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Esbagaçou: Operário goleia, deixa Mixto de quatro e assume o terceiro lugar na tabela

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Os operarianos não tomaram o menor conhecimento e golearam mixtenses

Jogando um futebol agressivo e bem postado no meio e defesa, o Operário passeou em campo e venceu sem esforço o Mixto, em partida da 5ª rodada do Campeonato Mato-grossense, realizada na Arena Pantanal, na trarde deste domingo.

Com o resultado, o Tricolor Várzea-grandense chegou aos dez pontos e está na terceira posição. O Mixto está na oitava posição, beneficiado pela derrota do Luverdense, de goleada, para o Poconé, no Neco Falcão, também neste domingo.

O jogo

Jogando pelos lados, explorando a velocidade de Caio Felipe, o Operário chegou ao marcador através de Pikachu, aos 26 minutos da etapa inicial. O artilheiro recebeu de Caio Felipe, ameaçou fazer um passe, limpou para a direita e fuzilou sem chances para o goleiro Gabriel.

Ainda dominando  a partida, com um adversário tropeçando nas próprias pernas, o primeiro tempo acabou com a vantagem parcial dos operarianos.

Na volta para a segunda etapa, a pressão operariana continuou e a partida virou ataque contra defesa, Nas pouicas vezes em que se lançou ao ataque, com Romarinho ou Paulinho Mingau a defesa tricolor tomava.

Numa jogada que nasceu com Gil Mineiro que roubou uma bola pelas ´pontas e lançou Felipe, o Operário ampliou para 2 a 0, com João Guilherme escorando o cruzamento rasteiro, aos cinco minutos.

Esbagaçou …

O Operário não se contentou com a vitória de 2 a 0, e

logo depois, aos 18, Kaio Felipe ampliou.  Morto em campo, o Alvinegro se entregou à superioridade tricolor. Quando todos esperavam o desfecho com três gols, João Guilherme fez mais um decretando a goleada de 4 a 0.

Próximos jogos

O Mixto volta a campo contra o Sinop, dia 16, e o Operário faz o clássico contra o Dom Bosco, um dia anterior,

Mixto 0 x 4 Operário

Etapa: Quinta rodada

Data: 09/02/2020

Local: Arena Pantanal

Mixto: Gabriel; João Lennon, Bruno Bramusse, Jefão e Vinicius Matheus (Josemar) Diego Neves; Anderson Pedra, Natan e Vitinho (Cicinho); Eduardo Romarinho, Magno El Lobo e Paulinho Mingau. Técnico Nildo Dantas.

Operário-VG: Igor Ryan; Igor Amaral, Marcão, Marlon e Kaio Cristian; Leo Reichenert (Pedro Ramiro), Vinicius Hess (Natan), e Pikachu (Calito); João Guilherme, Gil Mineiro e Kaio Felipe. Técnico Luiz Gabardo Jr.

 

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Marcelo Melo admite situação adversa e apoia cancelamento de Wimbledon

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Principal tenista brasileiro da atualidade, Marcelo Melo se pronunciou nesta sexta-feira (3) sobre o cancelamento da edição deste ano do torneio de Wimbledon, uma das quatro maiores competições do circuito da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), os chamados Grand Slams. A competição, suspensa em função da pandemia do novo coronavírus (covid-19), não será disputada pela primeira vez desde 1945, último ano da Segunda Guerra Mundial.

“É uma notícia triste para nós, tenistas, e para os fãs do torneio e de tênis. É um dos meus torneios favoritos, principalmente depois do título (de duplas) que a gente (ele e o polonês Lukasz Kubot) teve lá em 2017. Mas, a gente entende que a situação é adversa. Agora não tem realmente como ir lá (Londres, Reino Unido) jogar o torneio. Vamos ter que esperar mais um ano para voltar ao templo sagrado”, declarou.

Ouça na Rádio Nacional

 

O mineiro de 36 anos não joga desde 24 de fevereiro, quando foi campeão de duplas no ATP de Acapulco (México) ao lado de Kubot. Na ocasião, eles venceram os colombianos Robert Farah e Juan Sebastian Cabal, atualmente os dois melhores paceiros do ranking mundial, por 2 sets a 1. O brasileiro está nos Estados Unidos, em Tampa, na Flórida, para onde viajou no início de março após o título, mas os torneios que jogaria foram cancelados.

