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Emanuelzinho garante que débitos judicializados com servidores de Várzea Grande serão quitados

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O candidato fez questão de falar sobre compromisso com reajuste salarial e outras demandas da categoria

Em comemoração ao Dia do Servidor Público, celebrado nesta quarta-feira (28), o candidato a prefeito de Várzea Grande, Emanuelzinho (PTB), reafirmou no programa eleitoral exibido hoje nas emissoras de TV e rádios, a valorização dos direitos da classe, caso eleito gestor da cidade.

“Sei da importância de vocês trabalhadores, não só para a administração pública, mas também para todos os várzea-grandenses. Por isso que quero afirmar que no meu governo, o servidor terá o seu direito garantido. E todas as categorias serão tratadas com a devida prioridade”, disse.

Em seu plano de governo, consta a reprogramação do Plano de Carreira, Cargo e Salário (PCC), o enquadramento funcional dos servidores, e a discussão aberta com a categoria sobre o reajuste salarial e a quitação dos débitos judicializados, que já estão em fase de execução para o município.

“Garanto ao nosso servidor tudo que ele tem direito, e que até hoje só conseguiu em brigas judiciais. Mantenho o mesmo compromisso do início do campanha eleitoral, nada mudei, nem mudarei. Mas acima de tudo, garanto ao servidor várzea-grandense, o respeito à sua inteligência e a sua dignidade”, afirmou o candidato”.

O petebista fez questão ainda de ressaltar em sua fala que sua gestão não se baseará em propostas eleitoreiras, ou em assinaturas de ordem sem planejamento, e que também  como prefeito, não irá vetar os reajustes salariais de nenhuma categoria.

“O grande problema está na forma do gestor público enxergar a relação com o servidor. Enxergar que o servidor público é antes de tudo, o primeiro patrimônio da prefeitura, o primeiro que o prefeito tem que zelar”, enfatizou. Emanuelzinho encabeça a coligação “Um Novo Tempo Para Várzea Grande”, que tem como vice, Wilton Coelho, o Wiltinho (PTB) e apoio dos partidos PT, PTB, PSD, MDB, PMB e Republicanos.

 

 

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Abílio voltar a falar sobre o “caso paletó” e conclama eleitores para reta final da campanha

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Abilio e o vice Felipe Wellaton, que subiram o tom contra Emanuel Pinheiro na TV [Foto Assessoria]

Candidato do Podemos a prefeito de Cuiabá, Abílio Júnior, e o seu vice, vereador Felipe Wellaton (Cidadania), vieram com um discurso duro contra o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), candidato à reeleição, no horário eleitoral desta quarta-feira (25). Abílio e Wellaton argumentam que venceram a primeira batalha, e que agora precisam do apoio para vencer a guerra contra a corrupção.

“Estamos lutando para tirar o paletó há três anos”, diz Wellaton. “Nós já batemos uma parte da meta, você já tirou onze paus mandados. Agora falta o chefe do bando, que já virou réu na Justiça Eleitoral”, completa Wellaton.

“Neste domingo, o juiz é você, e vamos tirar o paletó de lá”, conclama o candidato Abílio Júnior. “Vamos mandar embora o governo vergonha nacional”, completa o candidato a vice-prefeito no vídeo exibido no horário eleitoral.

O programa eleitoral de Abílio Júnior mostrou imagens da delação do ex-governador Silval Barbosa, e do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), recebendo maços de dinheiro das mãos do ex-chefe de gabinete de Silval, Sílvio Corrêa. O trecho usado faz parte de reportagem do Jornal Nacional divulgada quando ocorreu o escândalo de propina a deputados de Mato Grosso.

Mostrou também trechos de depoimentos de Sílvio Corrêa na Câmara de Cuiabá, quando interrogado por Abílio e pelo o vereador Marcelo Bussiki (DEM), sobre o caso, afirmando que era propina o valor entregue ao prefeito cuiabano.

 

 

 

 

 

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Prefeito diz que licitação já havia sido anulada e que foi alvo de ação “truculenta e desnecessária” da Polícia Civil

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Zé do Pátio foi alvo de operação esta manhã por suposta fraude na compra de material de combate à Covid

O prefeito de Rondonópolis José Carlos do Pátio concedeu entrevista na manhã desta quarta-feira (25) junto com o procurador geral do Município, Anderson Flávio de Godoi sobre a Operação Stop Loss do Ministério Público do Estado (MPE) que cumpriu mandados de busca e apreensão na Prefeitura de Rondonópolis.

O prefeito afirmou que foi surpreendido com a operação, que foi truculenta e sem necessidade, já que havia encaminhado ao Tribunal de Justiça e à Delegacia Especializada de Combate à Corrupção uma petição na qual se colocava inteiramente à disposição das autoridades para prestar todas as informações necessárias em relação ao inquérito da Operação Stop Loss, fornecendo inclusive qualquer documento que fosse solicitado.

“Apesar da colaboração efetiva da prefeitura na apuração dos fatos não recebemos os documentos e informações sobre as investigações, mesmo com inúmeras solicitações dos nossos advogados e procuradores, o que viola o nosso direito de defesa e compromete a prestação de esclarecimentos à sociedade”, complementou o prefeito e acrescentou que é de seu interesse que as investigações transcorram de modo adequado, legal e transparente e que sejam concluídas o mais rapidamente possível.

O procurador geral do município ressaltou também que a administração já havia tomado todas as providências necessárias, antes mesmo de iniciada qualquer investigação, com a anulação dos procedimentos de licitação e não aquisição dos materiais referentes aos processos de licitações 037, 038 e 039/2020. “A administração em nenhum momento criou qualquer embaraço para prestar informações e sempre tivemos à disposição da Justiça e do Ministério Público”.

Anderson Godoi destacou ainda que o entendimento da administração municipal é de que é desnecessário este tipo de operação, já que em nenhum momento foram solicitadas informações acerca do inquérito, além de estar claro que não houve a compra de nenhum dos produtos destas licitações, ou seja, não houve gastos e portanto nenhum dano ao erário.

Sobre medidas que devem ser adotadas pela administração municipal o procurador geral afirmou que: “A Procuradoria do Município agirá na medida do necessário dentro do inquérito em defesa do interesse público”.

 

 

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