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Emirates, que revolucionou a aviação mundial, completa 35 anos

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Guilherme Dotto

Emirates, que revolucionou a aviação mundial, completa 35 anos

Era 1984 quando o sheik Mohammed bin Rashid al Maktoum, Ministro da Defesa dos Emirados Árabes Unidos à época e membro da família real progressiva de Dubai, pediu ao Maurice Flanagan, diretor administrativo da Dnata, que avaliasse a possibilidade da criação de uma nova companhia aérea. Em dezembro do mesmo ano, o amplo plano de negócios estava completamente pronto, e o nome Emirates foi escolhido para a nova empresa aérea emiradense.

No ano seguinte, Maurice Flanagan foi encarregado da ambiciosa missão de lançar uma companhia aérea vistosa, boa e capaz de gerar dinheiro no prazo de cinco meses e com US$ 10 milhões de recursos financeiros iniciais.

No mesmo ano, a companhia realizou seu primeiro voo no dia 25 de outubro. O voo EK600 partiu de Dubai e teve Karachi como destino. Os voos eram realizados com um Boeing 737 e um Airbus A300 B4, arrendados junto com tripulação da Pakistan International Airlines (PIA).

Somente em 1987, a Emirates recebeu sua primeira aeronave adquirida. O A6-EKA, um A310-304. Decolou de Toulouse, fábrica da Airbus, para Dubai, em seu voo de entrega.

Desde sua criação, nos primeiros cinco anos, a companhia aérea atingiu a marca de 14 destinos voados:

  • (1985) Dubai, Mumbai, Déli e Karachi
  • (1986) Amã, Colombo, Cairo e Dhaka
  • (1987) Male, Frankfurt e Istambul
  • (1988) Damasco
  • (1989) Jeddah e Kuwait.

O conceito de Hub bem explorado e que ajudou a conectar dois mundos: o ocidente com o oriente

Em 1992, o Aeroporto Internacional de Dubai passou por uma grande reforma, em que a Emirates se transferiu para um novo terminal de partidas, concentrando suas operações, o que lhe custou cerca de US$ 2 milhões. Com o novo terminal 2, a capacidade foi ampliada em dois milhões de passageiros por ano.

No final dos anos 90 e inícios dos anos 2000, o aeroporto passou por mais transformações. Com a construção de novos terminais, hotel, centro de negócios, tornava-se o principal ponto de parte do mundo árabe.

Em 1999, os desembarques de passageiros no Aeroporto Internacional de Dubai atingiram a marca de 11 milhões. E com seus 32 aviões, foram transportados 4,7 milhões de passageiros.

Vinte anos depois, o ano encerrava com pouco mais de 86 milhões de passageiros transportados em 373 mil aeronaves movimentadas em Dubai. Tornando-se assim, não só como o principal aeroporto árabe, mas como um dos maiores de todo o mundo.

Dubai portanto, assumiu o papel de grande importância para a companhia. Em localização estratégica, permitiu facilitar a conexão do mundo ocidental com o oriental. Com voos diretos para diversas cidades importantes na Europa, Américas, África com Ásia e Oceania. Fazendo assim, que os passageiros pudessem economizar horas de viagens com diversas conexões.

Airbus A380: o avião da Emirates

Hoje em dia, é praticamente impossível ligar a marca da Emirates sem pensar na sua incrível frota. Em apenas 35 anos, passou a contar com quase 270 aviões, todos widebodies.

O mais icônico, é o Airbus A380, que ajudou a fortalecer a marca da companhia no mundo. A Emirates é a maior operadora do maior avião de passageiros do mundo, com 115 exemplares na frota atualmente.

Voando para os principais mercados, o Airbus A380 ajudou a Emirates a transportar ainda mais passageiros ao redor do mundo. O avião ficou conhecido também, pela sua luxuosidade. Os clientes da primeira classe, contam com cabines privativas, além de chuveiro a bordo para tomar banho durante o voo.

Outra característica marcante foi a disponibilização de um bar e lounge para os passageiros da primeira classe e executiva. Através dele, os clientes eram servidos com diversos drinks e variedades. Todos esses mimos, ajudaram o Airbus A380 ganhar fama e sucesso, sendo uma das marcas registradas da Emirates. Elevando o padrão de serviço de bordo, atendimento, comodidade, revolucionando a aviação mundial através do seu Hub em Dubai.

A Emirates no Brasil

No Brasil, a Emirates iniciou suas operações em São Paulo no dia 1⁰ de outubro de 2007, utilizando o Boeing 777-200LR em seu longo voo com em torno de 15 horas de duração.

Já no Rio de Janeiro, a companhia dos Emirados Árabes, deu início aos seus voos em 2012 utilizando o Boeing 777-300ER. As operações na Cidade Maravilhosa foram extendidas até Buenos Aires e posteriormente também contou com Santiago do Chile, tendo o equipamento alternado com os 777-200ER e LR.

A Emirates também foi responsável por um grande passo na aviação brasileira. Foi a primeira companhia aérea a operar comercialmente no país com o maior avião de passageiros do mundo, o Airbus A380. O voo especial aconteceu em 14 de dezembro de 2015, ligando Dubai com São Paulo.

