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Economia

Empresas acessíveis: a importância da inclusão nas organizações

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Você tem a sensação que a palavra diversidade é a bola da vez? Que é uma modinha que passará na próxima palavra chiclete que sugira no mercado? Para a nossa sorte, esse caminho é sem volta.

Cada vez mais as empresas estão entendendo que ter equipes diversas só ampliam suas possibilidades de engajamento e performance de mercado. Até porque “pensar fora da caixa” pode ser mais fácil quando se tem profissionais com gostos, estilos, histórias de vida, experiências, orientação sexual e culturas diferentes da sua.

Como podemos ser inovadores com o mesmo times com o mesmo mindset ?

As pessoas precisam se sentir representadas e isso as grandes empresas já entenderam. Uma marca que se comunica com o cliente é uma marca forte e com proposito.

Toda essa pluralidade permite um espaço mais heterogêneo e diversificado. Além da criatividade ser estimulada, inovação dos processos e formas do pensar valorizam a imagem da empresa e da sua marca.  Afinal, uma empresa também tem o seu papel social e conversa diretamente com o público que se sente representado.

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Inclusão

Segundo o consultor de acessibilidade Rodrigo Credidio, “no ambiente corporativo, saber conviver com a diversidade humana é um diferencial e traz benefícios que vão além de um convívio harmonioso”.

Grandes empresas vêm desenvolvendo o departamento diversidade e inclusão, que terão como um grande desafio, trabalhar a cultura organizacional.

Mas antes de a empresa pensar em ser inclusiva, existe todo um trabalho a ser desenvolvido , desde preparação da área de Recursos Humanos, aos líderes que devem ser treinados,  além, claro, da sensibilização dos colaboradores. Sem esquecer as campanhas de endomaketing para que essa mudança ocorra de forma natural.

Outro ponto importante é o discurso sair da comunicação da empresa e passar ser incorporada nos hábitos, políticas e direito dos colaboradores.

Quem não quer trabalhar em um lugar onde se respeita como você verdadeiramente é? 

Fonte: IG Economia
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Economia

Dólar ultrapassa R$ 4,20 e fecha no maior valor desde criação do real

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Em um dia de oscilações no mercado financeiro, a moeda norte-americana teve uma pequena alta e fechou no maior valor da história. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (18) vendido a R$ 4,206, com alta de R$ 0,013 (0,3%). Esse foi o maior valor nominal, sem considerar a inflação, desde a criação do real, em julho de 1994.

O dólar operou todo o dia próximo da estabilidade. Apesar de estar em baixa ao longo de quase toda a sessão, a cotação reverteu a tendência na hora final de negociação, até fechar próxima da máxima. A moeda acumula valorização de 4,91% no mês. O euro comercial fechou em R$ 4,66, com alta de 0,46%, também no maior nível da história.

Bolsa

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela instabilidade. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia em baixa de 0,27%, aos 106.269 pontos. O indicador operou em alta durante quase toda a sessão, mas, assim como o dólar, reverteu a tendência na última hora de negociação e passou a cair.

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Nos últimos dias, o mercado financeiro tem sido afetado pelas turbulências em países da América Latina. Diversos países da região enfrentam problemas políticos, que pressionam investidores estrangeiros. As incertezas em relação ao fechamento de um acordo entre Estados Unidos e China, que enfrentam tensões comerciais, também têm contribuído para a instabilidade nos mercados globais. Principalmente depois de declarações de autoridades chinesas de que um acordo está cada vez mais difícil.

*Com informações da PBS, televisão pública dos Estados Unidos

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Economia
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Economia

Déficit primário encerrará o ano abaixo de R$ 80 bilhões, diz Guedes

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A entrada de receitas extraordinárias, principalmente no segundo semestre, fará o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – encerrar 2019 com déficit primário de R$ 80 bilhões, anunciou hoje (18) o ministro da Economia, Paulo Guedes, em coletiva à imprensa no Palácio do Planalto, em Brasília. A meta para o ano, no entanto, será mantida em R$ 139 bilhões, quase o dobro do déficit projetado. 

“Do ponto de vista fiscal, 2019 foi um ano bastante acima das expectativas”, declarou Guedes. O ministro destacou ainda a colaboração do Executivo com o Legislativo, que aprovou reformas como a da Previdência Social, com o Tribunal de Contas da União (TCU), que deu autorização para acelerar o processo da cessão onerosa e com o Supremo Tribunal Federal, que permitiu a venda de subsidiárias de estatais sem a necessidade de votação no Congresso. 

O déficit primário representa o resultado negativo das contas do governo sem o pagamento dos juros da dívida pública. O Orçamento de 2020 prevê meta de déficit de R$ 124,1 bilhões para o Governo Central. No entanto, o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, disse que é provável que as contas do governo central fechem o próximo ano “dezenas de bilhões de reais” melhor que o projetado. Mesmo com o déficit de 2020 menor que o estimado, Rodrigues assegurou que o governo também não mudará a meta fiscal para o próximo ano. 

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Otimismo 

Segundo Rodrigues, a retomada da atividade econômica, que poderá refletir-se na arrecadação, justifica o otimismo para 2020. Ele também citou a antecipação de dividendos de estatais e a perspectiva dos leilões da cessão onerosa dos campos de Atapu e Sépia, na área de barris excedentes do pré-sal que não foram vendidos no leilão do último dia 6. 

Na próxima semana, o governo enviará ao Congresso uma mensagem modificativa do Orçamento de 2020, já incorporando o efeito de medidas encaminhadas este ano e revendo despesas que abrirão espaço para o teto de gastos. Os números, no entanto, não foram informados. 

No fim do mês passado, o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, explicou que a manutenção do teto de gastos não torna necessária a mudança da meta. Isso porque o crescimento dos gastos do governo continuaria sob uma trava.

Com a repartição dos recursos da cessão onerosa para estados e municípios e o pagamento à Petrobras pelos barris excedentes de petróleo na camada pré-sal, o Orçamento de 2019 fechará o ano com reserva de R$ 18,12 bilhões. Segundo o secretário de Orçamento Federal, George Soares, parte dessa reserva será usada para pagar créditos extraordinários, mas a maioria ajudará a diminuir o déficit primário – resultado negativo das contas do governo desconsiderando os juros da dívida pública.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Economia
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