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Escolas estaduais de Tangará da Serra precisam de obras de infraestrutura

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Foto: Ronaldo Mazza

Na sessão da última quinta-feira (28), o deputado estadual Paulo Araújo (PP) apresentou a Indicação de n° 5294/19 solicitando ao governo do estado a necessidade de viabilizar a aquisição de equipamentos para prevenção de incêndios e recursos para poda das árvores para a Escola Estadual 29 de Novembro, localizada no município de Tangará da Serra (distante 245 km de Cuiabá). Segundo o parlamentar, a presente indicação tem por objetivo atender a reivindicação da diretora da escola, Marilda da Silva.

“Essa escola é a mais antiga de Tangará da Serra. Tem 1.400 alunos e funciona em três turnos de ensino médio e também ensino fundamental. A mesma possui uma extensa área, de mais de duas quadras, e em seu pátio interno existem inúmeras árvores que necessitam de poda. Peço então que o órgão competente avalie essa possibilidade em caráter de urgência”, disse Paulo Araújo.

O deputado também apresentou a Indicação n° 5295/19 pedindo que o governo do estado estude a possibilidade, junto à Secretaria de Estado de Educação (Seduc), da viabilidade de disponibilização de recursos para instalação de equipamentos de proteção contra incêndio e recursos para a substituição da caixa d’água da Escola Manoel Marinheiro, também situada em Tangará da Serra.

Segundo ele, a escola encontra-se numa situação muito precária, necessitando tomar providencias em face desta grave deficiência, de inicialmente montar o projeto técnico e instalação dos equipamentos de proteção contra incêndios, inclusive com cobranças recebido tanto do Ministério Público e do próprio Corpo de Bombeiros.

“Peço que a Secretaria de Educação faça esse estudo em caráter de urgência para que se possa oferecer uma melhor qualidade e segurança aos estudantes. Vale ressaltar que a escola está em funcionamento há mais de 30 anos num bairro central de Tangará e abriga mais de 400 alunos”, salientou Araújo.

Paulo Araújo também solicitou, via Indicação n° 5455/19, para a Escola Estadual Emanuel Pinheiro, a troca de equipamentos de informática e recursos para a reforma dos banheiros. A solicitação veio através da coordenadora pedagógica, Luciene Pinheiro, e da secretária da escola, Ana Paula Borges.

“Os alunos da Escola Emanuel Pinheiro estão passando dificuldades para a pesquisa e para o desenvolvimento de suas atividades através dos equipamentos de informática, pois estão velhos e ultrapassados, os quais não comportam mais manutenções, necessitando urgente serem substituídos”, enfatizou Paulo Araújo.

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Deputado João Batista chama atenção para situação dos entregadores de aplicativos

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O deputado estadual João Batista (Pros) manifestou, por meio de um ofício, sua preocupação com a categoria de entregadores de aplicativos de todo o país. Sem direito à quarentena e forçados à informalidade, a categoria realizou uma paralisação nesta última quarta-feira (1/6).

A intenção do parlamentar, como consta no ofício aprsentado pelo parlamentar nesta semana, é que os senadores e deputados federais voltem suas iniciativas para aqueles que, durante o período de pandemia, tornaram a tarefa de “moto boy”, como sua principal fonte de renda.

“Vivemos um momento hoje no país, em que todos os direitos sociais estão sendo dilapidados. Precisamos criar mecanismos para proteger os trabalhadores que são ignorados pelo direito, a exemplo da Justiça Trabalhista de São Paulo, que em uma ação civil pública, negou vínculo empregatício entre o aplicativo iFood e os seus entregadores”, apontou o deputado em seu ofício. Medidas protetivas contra roubos e acidentes, assim como o pagamento adequado por quilometragem percorrida são outras demandas apresentadas pelo parlamentar.

De acordo com dados divulgados pelo Instituto Locomotiva, cerca de 5,5 mil pessoas auferiram receitas com aplicativos no ano passado. Com a evolução digital, o trabalho é demandado nas telas dos smatphones por aplicativos de entregas como iFood, Rappi, UBEr, James, entre outros, que se favorecem de uma mão de obra barata, sem patrão ou folha de ponto nessas plataformas.

