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Economia

Está com o IPVA atrasado em SP? Dá para parcelar a partir desta quarta

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Brasil Econômico

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Imposto de veículos que esteja atrasado de 2019 e de anos anteriores poderá ser pago em até 10 vezes; veja como fazer o parcelamento

A partir de  amanhã, quarta-feira (23), a Procuradoria Geral do Estado de São Paulo fará acordos com cidadãos que têm IPVAs (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) atrasados de 2019 e de anos anteriores. As dívidas poderão ser quitadas em dez vezes.


Os proprietários de veículos poderão limpar o nome por pagamentos em boleto bancário. O programa também serve para quem já fez acordo de parcelamento de dívida do IPVA anteriormente com a Procuradoria e não cumpriu.

Há dois anos, o Estado de SP permite o parcelamento do IPVA pendente. Em 2019 foram realizados 103.787 parcelamentos, totalizando R$ 162 milhões. Para 2020, a Procuradoria estima realizar 600 mil acordos sobre dívidas de 2018 e 2019, além dos IPVAs anteriores que já haviam sido parcelados. 

Ficar em dívida no IPVA gera bloqueio: o proprietário do carro não consegue licenciar o veículo e fica impossibilitado de circular com ele no país, estando sujeito a multas e pontos na carteira de motorista.

Saiba como parcelar o IPVA atrasado

1. Consulte os débitos no site da Procuradoria de SP, com o número do documento do veículo, acessando o portal Dívida Ativa ;

2. Clique em “Consultas” e, depois, em “Consultar débitos”;

3. No “tipo de pesquisa”, escolha “Renavam” e coloque o número do seu documento;

4. O sistema vai retornar ao contribuinte, informando as dívidas do veículo que poderão ser parceladas;

5. Na opção “Parcelamento”, o sistema te leva para as condições de pagamento;

6. Emita o termo de adesão ao acordo e as guias de recolhimento. Boletos gerados pelo site podem ser pagos em agências bancárias ou lotéricas pelo código de barras.

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Economia

Trabalhadora demitida processa empresa por preconceito racial e religioso

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Brasil Econômico

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Arquivo pessoal/Regina Santana da Silva

Regina Santana da Silva foi demitida da empresa por preconceito racial e religioso e entrou com um processo

Em Cuiabá, capital do Mato Grosso, uma funcionária está processando a empresa de limpeza em que trabalhava. Ela foi demitida, e no processo judicial alega que foi vítima de intolerância religiosa  e  racismo na empresa, e por isso houve a demissão.

Regina Santana da Silva, 41, deu entrevista ao jornal Folha de S.Paulo e contou que foi demitida após aparecer no trabalho de cabeça raspada, fato que faz parte de um ritual religioso de sua fé. O ritual é de iniciação no candomblé, e que, pela tradição da religião de matriz africana, a raspagem do cabelo simboliza a consagração da pessoa aos orixás.

A advogada Crea Márcia Ferreira de Souza, que faz a defesa da vítima, entrou com representação no Tribunal Regional do Trabalho. Ela pede indenização de R$ 41 mil por danos morais.

Após raspar a cabeça no evento religioso, Regina afirma que cobriu a cabeça com várias toucas no ambiente profissional, para que não notassem a diferença, temendo ataques preconceituosos. Na empresa, as funcionárias geralmente usam apenas uma touca. Mas, quando Regina estava no banheiro, sem as toucas, a supervisora a viu e pediu para conversarem.

A responsável do setor perguntou se Regina estava com câncer. Ela disse que não estava doente, e ouviu da supervisora: “Entendi”. Dez dias após o episódio, Regina foi chamada ao escritório, onde estavam a gerente e a supervisora dela. Ela conta que a gerente a obrigou a tirar a touca da cabeça e, com um olhar de reprovação, disse que esse tipo de religião não cabia na empresa, que “além de ser negra, era macumbeira”.

E seguida, a gerente teria afirmado que Regina tinha que “procurar Deus para se salvar” e que pessoa da cor dela “e macumbeira não pode participar do quadro de funcionários da empresa”.

A demissão afetou Regina, que desenvolveu depressão. Ela está fazendo tratamento com calmantes e tem insônia e crises de ansiedade, que geram tremor nas mãos.

Além da demissão, o preconceito religioso e o racismo  também mexeram com seu estado emocional. “O que machuca bastante, enquanto eu, Regina, é sobre você não conhecer uma religião. Digo, a pessoa não conhecer a religião e indagar assim, com as palavras: ‘nego macumbeiro'”, disse Regina ao jornal.

A reportagem da Folha de S.Paulo procurou a empresa, que afirmou que só se pronunciará nos autos do processo. A gerente não quis se manifestar e a supervisora citada não atendeu as ligações do jornal.

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Economia

Pix: 762 instituições são aprovadas pelo Banco Central para ofertar o serviço

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Agência Brasil

Pix na tela de um celular
Lorena Amaro

Banco Central aprova 762 instituições para ofertar Pix


O Banco Central (BC) aprovou 762 instituições, incluindo bancos, financeiras, fintechs (empresas de tecnologia no setor financeiro), instituições de pagamentos, entre outras, para ofertar o Pix , novo sistema de pagamentos instantâneos, a partir de novembro.


Segundo o BC , o processo de adesão de instituições ao Pix para ofertar o novo serviço a partir do seu lançamento em novembro, foi encerrado no último dia 16, com a conclusão das etapas cadastral e homologatória.

As instituições aprovadas concluíram “com sucesso todos os testes necessários e estão prontas para ofertar o Pix de forma segura e em conformidade com os requisitos definidos pelo Banco Central “.

“A quantidade e a diversidade das instituições que estão aptas a ofertar o Pix reforçam o caráter aberto e universal do arranjo de pagamento , evidenciam a grande competitividade que o Pix traz ao mercado e demonstram o forte engajamento dos diversos agentes para a adoção do Pix”, acrescentou o BC.

O processo de adesão de instituições participantes ao Pix será reaberto de forma permanente a partir de 1º de dezembro de 2020.

O BC lembra que o cadastramento de chaves de usuários do Pix, pessoas físicas e jurídicas, não se confunde com o de instituições e permanecerá aberto. Até a última segunda-feira (19), o BC informou que foram cadastradas 42.205.663 chaves.

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