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Saúde

Entenda o que é a terapia de reposição hormonal

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Entenda o que é a terapia de reposição hormonal
Vitoria Rondon

Entenda o que é a terapia de reposição hormonal

A terapia de reposição hormonal, também conhecida como terapia de substituição hormonal, geralmente é indicada para aliviar os sintomas da menopausa, como ondas de calor, ressecamento vaginal, ganho de peso e alterações de humor. Isso porque é durante esse período que o corpo da mulher passa a produzir menos hormônios femininos, como a progesterona e o estrogênio. 

Assim, a técnica ajuda a equilibrar a produção de hormônios no organismo feminino, contribuindo para a qualidade de vida das mulheres. Por isso, a médica ginecologista Dra. Fabiane Berta, explica quando é indicado começar o tratamento e quais são os seus benefícios. Confira! 

Como funciona a terapia de reposição hormonal?

Existem diversas formas de realizar a reposição hormonal. Alguns métodos podem usar medicamentos via oral ou sobre a pele, como adesivos, géis e cremes, de acordo com a recomendação do especialista. Além disso, pode ser indicado o tratamento que combina progesterona e estrogênio em medicamentos orais ou a terapia com estrogênio, que usa um medicamento apenas com esse tipo de hormônio.  

Para que serve a suplementação hormonal 

Como a terapia de substituição hormonal visa equilibrar os níveis dos hormônios femininos no corpo, principalmente a progesterona, o androgênio e o estrogênio, segundo o Ministério da Saúde, ela pode servir para:

  • Prevenção de doenças cardiovasculares; 
  • Osteoporose; 
  • Manutenção da libido; 
  • Controle da depressão; 
  • Aliviar os sintomas da menopausa. 

Benefícios da reposição hormonal 

Além da redução dos sintomas da menopausa, como as ondas de calor e os suores excessivos, o tratamento, de acordo com o Ministério da Saúde, também é benéfico em casos de osteoporose. Isso porque ele contribui para evitar possíveis lesões, pois ajuda a prevenir a perda óssea. Além disso, também favorece a vida sexual feminina, uma vez que ajuda a controlar o ressecamento da mucosa vaginal, melhorando a lubrificação.

Quando é indicado o procedimento? 

Segundo a médica ginecologista Dra. Fabiane Berta, não existe uma idade certa para que as mulheres comecem a fazer a reposição de hormônios, pois a técnica pode ajudar a prevenir possíveis doenças. “Não tem necessidade de aguardar chegar na estaca zero para começar a se cuidar com longevidade, mas, certamente, todas as mulheres que repõem seus hormônios de forma bioidênticas são beneficiadas na proteção de doenças do envelhecimento feminino”, afirma. 

Quanto tempo dura o tratamento?

Segundo o Ministério da Saúde, a terapia de reposição hormonal deve ser indicada a curto prazo para controle das manifestações da menopausa, pois o tratamento prolongado pode favorecer o desenvolvimento de doenças como câncer de mama e endometriose. Assim, é essencial realizar consultas regulares com um médico especialista para determinar o tempo. 

Quando a reposição não é recomendada?

O tratamento para reposição hormonal, apesar dos seus benefícios, não é indicado para todas as mulheres, pois, em algumas situações, pode apresentar riscos à paciente. Geralmente, ele é contraindicado nos seguintes casos: 

  • Câncer endométrio; 
  • Câncer de mama; 
  • Câncer de ovário; 
  • Doença tromboembólica venosa; 
  • Lúpus eritematoso sistêmico. 

Por isso, a consulta com um médico ginecologista é fundamental antes de iniciar esse tipo de tratamento, pois é necessária a realização de exames para analisar a saúde de cada mulher, como explica a Dra. Fabiane Berta. “Na prática, a questão é indecifrável: existem mais de 100 hormônios no corpo, que regem uma orquestra complexa feminina, e precisa ser levado em consideração na hora de quebrar a cabeça nessa prescrição médica hormonal”, diz a Dra. Fabiane Berta

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 7.198 casos e 57 mortes em 24 horas

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O Brasil registrou 7.198 casos positivos e 57 mortes por covid-19 em 24 horas, segundo o boletim divulgado pelo Ministério da Saúde neste domingo (7). Desde o início da pandemia, foram registrados 34.018.371 casos e 679.996 óbitos pela doença.

