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Saúde

Entenda o que é nistagmo, condição que afeta cantor do Black Eyed Peas

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Entenda o que é nistagmo, condição que afeta cantor do Black Eyed Peas
Vitoria Rondon

Entenda o que é nistagmo, condição que afeta cantor do Black Eyed Peas

Especialista explica sobre sintomas e causas desse tipo de problema de visão

Recentemente o rapper filipino Allan Pineda, conhecido como Apl.de.ap, integrante da banda estadunidense ‘Black Eyed Peas’, ficou entre os assuntos mais comentados no Twitter. Isso porque os internautas descobriram que ele tem um problema chamado nistagmo, que causa a redução de clareza e nitidez da visão, causado por movimentos involuntários e repetitivos dos olhos.

Em 2011, durante uma entrevista ao jornal The Sun, o artista já havia dito que era legalmente cego. “Consigo perceber bem as formas, mas se não estiver suficientemente perto, mesmo que seja uma coisa grande, não consigo lê-la”, disse.

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O que é o nistagmo?

Segundo o oftalmologista Pablo Rodrigues, o nistagmo se caracteriza por um movimento rítmico, repetido, rápido e involuntário ocular. Ou seja, a movimentação constante dos olhos tanto para horizontal quanto para vertical, ou até rotacional, em um ou nos dois olhos.

Tipos de nistagmo

De acordo com o oftalmologista, existem dois tipos de nistagmo: a congênita e a adquirida. A condição congênita pode ocorrer durante as 6 semanas de vida, como aconteceu com o Apl.de.ap. Já no caso do nistagmo adquirido, o Dr. Pablo Rodrigues explica que pode afetar o paciente em qualquer momento a partir dos 6 meses de vida.

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Quais são as causas desse problema?

As causas do nistagmo e gravidades estão associadas ao momento em que a doença é adquirida, assim como ao tipo de nistagmo.

Causas do nistagmo congênito:

  • Catarata congênita; 
  • Hipoplasia do nervo óptico; 
  • Distrofia da retina; 
  • Distúrbio visual; 
  • Redução ou ausência congênita do pigmento de melanina;
  • Ausência total ou parcial da íris; 
  • Síndrome do olho do gato; 
  • Erro refrativo grave. 

“O fator comum em todas essas condições é que elas causam deficiência visual moderada a grave em ambos os olhos desde o nascimento”, explica o oftalmologista.

Causas do nistagmo adquirido

  • Miopia e astigmatismo elevados;
  • Anormalidades cerebrais;
  • Efeitos colaterais de medicamentos; 
  • Câncer;
  • Distúrbios genéticos;
  • Distúrbios metabólicos. 

“O nistagmo adquirido pode estar associado a condições médicas graves e, muitas vezes, requer avaliação complementar com exames de imagem e testes laboratoriais”, ressalta o Dr. Pablo Rodrigues.

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Sintomas e diagnóstico da condição 

Entre os sintomas do nistagmo, o especialista diz que se destacam a sensibilidade à luz, tontura e dificuldade para enxergar em ambientes escuros, além de problemas com percepção de profundidade e coordenação motora. Quanto ao diagnóstico da anomalia, é recomendado que o paciente realize consulta com um oftalmologista para realizar exames, avaliar como os olhos se movem e recolher o histórico clínico.

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Nistagmo tem cura? 

Conforme afirma o oftalmologista Dr. Pablo Rodrigues, o nistagmo tem cura, porém depende do tipo e da causa. “Em alguns casos é possível curar o nistagmo, enquanto em outros casos apenas é possível diminuir seu impacto.”

O tratamento para o nistagmo também depende do tipo e causa. Assim, para pessoas que nascem com essa condição, como no caso do nistagmo congênito, existem tratamentos clínicos que podem ser realizados para melhorar a visão do paciente.

Por outro lado, em casos de nistagmo adquirido, as cirurgias podem ser recomendadas, pois, segundo o oftalmologista, elas reduzem posições nulas, diminuindo a inclinação da cabeça e melhorando a aparência estética. 

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Mortes por covid-19 caem 83% no 1º semestre na comparação com 2021

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Número de mortes por covid no Brasil pode ter sido 18% maior em 2020, estimam cientistas
Mariana Alvim – @marianaalvim – Da BBC News Brasil em São Paulo

Número de mortes por covid no Brasil pode ter sido 18% maior em 2020, estimam cientistas

Mais de dois anos após o início da pandemia, o Brasil enfrenta uma nova onda de Covid-19, causada pelo avanço das subvariantes da Ômicron. Embora a média móvel de mortes esteja em um período de crescimento, com índices acima de 200 nos últimos dias, o número de óbitos registrados no país pela doença no primeiro semestre deste ano é seis vezes menor do que o total do mesmo período de 2021.

