líder do Solidariedade no Estado, o prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio, deseja atrai-lo para partido. Acontece que Taques perdeu espaço no PSDB, cuja maioria prefere apostar de novo na candidatura de Nilson Leitão.

Agora, o ex-governador entende que só vai conseguir ser candidato se o Tribunal Regional Eleitoral permitir filiações às vésperas do pleito suplementar de 26 de abril e concorrer por outra legenda. Na eleição de 2018, Taques, que disputou a reeleição, entrou para a história em Mato Grosso como o primeiro governador no exercício do cargo que não conseguiu se reeleger.

Continue lendo

Política MT

Com três aliados pré-candidatos ao Senado, Mauro adia a anuncio público de quem apoia

Publicado

O governador Mauro Mendes (DEM), apesar dos apelos de aliados para que fique neutro em relação à eleição suplementar do Senado, já marcada para 26 de abril próximo, decidiu colocar um fim ao assunto: “vou, como cidadão, dizer a minha opinião, mas tenho tempo para fazer isso”, resumiu.

Conforme Mendes, “a eleição tem passos e datas definidas. Portanto, vou esperar  esses passos serem dados para ter um cenário concreto. Eu não preciso ficar antecipando um problema que vou ter daqui a 20, 30 dias”, observou.

Segundo o democrata, “uma possível declaração de apoio poderia causar ciúmes nos outros. Digo sempre: há pessoas que ficam contentes e pessoas que ficam descontentes quando assumimos um lado. Então, nesse momento, o mais sábio é que eu continue cuidando de Mato Grosso”, disse.

Mendes adiantou que na reunião do DEM que oficializou a autorização para que o ex-governador Júlio Campos movimentasse sua candidatura, decidiu ficar neutro apenas por enquanto. “O cenário não está definido. Então vamos esperar os candidatos registrarem as suas candidaturas e aí nós vamos analisar, conversar, para ver se muda alguma coisa”, comentou. “Eu acho natural os candidatos que pretendem disputar essa vaga comecem a fazer suas movimentações

“Sobre eu apoiar mais incisivamente alguém, eu acho que a população é muito sabida, muito esperta, muito conectada, então, eu tenho um voto apenas e vou dizer como cidadão qual é minha opinião, mas tenho tempo para isso”.

Mendes vem desde o início do ano sento aconselhado por aliados a se manter neutro em relação a eleição do Senado da República. O fato de o governador ter pelo menos três aliados com pretensão de disputa, o próprio Júlio Campos (DEM), o ex-vice-governador do Estado e atual representante do escritório de Mato Grosso em Brasília, Carlos Fávaro (PSD) e o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT), no entendimento dos aliados, é a grande justificativa para a neutralidade do governador.

ResponderEncaminhar

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana