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Política Nacional

“Esqueleto tem que enterrar”, diz FHC sobre Aécio e Serra

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Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso
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Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso

Nesta segunda-feira (30), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ( PSDB ) disse que seu partido deveria entrerrar “seus esqueletos “, como o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) e o senador José Serra (PSDB-SP). 

Em uma entrevista ao UOL , FHC foi questionado sobre o que o PSDB deveria fazer com “seus esqueletos” e, na ocasião, o jornalista citou três exemplos: Aécio, Serra e Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo. Nisso, FHC respondeu: “Acho que, esqueleto, o próprio nome diz: tem que enterrar, né?”. Ele também acrescentou: “Agora, nem todos são esqueletos. Alguns parecem ser, mas estão vivos ainda. Então, não vai enterrar antes da hora.”

Então, o ex-presidente fez elogios à participação de Alckmin nos resultados das eleições municipais deste anos, mas não mencionou nada sobre Aécio e Serra.

 “O PSDB tem dificuldade nesta matéria [de fazer autocrítica] e paga preço por isso também. Onde é que nós fomos realmente vitoriosos [nestas eleições municipais]? Certamente em São Paulo. Por quê? Por que o Geraldo Alckmin é um sujeito que todo mundo sabe que é sério. Ninguém põe em dúvida a seriedade do Geraldo. O PSDB tem a tradição de ter uma certa efetividade. Em São Paulo, vai bem”, comentou.

“Áurea de corrigir o Brasil”

Ainda na entrevista, FHC pontuou que, em sua opinião, o PT  sofreu mais derrotas nestas eleições porque surgiu com a “áurea de corrigir o Brasil”.

“Aí, chegou lá e teve o ‘mensalão’. Se fosse em outro partido, talvez não tivesse marcado tanto o partido. O que se esperava do PT, em termos de pureza, foi muito grave. O PSDB nunca teve nem ares de tanta pureza como o PT e nem fez coisas tão graves quanto o PT. As pessoas não ligaram a legenda aos maus feitos diários. No PT, parece que o partido está por trás de tudo”, explicou.

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Política Nacional

46% dos brasileiros acham que Doria combate a pandemia melhor que Bolsonaro

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Aprovação de Doria é maior que a de Bolsonaro
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Aprovação de Doria é maior que a de Bolsonaro

46% dos brasileiros consideram que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), faz mais contra a pandemia de Covid-19 do que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Os dados são do Datafolha, que realizou pesquisa nacional entre os dias 20 e 21 de janeiro.

Do outro lado, 28% dos entrevistados acham que Bolsonaro combateu melhor a pandemia do que Doria; 13% não souberam responder; 11% disseram que nenhum deles se empenhou o suficiente; e 2% acreditam que ambos combateram a crise .

Os dados são homogêneos em todas as regiões do Brasil, mas mudam quando o assunto é o cuidado em relação à pandemia . Tanto os que têm medo do vírus quanto os tomam mais cuidados preferem Doria a Bolsonaro.

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Entre os brasileiros que se dizem com “muito medo” do novo coronavírus (Sars-Cov-2), 57% acreditam que Doria fez um trabalho melhor, contra 19% que preferem Bolsonaro. Já entre quem diz não temer a pandemia, 46% acham que o presidente faz um trabalho melhor, contra 24% que apoiam o trabalho do governador .

Seguindo a mesma lógica, quem segue uma vida normal durante a pandemia acredita que Bolsonaro age melhor que Doria: 46% contra 28%. Já dentre os isolados, 57% acham que Doria lida melhor com a crise de saúde, contra 22% que seguem apoiando Bolsonaro.

Presidente mal valiado

Em relação à última pesquisa, feita no início de dezembro, cresceu de 42% para 48% o número de brasileiros que acham o desempenho de Bolsonaro ruim ou péssimo no que diz respeito ao combate à pandemia . 26% aprovam o trabalho do presidente em relação ao tema (em dezembro, eram 30%).

Apesar da má avaliação , o presidente não é considerado culpado pelas quase 220 mil mortes de Covid-19 no país por 47% dos brasileiros – em dezembro, eram 52%. 39% acreditam que Bolsonaro é um dos culpados, mas não o principal; 11% apontam ele como o único responsável.

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Política Nacional

Doria acompanha vacinação de quilombolas em cidade que Bolsonaro viveu

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Agência Brasil

Governador João Doria acompanhou vacinação de quilombolas em Eldorado, cidade em que Bolsonaro viveu no Vale do Ribeira
Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

Governador João Doria acompanhou vacinação de quilombolas em Eldorado, cidade em que Bolsonaro viveu no Vale do Ribeira

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) acompanhou moradores do Quilombo Ivaporunduva, no município de Eldorado, na região do Vale do Ribeira, interior paulista, que foram vacinados contra a Covid-19 neste sábado (23). Foi a primeira comunidade quilombola a ser vacinada no estado, justamente na cidade em que viveu o presidente Jair Bolsonaro dos 11 aos 18 anos. Uma parte de sua família ainda mora em Eldorado.

A primeira moradora a receber a dose da Coronavac foi Benedita Ferreira da Silva, de 77 anos: “Nós queremos saúde. Já estamos cansados desse combate da doença. Sinto saudade de quando podia estar na igreja, rezando, ir na casa dos amigos. Agora é mais difícil, tem que usar máscara e álcool”, disse ela, que mora com dois filhos e três netos.

Benedito Alves da Silva, 65, que integra a coordenação da associação da comunidade, foi vacinado na sequência. “É muito importante essa vacina, não só para o Quilombo de Ivaparunduva, mas para todas as comunidades quilombolas do nosso estado. É uma doença devastadora. Então, é muito importante que essa vacina venha para a gente poder retomar o nosso trabalho, a nossa roça, a nossa conversa no final da tarde.”

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À região do Vale do Ribeira, foram enviadas 2,7 mil doses para o início da campanha. Segundo o governo paulista, 300 foram vacinados neste sábado com a presença de Doria em Eldorado.

Os serviços de saúde municipais da região serão responsáveis pelas estratégias de vacinação para alcançar mais de mil famílias de comunidades quilombolas localizadas nos municípios de Iporanga, Cananéia, Itaoca, Barra do Turvo, Miracatu, Iguape, Eldorado, Jacupiranga e Registro.

“Em Eldorado, iniciamos a vacinação nas comunidades Quilombolas de SP no Quilombo Ivaporunduva. Vacinamos 300 Quilombolas que vivem em extrema vulnerabilidade”, escreveu em suas redes sociais o governador.

Os quilombolas foram incluídos entre os grupos prioritários da primeira fase do Plano Estadual de Imunização (PEI). Neste primeiro momento, também receberão as doses da vacina profissionais de saúde, idosos com mais de 60 anos e pessoas com deficiência com mais de 18 anos vivendo em instituições de longa permanência e indígenas aldeados.

“Esses são os primeiros quilombolas vacinados no Brasil . Isso é muito importante, porque é uma representação significativa. O Plano Nacional de Imunização, o PNI, destruiu os quilombolas. Não vou aqui discutir, nem entrar no mérito e nem fazer críticas, apenas dizer que em São Paulo estamos vacinando”, provocou Doria, em mais um capítulo de sua guerra particular com Bolsonaro .

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