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Saúde

Espanha relata segunda morte por varíola dos macacos na Europa

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Varíola dos macacos tem mortes confirmadas no Brasil e Espanha, além do continente africano, onde a doença é endêmica
Reprodução / CNN Brasil – 17.06.2022

Varíola dos macacos tem mortes confirmadas no Brasil e Espanha, além do continente africano, onde a doença é endêmica

Neste sábado (30), a Espanha confirmou a segunda morte pela varíola dos macacos no país, o que seria o segundo óbito em decorrência da doença na Europa e o terceiro fora do continente africano, onde o vírus é endêmico.

A primeira morte devido ao monkeypox no país foi divulgada nessa sexta-feira (29) . A Espanha é um dos países mais afetados pela doença. No último relatório divulgado pelo ministério espanhol, foram 4.298 pessoas diagnosticadas até agora na região.

Pouco antes, o  Ministério da Saúde também relatou a primeira morte relacionada à doença no Brasil , na cidade de Uberlândia, em Minas Gerais.

Relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 22 de julho aponta que cinco mortes pela doença foram confirmadas na região africana. No último sábado (23), a agência declarou o surto como uma emergência de saúde global.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

São Paulo inicia vacinação contra a Covid em crianças de 3 e 4 anos

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Capital inicia vacinação contra a Covid-19 em crianças de 3 e 4 anos no Dia D de multivacinação*
Tânia Rêgo/Agência Brasil – 26/01/2022

Capital inicia vacinação contra a Covid-19 em crianças de 3 e 4 anos no Dia D de multivacinação*

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) dá mais um importante passo no combate à Covid-19 e inicia neste sábado (20) a vacinação de crianças de 3 e 4 anos de idade contra a doença.

No mesmo dia será realizado na capital do Dia D de multivacinação, voltado à atualização da situação vacinal da população de 0 a 15 anos.

“É muito gratificante ver a cidade de São Paulo, que é a capital mundial da vacina, avançando cada vez mais na imunização contra a Covid-19. Pedimos aos pais e responsáveis que levem seus filhos para serem vacinados”, celebra o secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco.

Desde 20 de julho, estão sendo imunizadas crianças de 3 e 4 anos com comorbidades e deficiência permanente (física, sensorial ou intelectual), além de indígenas. Até esta quinta-feira (18), 9.008 crianças dessa faixa etária foram vacinadas contra a Covid-19, incluindo aquelas que receberam doses remanescentes, na chamada xepa. Esse público está sendo imunizado com Coronavac.

Toda a rede estará aberta neste sábado para o início da vacinação das crianças de 3 e 4 anos e para o Dia D de multivacinação. As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) funcionarão das 8h às 17h e as Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas das 7h às 19h.

No domingo (21), o serviço estará disponível nos parques Buenos Aires, Severo Gomes, do Carmo e da Juventude, das 8h às 17h. Na avenida Paulista, a vacinação ocorrerá em uma tenda, localizada no número 52, e em uma farmácia parceira no número 995, das 8h às 16h.

A população pode consultar a disponibilidade de vacinas por fabricante, bem como a situação das filas de vacinação nos postos em tempo real por meio da plataforma De Olho na Fila, disponível no link: https://deolhonafila.prefeitura.sp.gov.br/ .

Dia D de multivacinação

O Dia D de multivacinação tem o objetivo de incentivar a atualização da caderneta de crianças e adolescentes, de 0 a 15 anos de idade, a fim de aumentar as coberturas vacinais contra doenças imunopreveníveis, como poliomielite, difteria, coqueluche, sarampo, caxumba, meningite meningocócica, entre outras.

As vacinas contempladas na campanha de multivacinação são: tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela), BCG, pentavalente, vacina inativada poliomielite (VIP), vacina oral poliomielite (VOP), pneumo 10, rotavírus, meningo C, meningo ACWY, varicela, hepatites A e B, febre amarela, DTP (difteria, tétano e coqueluche), dupla adulto, HPV e pneumo 23 e todas as demais vacinas do calendário nacional de vacinas.

Pais ou responsáveis por crianças e adolescentes na faixa etária de até 15 anos podem procurar uma das 470 UBSs, das 7h às 19h, para que eles recebam ou atualizem os imunizantes.

As equipes de saúde das unidades também realizarão busca ativa dos munícipes que estão com os imunizantes do calendário vacinal em atraso.

A busca ativa será feita por meio de visita domiciliar ou por telefone, de acordo com as estratégias adotadas pelas unidades. Mais informações e a lista dos postos de vacinação podem ser encontradas no site Vacina Sampa.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Varíola: Anvisa deve liberar vacina e remédio sem registro no Brasil

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Alguns países já iniciaram a vacinação contra a varíola dos macacos
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Alguns países já iniciaram a vacinação contra a varíola dos macacos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve permitir a entrada e o uso de vacina e medicamento contra varíola dos macacos (ou monkeypox) sem registro no Brasil. Os diretores planejam definir os critérios para a importação em reunião extraordinária nesta sexta-feira.

Se confirmada, a medida tem por objetivo agilizar a oferta desses produtos no Brasil. Como O GLOBO mostrou, até agora, nenhum imunizante ou remédio contra a doença está aprovado para uso no país.

Um dos argumentos para a liberação está na chamada confiança regulatória, isto é, quando órgãos reguladores da mesma área de atuação da Anvisa em outros países — como o Food and Drug Administration (FDA), nos Estados Unidos — dão aval ao produto. Integrantes da agência analisaram o tema junto a EUA, Canadá, Japão e Inglaterra.

O Ministério da Saúde anunciou a compra de 50 mil doses de vacina para profissionais de saúde e pessoas que tiveram contato com infectados, além do antiviral tecovirimat, destinado a pesquisas clínicas, sobretudo com pacientes graves. Os primeiros imunizantes, porém, só deverão estar disponíveis no mês que vem.

O ministério tem previsão legal para a dispensa de registro, que deverá ser solicitada à Anvisa após a aprovação em reunião. Na reunião desta sexta, a agência deverá definir requisitos de procedência, controle e monitoramento para a entrada e o uso desses produtos em território nacional.

Em entrevista ao GLOBO, o diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, disse que a agência não foi atropelada nesse processo:

“Isso retrata o exercício de um poder que é do Ministério da Saúde. A pasta tem esse poder legítimo, de, em situações onde entenda haver necessidade, superar atribuições da Anvisa. Então, ao assim agir, não está fazendo absolutamente nada de errado, que não esteja previsto”, explicou o contra-almirante da reserva da Marinha.

Apesar dos anúncios oficiais, os contratos ainda não foram fechados. Cabe à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que representa a Organização Mundial da Saúde (OMS) nas Américas, intermediar as compras da pasta junto aos fabricantes. A pasta justifica que ainda está “em tratativas” para a aquisição.

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Fonte: IG SAÚDE

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