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Emanuel prevê “colapso econômico” e prepara ação contra decisão que determina isolamento de 15 dias em Cuiabá

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Isolamento social determinado pela Justiça está previsto para ter inicio nesta quinta-feira

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), confirmou que irá ingressar ainda nesta quarta-feira (24) com uma ação no Tribunal de Justiça (TJMT) contra a decisão do juiz José Leite Lindote, de decretar em Cuiabá e Várzea Grande quarentena coletiva obrigatória, por 15 dias a partir desta quinta-feira (25). A ação já esta sendo concluída pela Procuradoria Geral do Município (PGM).

De acordo com o prefeito, a decisão deveria ser estendida a todos os municípios, caso contrário, irá apenas prejudicar os dois municípios. “Se é para fazer lockdown, que faça no estado inteiro. E é claro que eu vou recorrer para defender a população cuiabana. Vou entrar com uma medida prioritária, o que dá tempo sim de ser julgado antes de começar a valer o que foi decidido pelo juiz Lindote. Respeito a decisão dele, o pedido do promotor Alexandre Guedes, mas uma ‘canetada’, por melhor que seja a intenção do MPE e do juiz, pode acabar prejudicando as duas maiores cidades do Estado”, disse durante entrevista ao programa Chamada Geral, na rádio Mega  FM.

Conforme o prefeito, o cumprimento da decisão para que a Capital adote a quarentena de 15 dias, vai acabar gerando aumento no desemprego e causar um colapso social. “Cuiabá fez o dever de casa e querem que paguemos o preço por quem não fez?. Isso não é justo. Decreta o lockdown, tranca os cuiabanos em casa e mantém o interior aberto, continuando a superlotar os leitos. Isso é uma violência contra Cuiabá. O resultado vai ser uma quebradeira generalizada, desemprego, a população não terá renda. Não posso permitir. Isso é um aviso antecipado do colapso econômico social. Se tivermos que decretar o lockdown, que façamos no estado inteiro”.

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2 Comentários

2 Comments

  1. Adonis lotufo tebelp

    24/06/2020 - 20:28 a 20:28

    Vai quebrar e já está acontecenfo a quebradeira em CUIABÁ , muito vso embora de CUIABÁ

  2. Adonis lotufo tebelp

    24/06/2020 - 20:29 a 20:29

    Comércio de Cuiabá vai quebrar.

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Estado se une às Forças Armadas e iniciativa privada e cria força-tarefa no combate às queimadas no Pantanal

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Primeira fase da operação que ocorreu em MS apresentou redução de 75% dos focos de incêndio do Pantanal sul-mato-grossense [Foto – Mayke Toscano]

O Governo do Estado lançou nesta sexta-feira (7) a Operação Pantanal II, uma força-tarefa para diminuir os incêndios que já devastaram aproximadamente 66 mil hectares de vegetação do bioma mato-grossense. A operação é fruto de uma ação conjunta entre Governo de Mato Grosso, Forças Armadas, Ibama, Governo de Mato Grosso do Sul e Sesc Pantanal.

Para a força-tarefa que já está atuando no local estão previstos a utilização de dois helicópteros e duas aeronaves do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), uma aeronave do Ciopaer, uma aeronave do Sesc Pantanal, maquinários, sendo alguns apreendidos pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) em fiscalizações de combate à queimadas e maquinários de produtores rurais locais.

O efetivo empregado na iniciativa é de 31 bombeiros militares de Mato Grosso, 12 bombeiros militares de Mato Grosso do Sul, 16 fuzileiros navais, além do apoio de 10 brigadistas do Ibama, podendo ter o efetivo aumentado, dependendo das condições encontradas durante a força-tarefa.

Somente para se ter uma ideia do sucesso da primeira fase da Operação Pantanal, lançada em 25 de julho em Mato Grosso do Sul, 75% dos focos de incêndio do bioma sul-mato-grossense já foram reduzidos. Agora, o desafio é a redução dos índices em Mato Grosso, que de acordo com o CBM, pode haver atualmente mais de 400 focos de incêndio no Pantanal.

Representando o governador Mauro Mendes, o secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, lembrou que apesar de estar em parte do território mato-grossense, o Pantanal é um patrimônio natural de todos, por isso a integração de forças é importante.

