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Mato Grosso

Enchente em SP eleva preços na Central de Abastecimento de Cuiabá

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A enchente da semana passada que atingiu a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), causando prejuízo estimado de R$ 24 milhões na maior central atacadista da América Latina, também trouxe impactos negativos a Cuiabá e região. Os preços de verduras e legumes registraram aumento superior a 35%, na Central de Abastecimento de Cuiabá, em apenas uma semana.

Segundo o técnico da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), Luiz Henrique Carvalho, como boa parte da reposição dos produtos hortifrutigranjeiros em Cuiabá vem da Ceagesp, o impacto da chuva por lá aumentou o preço dos produtos aqui. “Como compramos muitos produtos que vem de São Paulo, qualquer problema que lá ocorra, nos atinge aqui. A Ceagesp abriga 30% de tudo que comercializado em centrais de abastecimento de todo o país, e, portanto, qualquer impacto negativo lá, irá atingir não somente a Cuiabá, mas praticamente em todo o país”, comenta Carvalho. O engenheiro agrônomo explica que com a oferta reduzida e a demanda em alta, os preços dos produtos acabaram sendo elevados.

Segundo levantamento de preços realizado pela Seaf, os itens com alta significativa nos preços são: abobrinha, berinjela, chuchu, jiló, pimenta de cheiro, vagem e a cenoura. O jiló, a pimenta-de-cheiro e a berinjela subiram 40%. A cenoura e o chuchu 50%, a vagem 33%, e a abobrinha 27%.

Há sete dias a cenoura e o chuchu eram vendidos a R$ 40 a caixa com 22kg. Hoje essa mesma quantidade vale R$ 60. O jiló e a pimenta-de-cheiro custavam R$ 50 a caixa com 15kg e 8kg, respectivamente. Passados sete dias subiram para R$ 70. Já caixa com 12 kg de berinjela tinha o valor de R$ 25, e nesta semana passou para R$ 35.  A vagem saltou de R$ 60 para R$ 80 a caixa com 12kg, e a abobrinha de R$ 40 para R$ 50 a caixa com 19kg.

Com a normalização do funcionamento da Ceagesp, que ficou dois dias fechada para o serviço de limpeza, a estimativa é pela normalização do preço dos hortifruti em Cuiabá na próxima semana.

Cotação

A cotação de preços dos 69 principais itens produzidos pela agricultura familiar é realizada semanalmente, por técnicos da Seaf, Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e Prefeitura de Cuiabá. A pesquisa de preço leva em conta o preço mínimo, mais comum, e o preço máximo dos produtos encontrados nas barracas em três horários distintos durante o período matutino.

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Comitê da Bacia do Sepotuba abre inscrições online para eleição de novos membros

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Incentivando a participação social, o Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Sepotuba publicou no Diário Oficial do Estado, na última sexta-feira (20), o edital de convocação para a Quinta Eleição do Comitê. Com inscrições online, os interessados devem enviar toda documentação necessária para o e-mail do CBH ([email protected]), até o dia 20 de abril. Além de propor debates, os membros eleitos também deliberam sobre o uso e ações de conservação dos recursos hídricos da bacia.

Podem participar representantes do poder público, sociedade civil, divididas entre usuários de água e organizações não governamentais, além de entidades convidadas, como comunidades indígenas e instituições de ensino e pesquisa, sejam elas públicas ou privadas.

Todo o processo de inscrição deve ser feito de forma virtual, por meio do envio dos documentos para validação. Com isso, representantes do poder público devem enviar um ofício emitido pela entidade indicando dois representantes, sendo um titular e um suplente.

Já os usuários de água precisam apresentar uma cópia atualizada referente ao documento de outorga do empreendimento que utiliza os recursos, juntamente com um ofício nomeando um titular e um suplente.

É válido ressaltar que os usuários que não necessitam de emissão de outorga, como pescadores e empresas do ramo de turismo, também podem participar enviando apenas um ofício.

Paras as organizações não governamentais, fica estabelecido a necessidade do envio de um ofício com o histórico de atuação na área de abrangência da bacia, além de dois nomes que devem ocupar as cadeiras representativas no Comitê.

Para as entidades convidadas, o edital estabelece o envio de uma declaração da Fundação Nacional do Índio (Funai) que indica a área indígena interessada, no caso de comunidades originárias, além de um regimento interno ou ata assinada pela comunidade representada.