Levantamento feito pelo GLOBO, com base em dados do consórcio de veículos de imprensa, mostra que nos primeiros seis meses de 2021, 323.270 pessoas perderam a vida em decorrência de complicações da Covid-19. No mesmo período deste ano, foram confirmadas 52.387 mortes. Isso corresponde a uma redução de 83,79% no número de óbitos.

A queda expressiva no número de óbitos pela Covid-19 é creditada à vacinação, que teve início na segunda quinzena de janeiro do ano passado, mas só engrenou a partir de junho.

“Em comparação com as ondas anteriores, há menor necessidade de leitos de terapia intensiva. Também não estamos vendo muitos óbitos”, disse o infectologista Júlio Croda, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), em uma entrevista publicada no início de junho, sobre o assunto.

Apesar de a Ômicron e suas subvariantes conseguirem escapar da proteção conferida pelas vacinas e por infecções prévias, especialistas são unânimes em dizer que a vacinação permanece altamente eficaz para doenças severas, hospitalizações e óbitos. Para isso, é preciso estar com a imunização em dia. Já é consenso que para a Ômicron, o chamado esquema básico de vacinação é composto por três doses. Mesmo assim, apenas 44,27% dos brasileiros habilitados receberam uma dose de reforço. Para as faixas etárias mais vulneráveis, o segundo reforço já está liberado.

Até sexta-feira, 83,37% da população brasileira estava imunizada com ao menos uma dose. A segunda dose da vacina, por sua vez, foi aplicada em 78% da população nacional. A vacinação infantil ainda caminha a passos lentos. Apenas 63,26% das crianças de 5 a 11 anos já receberam a primeira dose contra a Covid-19. Para a segunda dose, a taxa é de 38,57%.

O número de casos, por outro lado, foi semelhante nos dois períodos: 10.883.383 no primeiro semestre de 2021 e 10.073.078 nos seis primeiros meses deste ano. Vale ressaltar ainda que especialistas estimam que o número de infectados atualmente é ainda maior que o oficial, dado que muitas pessoas recorrem aos autotestes, cujos resultados não são contabilizados pelos dados oficiais, ou não se testam.

Desde fevereiro de 2020, quando o primeiro caso de infecção pelo novo coronavírus foi registrado no Brasil, 32.434.200 pessoas foram diagnosticadas com Covid-19 e 671.764 perderam a vida para a doença.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 284 óbitos e 76 mil casos em 24 horas

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As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 75.139 novos casos de covid-19 e confirmaram 284 mortes por complicações associadas à doença nas últimas 24 horas em todo o país. Os dados estão na atualização divulgada nesta sexta-feira (1º) pelo Ministério da Saúde. Segundo a pasta, o estado do Mato Grosso do Sul não enviou o balanço de óbitos nesta sexta.

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia soma 32.434.063.

O número de casos de covid-19 em acompanhamento está em 888.681. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias em que não houve alta, nem óbito.

Com os números de hoje, o total de mortes desde o início da pandemia chegou a 671.700. Ainda há 3.241 óbitos em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 30.873.682 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 95,3% dos infectados desde o início da pandemia.

Boletim epidemiológico da covid-19 Boletim epidemiológico da covid-19

Boletim epidemiológico da covid-19 – Ministério da Saúde

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, o estado que registra mais mortes por covid-19, até o momento, é São Paulo, com 170.994 óbitos. Em seguida, aparecem Rio de Janeiro, com 74.157; Minas Gerais, com 62.170; Paraná, com 43.803; e Rio Grande do Sul, com 40.040.

Os estados com menos óbitos resultantes da doença são: Acre, com 2.004; Amapá, com 2.140; Roraima, com 2.153; Tocantins, com 4.168; e Sergipe, com 6.359.

Vacinação

Até o momento, foram aplicadas 453.678.213 doses de vacinas contra a covid-19, sendo 178,2 milhões como primeira dose, 161,1 milhões como segunda dose e 4,9 milhões como dose única. A dose de reforço já foi aplicada em 94,8 milhões de pessoas e a segunda dose extra, ou quarta dose da vacina, 10,1 milhões.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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