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Empresa vai dar um bilhão de criptomoedas para quem deixar olho ser escaneado

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Escaneamento de íris garante criptomoeda de graça
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Escaneamento de íris garante criptomoeda de graça

Um bilhão de criptomoedas Worldcoin serão distribuídas em todo o mundo. Para receber, porém, as pessoas precisam deixar que seus olhos sejam escaneados por uma máquina chamada “orb” – há 30 delas espalhadas pelo mundo.

De acordo com a Worldcoin, que se define como “uma nova moeda global de propriedade coletiva que será distribuída de forma justa para o maior número possível de pessoas”, mais de 100 mil pessoas já aceitaram a proposta. O objetivo é que esse número chegue a um bilhão em dois anos. A estreia da nova criptomoeda no mercado está prevista para 2022.

A proposta já levanta polêmicas a respeito do uso de dados. De acordo com o que disse Alex Blania, cofundador da Worldcoin, ao Financial Times, a análise de íris não fere a privacidade das pessoas, já que são criptografadas.

Por se tratar de um dado biométrico, porém, o escaneamento de íris é uma informação bastante sensível e que requer muito cuidado. Segundo a Worldcoin, o objetivo de coletar esses dados é apenas conferir se uma pessoa já recebeu sua parcela.

“Para colocar rapidamente sua nova moeda nas mãos do maior número possível de pessoas, a Worldcoin permitirá que todos reivindiquem uma parcela gratuita dela. Para que isso acontecesse, primeiro tivemos que resolver um grande desafio: garantir que todas as pessoas na Terra possam provar que são de fato humanas (não um robô) e que ainda não receberam sua parte gratuita do Worldcoin. Esse desafio é o problema de longa data da “humanidade única”: como você pode provar que é você, sem nos dizer nada sobre você? Para resolver isso, construímos um novo dispositivo chamado Orb. Resolve o problema por meio da biometria: o Orb captura uma imagem dos olhos de uma pessoa, que é convertida em um código numérico curto, permitindo verificar se a pessoa já se inscreveu”, diz uma publicação no site da empresa.

“Em contraste com muitos serviços centralizados que usamos hoje, nenhuma outra informação pessoal é necessária”, garantem. A empresa não comentou se a biometria será usada para outros fins.

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Como sincronizar o Google Drive com pastas do seu computador

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Veja como sincronizar suas pastas na nuvem
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Veja como sincronizar suas pastas na nuvem

É possível sincronizar o Google Drive com as pastas do seu computador e mantê-las salvas na nuvem automaticamente. Para isso, é preciso instalar o programa de backup e sincronização, compatível com Windows e também com macOS, e fazer login na sua conta diretamente pelo aplicativo. Veja, a seguir, o passo a passo de como sincronizar o Google Drive com as pastas do seu PC.

Tempo necessário: 10 minutos.

Como sincronizar o Google Drive no PC

Para sincronizar as pastas do seu computador no Google Drive, é preciso instalar o cliente do serviço da Google em seu dispositivo, compatível com Windows e macOS. Antes de prosseguir, entretanto, verifique se você tem espaço suficiente de armazenamento no Google Drive para salvar suas pastas no Drive do Google.

  • 1. Faça o download do aplicativo do Google Drive

O primeiro passo para sincronizar suas pastas com o Google Drive é fazendo o download do aplicativo dedicado a isso. Acesse o site e clique em “Fazer o download do Drive para Computador”;

  • 2. Instale o app

Assim que baixado, execute o instalador e faça a instalação do app no seu sistema operacional. O processo pode levar alguns minutos para ser finalizado;

  • 3. Faça login

Na sequência, abra o aplicativo do Google Drive. Será preciso que você faça login com sua conta Google;

  • 4. Acesse o app

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Assim que logado, o ícone do Google Drive estará na bandeja do seu computador. Clique no app, acesse o ícone de engrenagem e vá até “Preferencias” para configurar a sincronização.

