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Várzea Grande

Escola Lúcia Leite conquista vice-campeonato da Copa Nacional de Bandas e Fanfarras

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A Banda de Percussão da Escola Municipal de Educação Básica – EMEB Lúcia Leite Rodrigues, do bairro Novo Mato Grosso, conquistou o segundo lugar nas competições da 5ª Copa Nacional do Pantanal de Bandas e Fanfarras. O evento ocorreu nos dias 12 e 13 de outubro, no Ginásio Complexo Esportivo Dom Aquino, em Cuiabá.

Para a competição, foram convidados especialmente para o evento, jurados especializados em bandas e fanfarras dos estados de São Paulo e Goiás, além da participação do maestro e capitão Roger, diretor geral da Banda do Exército do Estado de Mato Grosso, responsável pelo quesito regência.

Além da regência, os grupos foram avaliados nos quesitos: corpo musical, corpo coreográfico, capitão, pelotão cívico, balizas e balizadores.

Além da banda da escola de Várzea Grande, grupos musicais dos municípios de Alto Taquari, Alta Floresta, Sinop e Tapurah participaram desta edição. Os vencedores das competições irão representar Mato Grosso na final nacional da competição, na cidade de Guará – SP, nos dias 7 e 8 de dezembro, quando estarão participando as melhores bandas e fanfarras de cada estado.

“A Copa Nacional de Bandas e Fanfarras está em sua quinta edição e busca fomentar e estimular a criação de novas corporações musicais, promover o intercâmbio entre os integrantes, incentivar o aprimoramento de métodos e técnicas musicais, bem como contribuir para o desenvolvimento do pensamento cívico, o espírito de corporação e a autodisciplina. Exercícios e valores necessários à formação integral do cidadão”, revelou Eldo Fernando Cardoso, coordenador de interiorização da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso.

Para o secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Silvio Fidelis, as escolas da rede municipal de Várzea Grande têm promovido diversas ações no contra turno escolar através do Programa Escola em Tempo Ampliado – ETA. O Programa ETA atende atualmente 17 unidades escolares, contemplando atividades de reforço escolar, letramento, teatro, dança, música, esportes e diversas oficinas como horta, artesanato e informática. “A escola se torna cada dia mais atrativa para o aluno que quer permanecer mais tempo, realizando as mais variadas atividades, ampliando seu conhecimento em diversas áreas, fomentando a inclusão e sociabilidade entre estudantes. As experiências exitosas e os resultados positivos estão sendo mostrados através da melhoria do índice de aprendizagem e premiações em diversas competições pelo Estado”, declarou.

A Banda Municipal de Várzea Grande, comandada pelo maestro Ueliton dos Santos, foi convidada pela comissão organizadora e participou da solenidade de abertura da Copa com uma apresentação especial.

Por: Fred Nogueira – Secom/VG

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Várzea Grande

Comitê refuta posição de conselheira e assegura que medicamentos reduziram óbitos por Covid – 19

Publicado


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11/08/2020    2

O Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavirus (COVID 19) de Várzea Grande refutou o posicionamento da área técnica do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso – TCE/MT, bem como da conselheira substituta, Jaqueline J. Marques que apontam para um possível, ou indício, de sobrepreço, na compra de 50 mil comprimidos de Azitromicina 500mg, medicamento considerado essencial para o tratamento e a cura de pacientes com Covid- 19 em conjunto com a Ivermectina e a Cloroquina.

O Comitê lembrou que consta do processo licitatório (Pregão Eletrônico 32/2020) da qual a área técnica do Tribunal de Contas e a própria conselheira substituta tem conhecimento, que a empresa vencedora do certame a Multifarma por reiteradas vezes confirmou não ter a medicação para entrega imediata, sendo que desde junho último, Várzea Grande figurava com a classificação de contágio “de Risco Muito Alto” conforme decreto do Governo do Estado que por três vezes balizou decisão judicial de paralisação das atividades não essenciais na segunda maior cidade de Mato Grosso.

“As recomendações diuturnas da prefeita Lucimar Sacre de Campos é que tudo seja feito dentro das normas legais, com rigor, transparência e eficiência, mas acima de tudo que seja resguardado o direito das pessoas aos tratamentos e medicamentos necessários para se enfrentar a pandemia da Covid – 19 que já contaminou mais de 20 milhões de pessoas no mundo e já levou a óbito 740 mil seres humanos mas já temos 12,5 milhões de curados, muitos deles graças aos medicamentos utilizados de forma precoce como a Azitromicina”, disse o secretário de Comunicação, Marcos Lemos, que compõe o Comitê de Enfrentamento.

