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Escola deixa menina de 12 anos isolada por usar “saia muito curta” e revolta mãe

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Debbie, mãe de Ilana Bradley, de 12 anos, ficou furiosa quando sua filha foi colocada em um isolamento na escola Minsthorpe Community College, na Inglaterra, no primeiro dia de aulas depois das férias por usar uma “saia muito curta”.

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menina de 12 anos é colocada em isolamento na escola por usar arrow-options
Reprodução/Mirror

Ilana Bradley, de 12 anos, estava no primeiro dia de aulas e precisou ser retirada da sala por causa da “saia muito curta”

De acordo com a direção da escola, Ilana foi retirada da sala de aula porque “a saia estava cinco centímetros acima do joelho”. Debbie desabafou ao Mirror e afirmou que a filha tem uma cintura muito fina e que essa foi a única roupa que serviu na menina.

Além disso, a mãe ficou indignada com a postura da escola, que deixou a estudante sozinha até a chegada dela. “Ela ficou em isolamento porque sua saia era muito curta. Fui à escola para buscá-la porque ela estava sozinha”, conta ela.

“Pedi para falar com alguém para descobrir o que estava acontecendo e por que era um problema. Quando perguntei se o comprimento de sua saia afeta diretamente sua educação e capacidade de aprender, me disseram que ‘sim’”, acrescenta.

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Debbie conta ao site do jornal que não hesitou em rebater a afirmação da escola. “Sua educação e capacidade de aprender são puramente baseadas no que sai da boca de seus professores, no que fica nos ouvidos dela e no nível de entendimento que ela tem sobre a lição ou assunto em particular”.

A instituição, porém, declarou apenas que essa era a norma imposta por eles e que nenhum estudante pode usar uma ” saia muito curta” ou qualquer vestimenta que não estiver de acordo com as políticas. Quem não cumprir a diretriz é retirado da sala de aula e colocado em isolamento por um dia.

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Ainda indignada com o ocorrido, a mãe relatou que esse tipo de regra não é uma boa influência para os alunos e se firma como discriminação. “É um grupo de pessoas olhando para outra pessoa, discriminando e perseguindo”, finaliza.

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Perfil no Twitter reúne homenagens a pais mortos por Covid-19

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Com mais de 100 mil mortos por Covid-19 no país , muitas famílias brasileiras passam o Dia dos Pais em luto. Para que a data não passe em branco e que os pais não sejam apenas um número, um perfil no Twitter dedicou o dia para fazer homenagens às vítimas. 

A conta “Inumeráveis” é um “memorial dedicado à história de cada uma das vítimas do coronavírus no Brasil” e reúne mais de 7,9 mil seguidores. Neste domingo (9), compartilharam dezenas de frases homenageando pais mortos por Covid-19. “Não há #PAI que goste de ser número. Os pais vítimas de coronavírus merecem existir em prosa”. 


Fonte: IG Mulher

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Expulsa da escola por expor estuprador, adolescente ganha briga judicial

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Em outubro de 2019, a norte-americana Aela Mansmann, 15 anos, fez uma publicação nas redes sociais que repercutiu em todo o país. A adolescente tirou uma foto no banheiro da escola, Cape Elizabeth, no estado de Maine, Estados Unidos, onde aparece um post-it no espelho com os seguintes dizeres: “Há um estuprador em nossa escola e você sabe quem é”. 

foto de post it no espelho
Reprodução/Facebook

Aela Mansmann com um post-it escrito: “Há um estuprador em nossa escola e você sabe quem é”

Depois do post da jovem, outras alunas passaram a deixar mensagens em post-its nos banheiros do colégio com pequenos relatos dos abusos que estavam sofrendo. Após a repercussão, a escola suspendeu Aela com a alegação de que a adolescente teria praticado bullying com a sua publicação, mesmo não tendo identificado quem seria o “estuprador”. 

Em entrevista ao site BuzzFeed News, a adolescente explica que estava “de saco cheio” pela quantidade de assédio e abuso que suas colegas contavam ter passado. Aela também estava cansada de ver os agressores livres sem qualquer consequência. Por isso, decidiu se manifestar. 

Os pais de Aela entraram na justiça para cancelar a suspensão da adolescente e conseguiram. A escola recorreu e o caso foi para a segunda instância, mas, na quinta-feira (6), uma corte federal em Boston decretou que a suspensão deveria ser derrubada. Para Aela, essa decisão é uma vitória para as estudantes e defensores de vítimas de violência sexual. 

A adolescente afirma vai continuar usando sua voz para falar por vítimas de estupro e pretende trabalhar para que escolas de todo o país mudem suas políticas em relação a agressões sexuais.

Fonte: IG Mulher

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