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Educação

Enade 2021: inscrições vão até o dia 8 de agosto

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Com objetivo de avaliar estudantes que estão ingressando ou concluindo cursos de graduação, o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2021 está marcado para o dia 14 de novembro. Até o dia 8 de agosto, os coordenadores dos cursos avaliados deverão inscrever os estudantes no Sistema Enade.

De 9 a 29 de agosto, os coordenadores de curso poderão corrigir a inscrição dos estudantes habilitados para o Enade 202.

Em 2021 serão avaliados os estudantes, ingressantes e concluintes, dos cursos de bacharelado pertencentes às áreas de ciência da computação, ciências biológicas, ciências sociais, design, educação. Entre as licenciaturas, os alvos serão os cursos de artes visuais, ciência da computação, ciências biológicas, ciências sociais, educação física, filosofia, física, geografia, história, letras – português, letras – inglês, matemática, música, pedagogia e química.

Também estão incluídos os estudantes de cursos superiores de tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas, tecnologia em gestão da tecnologia da informação e tecnologia em redes de computador. O estudante que não realizar a prova ou preencher o Questionário do Estudante fica impedido de colar grau.

Provas

Realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Enade 2021 será composto por uma prova com 40 perguntas. O conteúdo é dividido entre 10 questões de formação geral, com temas comuns a todos os cursos, e 30 questões de componente específico, com perguntas próprias de cada área. Quanto ao formato das questões, são, no total, 5 questões discursivas e 35 de múltipla escolha. Os estudantes terão 4 horas para realizar a prova.

Edição: Lílian Beraldo

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Educação

Serviço Geológico e UnB fecham acordo para realização de pesquisas

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O Serviço Geológico Brasileiro (CPRM) e a Universidade de Brasília (UnB) fecharam um acordo de cooperação técnica para o compartilhamento de equipamentos; promoção de pesquisas e realização de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) em parcerias com o setor privado.

O intuito é permitir a realização de estudos em diversos campos das geociências, que contribuam para produzir conhecimento em áreas como petróleo, óleo e gás, geologia marinha, águas e sustentabilidade.

“A cooperação visa desenvolver portfólio de projetos de PDI nas áreas de água e biologia marinha, entre outros. Projetos que devem ser financiados preferencialmente pelo setor produtivo, potencializando interlocução entre governo, área acadêmica e mercado”, disse o diretor-presidente do Serviço Geológico, Esteves Colnago, no evento de anúncio da parceria.

Ele acrescentou que a parceria poderá impulsionar projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação na área de óleo e gás, na qual a Universidade de Brasília já desenvolve estudos e é referência nacional.

O chefe do Centro de Geociências Aplicadas do CPRM, Noevaldo Teixeira, disse que o compartilhamento de equipamentos pode tornar as instituições referência em estudos sobre zootopia e geocronologia.

Segundo Teixeira, o setor viverá diversos desafios nas próximas décadas, que demandarão maior conhecimento, como a demanda por mais minerais para obras de infraestrutura em países mais ricos, como os Estados Unidos, e a melhoria das matrizes energéticas para modelos menos poluentes.

O diretor do Instituto de Geociências da UnB, José Eloy Guimarães, disse que a parceria vai ajudar a fortalecer o laboratório de geocronologia, uma das principais instalações do instituto. “O laboratório é um dos principais geradores de dados do instituto. Essa parceria deve impulsionar mais essa importância. É o nosso principal canal da internacionalização da nossa instituição”, declarou.

A reitora da Universidade de Brasília, Márcia Abrahão, chamou a atenção para a relevância de ampliar pesquisas sobre os oceanos. “Sobre a geologia marinha, nós precisamos cada vez mais aprofundar o nosso conhecimento da nossa Amazônia azul porque é um horizonte de grande futuro para o nosso país e precisamos estar à frente deste movimento que é feito internacionalmente há muitos anos”.

Edição: Fernando Fraga

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Educação

Transformação digital é desafio do MEC com volta de aulas presenciais

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O secretário-executivo do Ministério da Educação (MEC) Victor Godoy Veiga afirmou hoje (5) que o retorno às aulas presenciais nas escolas públicas de todo o país permitirá ao governo federal, em parceria com estados e municípios, focar nas ações que a pasta considera prioritárias para melhorar o ensino brasileiro.

