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Economia

Emprego com carteira assinada cresce, mas saldo só é positivo entre os jovens

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Emprego com carteira assinada cresceu, mas apenas entre os mais jovens

Levantamento do jornal O GLOBO mostra que a retomada do emprego formal, ainda que lenta, tem sido puxada por jovens de até 24 anos. Entre outubro de 2018 e setembro deste ano, cerca de 1,1 milhão de jovens foram contratados com carteira assinada em todo o país, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

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O governo deve divulgar nesta terça-feira (5) um pacote de medidas para estimular o emprego entre jovens de 18 a 29 anos. Entre elas, a desobrigatoriedade de as empresas que os contratarem recolherem INSS e FGTS , o que reduziria os custos para empregadores.

Segundo o levantamento, o saldo de novos empregos formais nos 12 meses encerrados em setembro de 2019 só é positivo justamente entre os trabalhadores até 29 anos. Acima dos 30 anos, a perda de vagas continua, ainda que em menor intensidade que nos anos anteriores. De outubro de 2018 a setembro deste ano, mais de 613 mil vagas foram fechadas.

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Outro porém do saldo positivo entre os empregos com carteira assinada é que o crescimento ficou restrito aos trabalhadores com ensino médio e superior completo. Profissionais menos escolarizados, mesmo os mais jovens, ainda enfrentam dificuldades em entrar no mercado formal. A falta de experiência é apontada pelo levantamento do GLOBO um empecilho para boa parte dos 4 milhões de jovens desempregados.

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Economia

Dória diz reconhecer dificuldades, mas lembra que mortes prejudica economia

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Brasil Econômico

João Dória afirmou que restrições dependem das ações da população
Reprodução: iG Minas Gerais

João Dória afirmou que restrições dependem das ações da população

O governador de São Paulo, João Dória (PSDB) , disse entender os desafios de empresários em manter os estabelecimentos , mas lembrou que a economia também é afetada com o alto número de mortes em decorrência da Covid-19 . Na semana passada, o governo estadual aumentou as restrições e estabeleceu a fase vermelha em todas as cidades aos fins de semana e após às 20h em dias úteis.

Em entrevista à Band News FM, Dória afirmou que “mortos não consomem” e defendeu as medidas de restrição no estado.

“Sei que é difícil, complexo, sei que é muito duro para um comerciante, dono de bar, dono de restaurante, de um pequeno comércio suportar isso. Mas quero lembrar que mortos não consomem, mortos não vão a bares, mortos não vão a restaurantes, mortos não compram pão e mortos não consomem sapatos. Temos que preservar vidas para depois recuperar a economia”, disse.

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O governador evitou responder sobre as  “cartas na manga” para aumentar as restrições. Ele se limitou a dizer que a redução das duras medidas para evitar a proliferação da Covid-19 dependem das ações da população.

“Governo tem na manga a vida. Cada pessoa é responsável pela sua própria vida. A responsabilidade por viver ou não em uma circunstância de pandemia é de cada pessoa, que entende que usar máscara protege a sua vida, de seus familiares e amigos, que o distanciamento social e a não participação de eventos protegem vidas”, afirmou.

“Considero incompreensível uma pessoa querer morrer, facilitar as circunstâncias para morrer. Você tem de exaltar a vida, proteger a vida e compreender que isso vai passar”, completou Dória. 

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Economia

Eduardo Bolsonaro defende compra de leite condensado: “produto calórico”

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Brasil Econômico

Eduardo Bolsonaro defende compra de leite condensado
Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Eduardo Bolsonaro defende compra de leite condensado

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) se manifestou, nesta quarta-feira (27), a respeito dos gastos do governo federal com a compra de leite condensado . O filho de Jair Bolsonaro disse que foi criada uma “narrativa para desgastar o presidente” e defendeu a compra do doce.

Em um publicação no Twitter, Eduardo começou dizendo que o leite condensado foi escolhido “por ter virado de certa maneira uma marca do presidente, presente até em seu café da manhã com NSC John Bolton em sua residência no Rio durante a transição em 2018”.

Depois, o deputado disse que o maior gasto (91%) com leite condensado foi do Ministério da Defesa . Ele ainda julgou a quantidade “bem razoável” para alimentar as tropas militares .

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“O item é um produto calórico indicado a quem faz muitas atividades físicas e serve de base para a elaboração de vários outros alimentos comuns a mesa dos brasileiros como bolos”, continuou Eduardo.

O filho de Bolsonaro aproveitou para atacar figuras políticas que criticaram o gasto, como Ciro Gomes e Sâmia Bomfim . Ele, porém, não comentou a respeito dos demais itens do “carrinho” do governo federal. Dentre os gastos, estão R$ 2,2 milhões em chicletes, R$ 32,7 milhões em pizzas e refrigerantes e R$ 7 milhões em bacon. 

Só de vinho, o Ministério da Defesa , defendido por Eduardo Bolsonaro , gastou mais de R$ 2,5 milhões em 2020.

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