Entretanto, o voo foi apenas especial. Menos de dois anos mais tarde, finalmente a Emirates adiciona de forma regular o superjumbo na rota para a capital paulista. Permanecendo até março deste ano quando começou a pandemia.

São Paulo também contou com uma novidade, foi introduzido uma segunda rota procedente de Dubai, porém com destino final à capital chilena. O voo era operado três vezes por semana somente, com o Boeing 777-200LR. Assim como os voos para o Rio de Janeiro, a rota foi cancelada devido a pandemia.

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Lucro do Banco do Brasil aumenta 32% no primeiro trimestre

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O Banco do Brasil (BB) teve lucro líquido contábil de R$ 4,226 bilhões no primeiro trimestre, segundo balanço divulgado hoje (6) à noite. O valor representa alta de 31,9% em relação aos R$ 3,199 bilhões registrado no mesmo período de 2020.

O lucro líquido ajustado do banco, que exclui receitas e gastos extraordinários, totalizou R$ 4,913 bilhões nos três primeiros meses de 2021. O montante é 44,7% maior que o observado no primeiro trimestre de 2020.

Indicador que mede a lucratividade dos bancos, o retorno sobre o patrimônio líquido também registrou melhora. A proporção ficou em 15,1%, melhor que os 12,1% registrados no último trimestre de 2020 e que os 12,5% no primeiro trimestre do ano passado.

A receita com prestação de serviços somou R$ 6,9 bilhões, com queda de 3% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. Em nota, o Banco do Brasil informou que o recuo decorre “do atual momento macroeconômico e da dinâmica de negócios na rede”.

Carteira de crédito e inadimplência

A carteira de crédito ampliada do BB somou R$ 758,3 bilhões no primeiro trimestre, alta de 4,5% em relação aos três primeiros meses do ano passado. A inadimplência superior a 90 dias atingiu 1,95% no fim de março. Apesar de registrar leve alta em relação ao fim de dezembro, quando estava em 1,9%, o índice está abaixo dos 3,17% registrados em março do ano passado.

Esse é o primeiro balanço divulgado pela gestão do novo presidente do BB, Fausto de Andrade, que assumiu o comando da instituição financeira em março. Andrade substituiu André Brandão, que pediu demissão do cargo após instituir um programa de fechamento de 361 pontos de atendimento e de instituir um programa de demissão incentivada de 5 mil funcionários.

Edição: Fábio Massalli

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Arábia Saudita suspende compras de aves de 11 frigoríficos do Brasil

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O governo brasileiro divulgou uma nota, nesta quinta-feira, em que afirma ter sido surpreendido com a decisão da Arábia Saudita de suspender 11 estabelecimentos exportadores de carne de aves para aquele mercado. Segundo comunicado conjunto do Itamaraty e do Ministério da Agricultura , a medida poderá ser contestada por meio de uma ação a ser movida contra os sauditas na Organização Mundial do Comércio (OMC), se não houver acordo bilateral.

“Não houve contato prévio das autoridades sauditas, tampouco apresentação de motivações ou justificativas que embasem as suspensões”, diz a nota.


A notícia, recebida com “consternação”, só foi conhecida a partir da publicação de uma nova lista de plantas brasileiras autorizadas a exportar, publicada hoje pela Saudi Food and Drug Authority (SFDA). Dela, foram excluídos os 11 frigoríficos. Apenas o Brasil foi afetado pela atualização da lista de exportadores.

Na nota, o governo destaca que a cadeia de produtos de origem animal no Brasil segue elevados padrões de qualidade e sanidade, assegurados por rigorosas inspeções do serviço veterinário oficial. “Há confiança de que todos os requisitos sanitários estabelecidos por mercados de destino são integralmente cumpridos”.

Autoridades brasileiras iniciaram, nesta quinta-feira, contatos com o governo da Arábia Saudita e com a embaixada do país em Brasília. O objetivo é esclarecer o episódio.

“Todas as vias bilaterais e multilaterais serão empregadas com vistas à pronta resolução da questão. Caso se comprove a interposição de barreira indevida ao comércio, o Brasil poderá levar o caso à OMC”, conclui a nota. Dados do Ministério da Economia mostram que as carnes de aves, com destaque para frango fresco, refrigerado ou congelado, lideram a pauta de exportações para a Arábia Saudita, com uma participação de 38% do total. No primeiro quadrimestre deste ano, as vendas desses produtos ao mercado saudita somaram US$ 275 milhões, montante 18,3% acima do registrado no mesmo período de 2020.

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Segundo um integrante do governo, a suspensão desses 11 estabelecimentos não inviabiliza as exportações para aquele mercado, mas certamente terá impacto negativo nas vendas.

Em nota, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) destacou que apoia o governo brasileiro na busca por mais detalhes sobre a “surpreendente decisão unilateral” tomada pelas autoridades sauditas. A ABPA reforçou seu compromisso de parceria estratégica com aquele mercado, um dos mais longevos e importantes importadores de carnes de aves do Brasil.

“A entidade reitera, ainda, a sua plena confiança e o reconhecimento internacional das empresas brasileiras, seja pelo cumprimento de critérios técnicos, pela qualidade e por todos os demais pontos estabelecidos pelas nações importadoras”, destacou a ABPA.

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