“Nós como legisladores temos o dever de enfrentar esse debate, construindo ações e projetos que garantam direitos e deveres a todo cidadão trabalhador. Espero poder contar com apoio da bancada federal e estadual, para buscarmos uma resolução para essa questão, que merece todo nosso respeito”, finalizou João Batista.

Fonte: ALMT

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Política MT

'Não podemos perder a esperança', diz Janaina Riva após aprovação da PEC da Previdência

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

“Eu tive que votar contra o atual texto da Reforma da Previdência porque não conseguimos emplacar as emendas do Fórum Sindical. Nosso objetivo é emplacar os 80% da média e os 50% do pedágio. E é claro que vamos trabalhar algumas outras categorias que não estão enquadradas na emenda que contempla a segurança pública, tais como os servidores do sistema socioeducativo e também os servidores da Politec. Então, a gente continua trabalhando agora, na segunda votação, nas emendas parlamentares e fazendo um trabalho para que elas sejam acatadas”, disse a deputada estadual Janaina Riva (MDB) logo após o encerramento da sessão extraordinária desta quinta-feira (02.07) que aprovou em primeira votação por 17 votos sim, 6 não e uma ausência- a PEC da Previdência de Mato Grosso.

Mesmo sendo favorável à Reforma da Previdência, por entender que seja necessária para que haja um equilíbrio nas contas do governo com relação à questão previdenciária, a deputada revela que votou contra o texto pelo fato de as emendas que o Fórum Sindical considera justa e que garantam uma transição para as novas regras menos danosas aos servidores públicos, não terem sido acatadas. Durante a votação, a parlamentar pediu que as emendas 9, 10 e 13, de autoria de lideranças partidárias, fossem votadas em destaque, mas foram descartadas com a maioria dos votos do Plenário.  

A emenda 9 previa um novo cálculo da pensão por morte dos servidores civis em geral da ativa e inativa, o valor seria a totalidade da remuneração até o teto do INSS (R$ 6.101,06) + 70% do valor acima disso. A emenda 10 trazia normativas sobre as regras de transição e a 13 também tratava de regra de transição, mas para aposentadoria voluntária.

“Não podemos perder a esperança. O trabalho agora é sensibilizar os deputados para que possam fazer essa votação e inserir essas emendas. Eu sempre disse e ressaltei a importância da PEC da Previdência para Mato Grosso, para estabilizar a balança previdenciária, entre o que é recolhido e o que é pago ao servidor, e com isso trazer mais equilíbrio nas contas do estado, mas também entendo que a proposta pode ser muito melhorada e pra isso precisamos de 15 votos, então nós temos que trabalhar com os deputados isso. Nós já temos o compromisso de garantia dos 80% aos servidores do presidente Eduardo Botelho para a segunda votação, e vamos continuar trabalhando pelo pedágio e demais categorias”, explicou.

Entenda a Reforça da Previdência Estadual:

O governo do estado apresentou a PEC 06/2020, mas, devido a inúmeros ajustes necessários, preferiu separar o tema das alíquotas com a apresentação de Lei Complementar nº 96/2019 para cumprir o prazo determinado pela EC 103/2019. Ressalva-se que atualmente a Emenda Inicial está com a Procuradoria Geral do Estado para as devidas adequações.

Quanto à Lei Complementar nº 96/2019, apresentada pelo governador, ela prevê alíquota previdenciária de 14% para servidores civis e militares, ativos e inativos. A Emenda 103, em seu artigo 8º, § 4º estabelece: § 4º Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios não poderão estabelecer alíquota inferior à da contribuição dos servidores da União, exceto se demonstrado que o respectivo regime próprio de previdência social não possui déficit atuarial a ser equacionado, hipótese em que a alíquota não poderá ser inferior às alíquotas aplicáveis ao Regime Geral de Previdência Social.

Tendo em vista que o Estado de Mato Grosso possui déficit atuarial, não há possibilidade de a proposta para fixação da alíquota ser inferior a 14%, para que não ocorra descumprimento a EC 103/2019. Frisa-se que a respectiva adequação deve ser implantada até 31 de julho de 2020, respeitando a anterioridade nonagesimal, o que quer dizer que o princípio de Direito Tributário estabelece que não haverá cobrança de tributo, senão decorridos no mínimo 90 dias, após a promulgação da lei que o instituiu.

Fonte: ALMT

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