Portanto, com número crescente de contaminação e consequentemente com aumento de pessoas que precisavam de medicação para o tratamento, fizemos a compra necessária da Azitromicina por meio da dispensa 53/2020, sendo que para isto foram realizadas diversas pesquisas de preço, inclusive no próprio Radar TCE-MT, e ao final de 6 (seis) orçamentos cotados, o menor preço que atendia a necessidade imediata já que tínhamos um estoque muito baixo nesse período, foi o ofertado pela Empresa Lidyfarma que efetuou a entrega dos 50 mil comprimidos adquiridos.

Reforçamos que em todo Brasil, o medicamento Azitromicina tem demonstrado ser o mais eficaz ao combater as consequências causadas aos pacientes acometidos pela Covid-19, inclusive no último Informe Epidemiológico publicado pela Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande em conjunto com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e que pode ser consultado no portal Transparência COVID 19 da Prefeitura Municipal de Várzea Grande (www.varzeagrande.mt.gov.br), fica demonstrado claramente que o tratamento precoce evita que mais pessoas contaminadas sejam foco para as demais pessoas sadias.

Não há vacina, não há um remédio específico, já que tudo sobre a doença ainda é objeto de estudo, pesquisa e análise, mas as intervenções de medicamentos já utilizados em outras enfermidades têm demonstrado resultados mais do que satisfatórios, como salvar vidas.

“A empresa Lidyfarma é sediada em Goiânia e atende diversos outros estados além de Mato Grosso. É sabido que muitas empresas devido a pandemia tiveram os preços de seus produtos aumentados, prova disso é que no próprio sistema Radar TCE-MT existe registro de valores superiores ao encontrado por este município, então não se justifica a posição adotada pela conselheira substituta”, explicou o secretário de Saúde, Diógenes Marcondes.

O titular da Pasta de Saúde alertou que novas aquisições terão que ser realizadas e que a prefeita em audiência de conciliação com a Justiça e o Ministério Público alertou publicamente da necessidade dos Poderes Constituídos e dos órgãos de controle unirem esforços no sentido de impedir a prática abusiva de preços em tempo de pandemia.

“Apesar de encontramos preços menores, essas empresas não dispunham de pronta entrega. Então nós já tínhamos uma situação delicada com uma empresa vencedora do Pregão Eletrônico que na data de hoje, 11 de agosto, ainda não entregou os medicamentos adquiridos pela Prefeitura de Várzea Grande, somado ao fato das outras empresas pesquisadas não possuírem condições de fazer a entrega imediata, considerando a urgência e necessidade, a decisão de comprar da empresa Lidyfarma foi a mais coerente”, explicou Diógenes Marcondes.

Ele sinalizou que não houve sobrepreço, pois outros municípios compraram inclusive o mesmo medicamento por valores superiores ao que nós compramos. “Não poderíamos nos prender ao extremo formalismo e deixar de prover medicação importante à nossa população para salvar vidas”, disse ele.

O secretário de Comunicação de Várzea Grande lembrou que na mesma proporção em que a conselheira substituta, Jaqueline Marques, notifica a Prefeitura de Várzea Grande para que dê mais transparência aos dados e atos da gestão referentes a Pandemia da Covid-19, divulga em sua decisão da aquisição de medicamentos que consultou o Portal Transparência da Prefeitura de Várzea Grande e verificou a publicação da dispensa de licitação, o empenho e a liquidação dos 50 mil comprimidos  de Azitromicina 500 mg no valor global de R$ 299 mil, o que significa que os medicamentos já foram entregues.

“Me parece que a área técnica do TCE/MT e a conselheira substituta estão meio que confusos diante da pandemia que acomete a todo mundo, pois reconhece a compra, insinua que pode haver um sobrepreço, o que de fato não aconteceu e cita outras cidades que teriam comprado por preços mais baratos, só que estes mesmos municípios reconhecem que as aquisições mesmo realizadas não obtiveram a entrega do volume todo de medicamentos adquiridos e enquanto os medicamentos não chegam vidas são perdidas”, sinalizou Marcos Lemos assinalando ainda que em outra reclamação que seria por falta de transparência a própria julgadora admite que consultou e encontrou as informações no site oficial de Várzea Grande.