No boletim, os dados de casos e mortes de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, do Distrito Federal, do Mato Grosso, do Maranhão, de Tocantins e de Roraima não foram atualizados. O número de óbitos do Mato Grosso do Sul também não.

Entre os que contraíram a doença, 96,2% se recuperaram, o que corresponde a 32.731.706 pessoas. Há ainda 606.669 casos em acompanhamento.

Estados

São Paulo é o estado com maior número da casos e de mortes, com 5,95 milhões e 173.338, respectivamente. Em relação aos casos, o estado do Sudeste é seguido por Minas Gerais (3,83 milhões) e Paraná (2,70 milhões). 

O menor número de casos foram registrados no Acre (145.488), Roraima (173.401) e Amapá (177.285). Os três estados também registram os menores números de mortes pela doença: Acre (2.021), Amapá (2.153) e Roraima (2.158).

Boletim epidemiológico covid-19 Boletim epidemiológico covid-19

Boletim epidemiológico covid-19 – Ministério da Saúde

Vacinação

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, foram aplicadas 496,51 milhões de doses de vacina contra a covid-19 no Brasil, sendo 178,58 milhões de primeira dose, 159,63 milhões de segunda dose e 4,98 milhões de dose única. 

A primeira dose de reforço foi aplicada em 103,56 milhões de pessoas, a segunda dose de reforço em 17,99 milhões e a dose adicional em 4,75 milhões.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Varíola dos macacos: entidades criticam estigma a homossexuais

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Transmissão da varíola dos macacos tem sido muito associada aos homossexuais
Divulgação

Transmissão da varíola dos macacos tem sido muito associada aos homossexuais

A contaminação pela varíola dos macacos vem se espalhando pelo mundo e trazendo um problema já observado historicamente, quando surgiram os primeiros casos de HIV. Chamada na década de 80 por diversos nomes pejorativos relacionados a homossexualidade, a Aids carregou por anos essa estigmatização.

No último dia 1º, um editorial publicado na Revista Brasileira de Enfermagem alerta para a repetição desse risco, pois o olhar discriminatório ao paciente contaminado com a varíola dos macacos pode prejudicar o tratamento, protelando o seu diagnóstico e até mesmo a procura por cuidados com a saúde.

“O fato de relacionar a orientação sexual com o vírus Monkeypox não faz qualquer sentido, já que existem opções de comunicação que se podem mostrar igualmente efetivas, como, por exemplo, focar na prática de relações sexuais entre indivíduos infectados, sem categorizar sexualidades ou práticas em específicos, assumindo uma posição globalizada das ações sanitárias e de controle epidemiológico”, diz o texto.

A própria agência das Nações Unidas para a Aids mostrou preocupação com o fato de a mídia ter reforçado estereótipos homofóbicos e racistas na divulgação de informações em torno da varíola dos macacos .

A monkeypox , como é conhecida internacionalmente, não é uma infecção sexualmente transmissível, embora possa se espalhar pelo contato íntimo durante as relações sexuais, quando existe erupção cutânea ativa.

Veja, abaixo, mais detalhes de como a varíola dos macacos pode ser transmitida
Reprodução/Twitter

Veja, abaixo, mais detalhes de como a varíola dos macacos pode ser transmitida

A infecção é transmitida a partir das feridas, fluidos corporais e gotículas de uma pessoa doente. Isso pode ocorrer mediante contato próximo e prolongado sem proteção respiratória, contato com objetos contaminados ou contato com a pele.

Foi o que ocorreu com o professor de inglês Peter Branch, de 48 anos. Ele e seu companheiro moram na capital paulista e foram infectados pela doença. O britânico, que vive no Brasil há mais de 9 anos, queixa-se do preconceito envolvendo a enfermidade.

“Fomos infectados indo a um bar heterossexual. Acho que o mais grave é que homens e mulheres heterossexuais não estão prestando atenção aos sintomas e, portanto, infectando os outros também”, disse. “O que incomoda é que as pessoas pensam que isso é só na comunidade gay ”, completou.

Ele conta que apresentou febre, dor de cabeça, cansaço, e que as lesões surgiram depois. Ele recebeu atendimento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. “As manchas doeram um pouco, o chato foi o isolamento, não poder brincar com meus cachorros”. Peter já se sente bem e acompanha a recuperação de seu companheiro.

Fonte: IG SAÚDE

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