Por fim, as instituições de ensino e pesquisa necessitam apenas encaminhar um ofício indicando dois nomes, sendo um titular e um suplente.

A comissão julgadora que fará a escolha das entidades é formada por três representantes distintos, sendo: Ordem dos Advogados do Brasil – OAB, subseção de Tangará da Serra, Promotoria de Justiça de Tangará da Serra e Secretaria de Estado do Meio Ambiente – GFAC/SURH/SEMA.

Após o encerramento do prazo de inscrição, a Comissão Julgadora encaminhará ao CBH Sepotuba e a Gerência de Fomento e Apoio aos Comitês de Bacias Hidrográficas – GFAC, o resultado do processo de seleção, que será divulgado em um prazo máximo de 10 dias após o processo de escolha.

Todo o trâmite será amplamente divulgado pelo site do CBH, pelo endereço: https://cbhsepotuba.wixsite.com/comites. Para ler a íntegra do edital, clique aqui.  

O que faz o Comitê?

 Tido como um “parlamento das águas”, os Comitês de Bacias Hidrográficas atuam como um espaço aberto para debates e deliberações a respeito da gestão dos recursos hídricos, compartilhando responsabilidades de gestão com o poder público.

Participam destes comitês, representantes de diversas áreas da sociedade, compondo dessa forma um coletivo plural e democrático. São de responsabilidade dos Comitês colaborar com a utilização sustentável da água, além de propor medidas que visem conservar este recurso.

Em Mato Grosso existem dez CBHs atuantes, sendo eles: CBH Sepotuba, CBH Alto Araguaia, CBH Alto Teles Pires, CBH Médio Teles Pires, CBH Baixo Teles Pires, CBH Covapé, CBH Cabaçal, CBH Jauru, CBH São Lourenço, CBH Cuiabá. 

(Sugestão de vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=uRzt9tv0EJU

Conheça o CBH Sepotuba

Sendo o segundo Comitê instituído em Mato Grosso, o CBH Sepotuba começou suas atividades em 2010, ano em que foram empossados os primeiros membros. Tendo como foco a implantação de políticas para a utilização consciente dos recursos hídricos da região, o CBH se apresenta como um espaço democrático para a discussão sobre tudo o que envolve a bacia do rio Sepotuba.

Atualmente, a organização abrange os municípios de Cáceres, Salto do Céu, Lambari D’Oeste, Barra do Bugres, Nova Olímpia, Nova Marilândia, Santo Afonso e Tangará da Serra, cidade onde se instala a sede do Comitê.

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Universidades públicas de Mato Grosso se unem na produção de material de proteção contra coronavírus

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A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) estão unidos em rede de solidariedade para o combate à pandemia de Covid-19.

A Unemat tem o foco na produção de protetores faciais. A previsão é entregar mais de 100 desses equipamentos de segurança para profissionais de saúde que trabalham no combate ao novo coronavírus em Mato Grosso.

Os protetores são feitos por impressoras 3D nas dependências de três laboratórios da UFMT e no Núcleo de Tecnologia Aplicada (NTA), da Unemat de Barra do Bugres, sob a coordenação dos professores Alexandre Berndt e Armando da Silva Filho, com a colaboração do acadêmico do Curso de Ciência da Computação, Jackson Aparecido Durães Junior.

“O esforço das Universidades tem como principal objetivo contribuir no enfrentamento da pandemia, fornecendo esses protetores faciais para as equipes de saúde que trabalham em contato direto com pacientes contaminados em Mato Grosso”, afirmou o professor Alexandre Berndt.

A impressora 3D utilizada no NTA foi construída na Unemat pelos próprios professores e pelo acadêmico Jackson. Ele está responsável pela impressão dos suportes que darão forma aos protetores, após montados.

“O NTA está produzindo os protetores faciais com financiamento dos próprios professores e aceita doações, tanto de filamentos como de acetato, para a produção de mais protetores, podendo assim, atender a um maior número de profissionais que necessitem dessa proteção”, disse.

Nessa rede de solidariedade, o IFMT tem seu foco na produção de álcool em gel, a UFMT, além da produção, faz análise do álcool doado e participa do projeto de produção de protetores faciais (face Shields) tanto em seus laboratórios como no projeto dos alunos do câmpus de Várzea Grande, a Antares 3D.

Fonte: GOV MT
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