“Só com a reabertura segura das escolas conseguiremos viabilizar todas as demais prioridades [do MEC], como a transformação digital do sistema educacional brasileiro”, disse Veiga, ao participar, esta manhã, de um seminário virtual que o ministério promoveu para discutir os impactos da pandemia da covid-19 na educação brasileira.

De acordo com o secretário-executivo, a “transformação digital” do sistema educacional tem entre os objetivos preparar a rede pública de ensino “numa perspectiva de que, no futuro, se enfrentarmos outros desafios desta magnitude, tenhamos condições de não sofrer como sofremos”.

No mesmo evento, o secretário de Educação Básica do MEC, Mauro Luiz Rabelo, acrescentou que o ministério destinará, a partir deste mês, cerca de R$ 320 milhões para auxiliar as escolas que tiverem que manter o modelo híbrido de ensino, realizando parte das atividades pedagógicas à distância. O montante será disponibilizado por meio do Programa de Inovação e Educação Conectada (Piec).

Além disso, de acordo com Rabelo, o MEC disponibilizou, por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Emergencial cerca de R$ 648,9 milhões, para suplementar os recursos federais destinados aos estabelecimentos de ensino para a compra de itens de consumo e de equipamentos de proteção individual, e para a realização de serviços de desinfecção de ambientes e de pequenos reparos, beneficiando a cerca de 36 milhões de estudantes de 111 mil escolas públicas.

Prioridades

Além dos investimentos em tecnologia digital, o secretário-executivo do MEC apontou outras três prioridades da pasta para o ensino: a consolidação da nova Política Nacional de Alfabetização; o fortalecimento do ensino profissional e tecnológico e, “em especial”, a redução das desigualdades regionais.

Segundo Veiga, a nova Política Nacional de Alfabetização visa a melhorar o desempenho acadêmico dos estudantes, colocando o Brasil em melhor posição nas avaliações internacionais. Já o fortalecimento do ensino profissionalizante é pensado na “perspectiva de aproximar a Educação do Mercado”. “A educação brasileira tem que preparar nossos jovens para as necessidades do mercado de trabalho”.

De acordo com Veiga, a não-realização de aulas presenciais que, em alguns estados, ultrapassou 400 dias, contribui para aumentar desigualdades socioeconômicas. “Sabemos que grande parte da rede privada retomou as atividades presenciais ainda no ano passado. Precisamos ter em mente políticas que ataquem este problema, que já era uma herança da nossa Educação e que, agora, vai se aprofundar”, comentou o secretário-executivo, destacando que, se dependesse da pasta, as aulas teriam sido retomadas em todo o país a partir de setembro de 2020.

“Muitas das preocupações [quanto à volta ao ambiente escolar presencial] são legítimas, [como a necessidade de] um protocolo de biossegurança ou quanto à falta de água, mas em relação à falta de água nas escolas, temos 138 mil escolas da rede pública. Destas, 3,4 mil não tem água. Infelizmente, nos balizamos por baixo: porque há uma ou outra escola sem água, decidimos não abrir nenhuma escola”, refletiu Veiga.

Presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), Maria Helena Guimarães, disse apoiar todas as iniciativas do MEC para que os alunos possam voltar em segurança às escolas, mas lembrou que muitos estados e municípios já tomaram as medidas necessárias e retomaram as aulas.

“O grande desafio, agora, é entender que a escola é o lugar mais seguro para a criança. Mais seguro que o shopping, que a rua e, inclusive, para muitas crianças que têm que ficar sozinhas em casa, do que seus próprios lares”, disse a educadora, avaliando que a pandemia demonstrou as fragilidades da educação remota. “Os pais têm uma enorme dificuldade de fazer a mediação pedagógica que só o professor consegue fazer.”

Maria Helena também comentou a importância de um plano para informatizar e integrar às escolas públicas à rede digital de ensino. “Sei que não é uma ação para ser feita de um dia para o outro, mas para chegarmos a termos conectividade no Brasil todo, precisamos ter um plano de voo. E é isto que está faltando. Precisamos de um plano de curto, de médio e de longo prazo para, de fato, conseguirmos chegar, em 2030, com todas as escolas, todos os municípios, plenamente conectados. Ou ficaremos para trás”, pontuou a presidente do CNE, defendendo a importância de escolas conectadas não só para a realização de atividades pedagógicas e de apoio aos estudantes, mas também para a oferta de cursos de preparação dos professores.

Edição: Aline Leal

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