  • 5. Selecione as pastas

Selecione a guia “Meu laptop” e clique em “Adicionar pasta”. Na sequência, escolha quais pastas serão enviadas para o Google Drive e confirme em “Selecionar pasta”. O programa irá pedir uma nova confirmação. Clique em “Salvar”;

  • 6. Confirme a sincronização

Para confirmar se a sincronização foi finalizada, acesse a bandeja do seu computador e abra o aplicativo do Google Drive. Caso a sincronização esteja pausada, vá até o ícone de engrenagem e selecione “Retomar sincronização”.

E pronto, agora você já sabe como sincronizar o Google Drive com seu PC. Esse processo também é válido para quem já possui o Google Drive instalado no computador. Para isso, basta seguir o tutorial a partir do passo 4.

A ferramenta de sincronização do Google permite que você sincronize apenas algumas pastas de seu computador com a nuvem se quiser. Isso evita ter que baixar todos os arquivos que você já tem na nuvem para o seu computador, se a máquina não tiver espaço suficiente no disco rígido (HD) físico. Se você possui um Mac, veja, a seguir, como sincronizar no seu dispositivo.

Como sincronizar o Google Drive no Mac

O processo é bastante semelhante ao ensinado no passo a passo acima. Porém, pode ser que encontre algumas diferenças de nomenclaturas e de processos, já que se trata de outro sistema operacional.

  • 1. Abra o aplicativo

Assim como no Windows, abra o aplicativo do Google Drive, faça login com sua conta e na aba “Meu MacBook” clique em “Adicionar pasta”;

  • 2. Selecione as pastas

Na sequência, selecione a pasta no qual deseja enviar para a nuvem;

  • 3. Confirme a sincronização

Por fim, deixe a opção “Sincronizar com o Google Drive” ativada e clique em “Concluído”.

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Americanas, Ponto e outras fecham cerco e combatem produtos sem selo Anatel

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Celulares não homologados pela Anatel serão bloqueados dos market places
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Celulares não homologados pela Anatel serão bloqueados dos market places

Com preços de eletrônicos cada vez mais altos, muita gente recorre a importados. Esses produtos não passam pelo mesmo processo de certificação que os vendidos oficialmente por aqui. Por isso, a Anatel tem pedido que marketplaces combatam essa prática. As donas de Americanas, Submarino, Shoptime, Ponto, Casas Bahia e Extra foram as primeiras a fazer ajustes em suas plataformas com esse objetivo.

O Grupo Via — que detém os direitos das marcas Casas Bahia, Extra e Ponto — agora permite apenas o cadastro de produtos homologados pela agência. Os vendedores precisam incluir o código de homologação de cada modelo, e a informação é validada em uma base de dados.

Caso o registro não seja encontrado, é exibido um alerta, dizendo que vender produtos de telecomunicações que não passaram para agência é ilegal.

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As lojas do grupo Americanas — Americanas.com, Submarino e Shoptime — também farão essa verificação. Inicialmente, a prática vai valer para celulares e smartphones, mas a empresa se comprometeu a fazer a regra valer para toda a linha de telecomunicações até o fim do ano.

A Anatel diz ter enviado, em maio deste ano, um comunicado a dez plataformas digitais sobre venda e publicidade de produtos sem homologação. A agência lembra que a comercialização e o uso de aparelhos não homologados pode gerar advertência e multa.

Mercado cinza vende quase 4 milhões de celulares no Brasil

A alternativa por canais paralelos cresceu bastante nos últimos anos. Em 2019, dados da consultoria IDC Brasil mostravam um aumento de 344% no mercado cinza de smartphones. Dados mais recentes, porém, apontaram para uma queda discreta, de 27%. A empresa estima que aproximadamente 4 milhões de celulares serão vendidos no grey market em 2021.

Os smartphones são um exemplo notável, mas passam longe de ser o único produto que faz sucesso nas importações não declaradas e não homologadas. A IDC Brasil calcula que 60% dos fones sem fio e smartwatches vendidos no Brasil em 2021 foram importados de maneira irregular.

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