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Economia

Entregador que foi alvo de racismo tem emprego novo; veja a história

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Matheus Pires ao lado de Raphael Avellar, empresário que o contratou
Arquivo pessoal/Raphael Avellar

Matheus Pires ao lado de Raphael Avellar, empresário que o contratou

O ex-entregador Matheus Pires, de 19 anos, vai começar uma carreira nova. Depois de ser agredido verbalmente com  ofensas racistas por um cliente, Matheus recebeu solidariedade pelas redes sociais – em campanhas que arrecadaram  R$ 200 mil, uma moto e um computador – e, além disso, um emprego com que sonhava há anos.

Segundo entrevista dada ao portal Uol, antes de trabalhar como entregador, Matheus tinha um emprego de jovem aprendiz, mas foi demitido. Por isso, começou a trabalhar em aplicativos de delivery, trabalho que já fazia como “bico”. O jovem também já trabalhou em supermercados, como empacotador e entregador de panfletos.

As novas  oportunidades  vieram também pelas redes, depois da repercussão do caso de racismo. Há três anos, Matheus segue o perfil da agência de publicidade Avellar no Instagram e tinha como meta trabalhar com edição de vídeos e marketing digital. Inclusive, no fim do ensino médio, Matheus já fazia frilas de edição e chegou a criar um microempresa com outros profissionais da área.

Depois da agressão que sofreu, Matheus recebeu mensagens de apoio de Raphael Avellar, dono da agência de publicidade que seguia. Depois de conversarem no WhatsApp, Raphael ofereceu uma oportunidade a Matheus de trabalho com edição de vídeo na agência.

Além disso, Matheus recebeu uma bolsa de estudos em marketing, oferecida por outra empresa de Raphael, a Cria School. Ele também terá mentoria financeira de Thiago Nigro, YouTuber que toca o canal O Primo Rico.

Hoje, Matheus tem 2 milhões de seguidores no Instagram – enquanto seu novo chefe tem 110 mil.

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Economia

Campo Tupi chega a 2 bilhões de barris de óleo equivalente em julho

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A produção acumulada do campo Tupi, na área do pré-sal da Bacia de Santos, a aproximadamente 230 km da costa do estado do Rio de Janeiro, atingiu 2 bilhões de barris de óleo equivalente (boe) em julho de 2020. De acordo com a Petrobras, os dados foram divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A petroleira, que divulgou hoje (28) o marco, destacou que ele ocorreu no mesmo ano em que a assinatura do contrato de concessão do bloco BM-S-11, onde se localiza o campo, completa 20 anos. Conforme a companhia, o campo é o maior produtor em águas profundas do mundo, com produção de cerca de 1 milhão de barris por dia (bpd).

A produção acumulada foi registrada dez anos após a entrada do primeiro sistema de produção definitivo da Unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência (em inglês FPSO-Floating Production Storage and Offloading) Cidade Angra dos Reis, e, ainda quatorze anos depois da descoberta, em 2006.

O consórcio formado pela Petrobras, que é operadora com 65% de participação, em parceria com a Shell Brasil Petróleo Ltda (25%) e a Petrogal Brasil S.A. (10%), colocou em operação, entre 2010 e 2019, nove sistemas de produção, o que significa uma média de um por ano.

“A Petrobras precisou vencer uma série de desafios inéditos na indústria, como a distância da costa e a existência de reservatórios com poucos análogos no mundo, em águas ultra-profundas e abaixo de uma espessa camada de sal”, apontou a empresa.

A petroleira acrescentou, que para enfrentar os desafios desenvolveu em parceria com instituições de pesquisa e empresas parceiras e fornecedores, uma série de tecnologias e inovações que permitiram a produção nos campos do pré-sal, de forma segura e rentável, sendo ainda referência quanto à sua performance ambiental. “Em função das tecnologias inéditas desenvolvidas, a Petrobras recebeu em 2015 o principal prêmio da indústria, o Distinguished Achievement Award for Companies, Organizations and Institutions, promovido pela Offshore Technology Conference (OTC)”, contou.

A Petrobras afirmou que para revitalizar o campo ainda antes do início do seu declínio, desenvolve, com os seus parceiros do bloco BM-S-11, diversas iniciativas para buscar o aumento do fator de recuperação de óleo e gás, que pode ser extraído do campo e, assim, maximizar o valor do ativo.

“Para isso, desenvolve projetos para a interligação de novos poços aos sistemas de produção já implantados e o uso da tecnologia de injeção alternada de água e gás (Water Alternating Gas – WAG), para manter a pressão do reservatório. Além desses projetos, a Petrobras, em conjunto com seus parceiros, busca desenvolver outras tecnologias que permitam criar valor através do aumento da eficiência das operações, com baixo custo e alta confiabilidade, e que possam contribuir para o aumento do fator de recuperação e extensão da longevidade da produção no campo de Tupi”, completou em nota.

Edição: Maria Claudia

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Economia

Serasa Experian: demanda das empresas por crédito caiu em agosto

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A demanda das empresas por crédito caiu 6,0% em agosto na comparação com o mesmo mês do ano passado, de acordo com o Indicador da Serasa Experian. Esse foi o segundo mês consecutivo de queda. Na análise por porte, as micro e pequenas empresas registraram o maior recuo (6,1%), seguidas das médias (- 4,7%) e grandes (-1,5%).

A indústria foi o segmento que apresentou maior queda, de 7,8%. O comércio teve a menor retração, de 5,6%. O Norte foi o único que teve elevação (0,3%) e a maior queda foi verificada no Sudeste (-8,1%), seguido de Sul (-4,5%) e Nordeste e Centro-Oeste com recuo de 4,3% cada.

Para o economista da Serasa Experian Luiz Rabi, as incertezas sobre a prorrogação do auxílio emergencial e sobre as reformas administrativas e tributária colocaram os empreendedores em compasso de espera. “Além das dúvidas sobre a prorrogação ou não do auxílio emergencial, o governo também não deu uma sinalização clara sobre as reformas. Essas incertezas deram uma esfriada no ânimo dos empresários que preferiram aguardar o desenrolar desses temas”, avaliou.

Ele destacou que o auxílio emergencial foi essencial para a sobrevivência das micro e pequenas empresas. “Na dúvida sobre a continuidade, os empreendedores decidiram postergar a busca por crédito. Acredito que esse também foi o sentimento dos médios e grandes empresários”, disse Rabi.

Edição: Maria Claudia

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