“Não tenho certeza de quando a gente voltará a jogar”, reconheceu Marcelo, após a ATP ter prorrogado a suspensão do circuito até, pelo menos, 13 de julho. “A gente espera que essa situação termine o quanto antes para voltar às quadras”, concluiu o atleta, atualmente em quinto no ranking mundial de duplas.

Antes dele, o Brasil já havia alcançado o topo em Wimbledon com Maria Esther Bueno. A tenista, que faleceu em 2018, foi tricampeã de simples (1959, 1960 e 1964) e pentacampeã de duplas (1958, 1960, 1963, 1965 e 1966) no torneio britânico.

 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Esportes

Natação paralímpica: técnico-chefe tranquiliza atletas em quarentena

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Nesses dias de quarentena e de isolamento social em função da covid-19 as dúvidas são muitas. E dentro do Movimento Paralímpico não é diferente. Praticamente, a única certeza é que os Jogos de Tóquio (Japão) vão acontecer entre 24 de agosto e de 5 de setembro do próximo ano. A partir daí, não faltam perguntas. Para tentar responder algumas delas, na tarde de ontem (2) o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) fez uma live (transmissão online, ao vivo) no Instagram com Leonardo Tomasello, técnico-chefe da seleção Brasileira de natação paralímpica, e Felipe Silva, responsável pelos nadadores de medley e “meio-fundo”.

Para tranquilizar os atletas, eles lembraram que a equipe já passou por problemas maiores. Foi durante o Mundial de 2017, na Cidade do México. “Por causa de um terremoto, a competição teve que ser adiada às vésperas do início das provas. Já tínhamos dois integrantes da nossa equipe lá no México. A competição foi adiada em dois meses. Não só o Brasil, mas todos os países tiveram o programa de treinamento muito comprometido “, lembra Tomasello. “Agora é uma situação bem diferente. Claro que a pandemia é extremamente grave. E todos devem respeitar as medidas de isolamento. Mas o adiamento foi definido com um prazo bem maior. Teremos bastante tempo para preparar a nossa equipe. E, com certeza, todos estarão 100% lá em Tóquio no ano que vem”, planeja Silva.

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O treinador Leonardo Tomasello junto com a nadadora Carol Santiago,ouro no Parapan de Lima (2019) nos 100m livre – Ale Cabral/CPB/Direitos Reservados

Uma das principais iniciativas do CPB para esse período também foi bastante comentada pelos preparadores. É o Programa de Acompanhamento Técnico. “Queremos que eles se mantenham o máximo possível ativos. Para isso estamos oferecendo um suporte completo da nossa equipe multidisciplinar. Profissionais da área da fisioterapia, da nutrição e da psicologia estão à disposição dos nadadores. Programas individualizados são enviados. E o nosso pessoal também entra em contato para oferecer essa assistência. A gente quer que eles saibam que tudo aquilo que for feito agora, durante a quarentena, vai refletir nos resultados lá na frente”, detalhou Tomasello. 

Ainda sensibilizado com o momento atual, Silva ponderou: “A gente nunca passou por isso. Tudo fugiu completamente do nosso controle. Os atletas nunca tinham ficado tanto tempo fora da água. Todos precisam ter a consciência de que o cuidado é fundamental. E é preciso se manter ativo para, quando os treinos voltarem, todos estarem fortalecidos e sem dores”. 

Calendários e reclassificações funcionais

“Sabemos que muitos dos nossos atletas ainda necessitam passar pelas reclassificações em nível nacional e internacional. Mas, infelizmente, não podemos confirmar os nossos próximos passos. As etapas nacionais do Circuito Caixa serão realizadas assim que tudo voltar ao normal. Mas, ainda sem datas definidas. A temporada do ano que vem, que seria repleta de campeonatos, com destaque para o Mundial e o Europeu, agora virou uma ‘interrogação’. A orientação é que todos mantenham a cabeça no lugar e sigam se preparando da melhor forma”, pediu Tomasello.

Aclimatação

Os dois técnicos lembraram da participação dos brasileiros na Parapan-Pacífico, na Austrália, em agosto de 2018 para dizer que a ideia é seguir a mesma estratégia que foi utilizada naquela ocasião. “Sabemos que a resposta dos atletas é muito individual. Mas a nossa ideia é chegar no Japão com 30 dias de antecedência e fazer um trabalho focado nas necessidades de cada um deles. Temos os dados de todos os nossos treinos monitorados desde 2016. Isso faz muita diferença. Sabemos quando o atleta precisa descansar, quando ele precisa forçar. E vamos usar essa base de dados como orientação até os Jogos Paralímpicos ” completou Felipe Silva.

 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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