“Prova real do nossas alegações, é que dos 50.000 mil comprimidos comprados, já houve a entrega de 100%, sendo que 98% do total foram aviados aos pacientes após atendimento médico por meio da Rede de Atenção Primária à saúde, além de ações como blitz e barreiras sanitárias em toda a cidade de Várzea Grande, o que está refletindo positivamente, tanto que o município detém, neste momento, o maior número de curados da Covid- 19. Portanto não há o que se falar em sobrepreço, vidas humanas estavam e estão em jogo e o preço pago foi com um único objetivo salvar vidas, o que não tem valor segundo as próprias palavras do conselheiro presidente do TCE, Guilherme Maluf acometido pela Covid- 19 e em tratamento. Tudo foi feito de forma transparente, com documentos idôneos e legais”, sinalizou Marcos Lemos.

 

Por: Da Redação – Secom/VG

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Várzea Grande

Várzea Grande retoma enquete para escolha do ‘Selo Empresa Amiga do Meio Ambiente 2021’

Publicado


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11/08/2020    2

A prefeitura de Várzea Grande retoma e coloca no ar enquete para escolha ‘Selo Empresa Amiga do Meio Ambiente 2021’. Sob suspeita de ataque virtual, a enquete da Internet foi removida do site da prefeitura de Várzea Grande. As secretarias municipais do Meio Ambiente e Educação, e os serviços  de Tecnologia da Informação – TI – da prefeitura, na preservação do princípio da igualdade da disputa, acharam uma solução para evitar votação por robô.

Agora, em fase final, seis desenhos escolhidos entre inúmeros feitos por alunos de 26 escolas da rede municipal de ensino estão à disposição de toda sociedade várzea-grandense para escolha e votação até o dia 31 de agosto pela internet, no portal eletrônico da Prefeitura Municipal de Várzea Grande pelo endereço eletrônico www.varzeagrande.mt.gov.br.

“Trabalhamos para engajar o setor empresarial, a sociedade e os alunos da rede municipal de ensino na promoção e defesa do meio ambiente e ainda reconhecer as empresas que respeitam esses conceitos. Queremos que o selo ‘Empresa Amiga do Meio Ambiente 2021’ de Várzea Grande se torne um instrumento estratégico de comunicação visual com o consumidor consciente, identificando a empresa que tem compromisso com a nossa cidade e as gerações futuras, agregando assim valor à sua imagem no mercado. Isso cria o potencial de atrair os consumidores que reconhecem as boas causas e estão dispostos a apoiar as marcas e as empresas que aderem a esta prática”, explica a secretária municipal de Meio Ambiente, Helen Farias Ferreira.

Para o secretário municipal de Educação, Cultura, Esportes e Lazer, Silvio Fidelis, o concurso estimulou a pesquisa e a criatividade entre os participantes. “Os alunos trabalharam inicialmente dentro de sala de aula o tema: preservação do meio ambiente e tiveram que pensar em uma imagem que representasse os problemas e soluções para uma cidade com ações de preservação ambiental por parte da sociedade. Também está gerando uma expectativa muito grande nas escolas participantes o resultado da enquete”, cita Fidélis.

Segundo a secretária municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Helen Farias, poderão requerer o selo as empresas instaladas no município de Várzea Grande que possuem licenciamento ambiental onde são avaliados impactos causados pelo empreendimento, tais como: seu potencial ou sua capacidade de gerar líquidos poluentes (despejos e efluentes), resíduos sólidos, emissões atmosféricas, ruídos e o potencial de risco, como por exemplo, explosões e incêndios.

“Cabe ressaltar, que algumas atividades causam danos ao meio ambiente principalmente na sua instalação. É o caso da construção de hidrelétricas, por exemplo. Por isso, é importante lembrar que as licenças ambientais estabelecem as condições para que a atividade ou o empreendimento cause o menor impacto possível ao meio ambiente. Por isso, a importância do poder público em promover um selo que identifica à sociedade as empresas que contribuem para melhorar nossa cidade”. 

Para votar, basta acessar o portal eletrônico da Prefeitura www.varzeagrande.mt.gov.br e clicar no banner para escolha do desenho que será o selo “Empresa Amiga do Meio Ambiente 2021” de Várzea Grande.

 

Por: Da Redação – Secom/VG

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