“Há muito tempo não tínhamos incêndios no Pantanal, isso só veio acontecer depois de 14 anos. Este ano Mato Grosso do Sul foi afetado, uma parte da Bolívia e agora os focos estão em nosso Estado. Neste momento a gente está, por determinação do governador Mauro Mendes, empreendendo todos os esforços para diminuir essas queimadas, afinal de contas o Pantanal é um patrimônio mundial”, pontuou o secretário da Sesp-MT.

A secretária de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, ressaltou que a secretaria mais do que nunca tem atuado no combate ao desmatamento, aos incêndios florestais e às queimadas ilegais, inclusive utilizando equipamentos apreendidos em operações.

“Desde o início do ano nós temos atuado fortemente contra aqueles proprietários que estão praticando ilicitudes. Foram mais de 600 equipamentos já extraídos com o objetivo de desaparelhar os infratores que ainda insistem na prática ilegal, mesmo quando todas as políticas públicas do governo são de tolerância zero ao desmatamento ilegal e as queimadas ilícitas. Desses 600 equipamentos três estão sendo utilizados nas ações de combate às queimadas no Pantanal”, disse Mauren.

Para o comandante do CBM, coronel BM Alessandro Borges Ferreira, trabalhar de forma integrada já é uma prática comum entre diferentes forças do Estado. É o caso da operação, que além de ser coordenada pelo CBM, conta com o apoio da Sesp-MT, Sema-MT e Ciopaer.

“Vale ressaltar a importância dessa integração entre Governo Federal, Governo Estadual e Governo de Mato Grosso do Sul, que vai potencializar a questão logística e pessoal para dar mais eficiência ao nosso combate ao fogo e mitigar o dano ambiental”, disse o comandante do Corpo de Bombeiros.

Iniciativa privada

 

 

 

Assim como o Poder Público se faz necessário, a iniciativa privada também soma forças no combate aos incêndios na região. A superintendente do polo socioambiental Sesc Pantanal, Cristiane Caetano, diz que o apoio operacional, com alojamentos e alimentação dos trabalhadores que atuam na região e também a disponibilização de equipamentos e de brigadistas, tem sido a forma de contribuição do Sesc.

“O Sesc recebe mais de 30 mil turistas por ano, tanto no hotel quanto nas demais unidades. Claro que nos preocupa uma situação dessas e quais consequências virão em curto prazo para a economia e turismo. Apesar disso sabemos que o Pantanal se regenera e logo volta à sua forma natural com sua riqueza e biodiversidade”, finalizou Cristiane.

 

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Cuiabá registra mais 13 mortes e chega a 604 óbitos causados por coronavírus

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Nesta sexta-feira (7), Cuiabá tem 13.626 casos confirmados de Covid-19 de residentes no município e 2.661 de não residentes, mas que estão sendo atendidos na capital. Dos confirmados, 3.329 já estão recuperados da doença e houve 604 óbitos de residentes e 278 de não residentes.

Na rede hospitalar há 278 pacientes confirmados com Covid-19 internados, sendo 180 na UTI e 98 em enfermaria. Também estão internados 169 pacientes com suspeita da doença, sendo 78 na UTI e 91 em enfermaria. Do total de pessoas internadas em UTI, 160 são de residentes em Cuiabá e 98 de residentes de outros municípios. Do total de internados em enfermaria/isolamento, 142 pessoas são de Cuiabá e 47 de outros municípios.

Hoje Cuiabá registrou mais 13 óbitos, chegando a um total de 604 mortes. O prefeito Emanuel Pinheiro e o secretário municipal de Saúde, Luiz Antonio Pôssas de Carvalho lamentam profundamente estes óbitos.

Segue abaixo a relação dos óbitos de residentes em Cuiabá:

-Mulher, 28 anos, internada em hospital privado. Não foi divulgado se tinha comorbidade. Foi a óbito em 07/08.

-Homem, 39 anos, internado em hospital público. Não tinha comorbidade. Foi a óbito em 07/08.

-Homem, 58 anos, internado em hospital privado. Tinha neoplasia. Foi a óbito em 07/08.

-Homem, 69 anos, internado em hospital privado. Tinha hipertensão, diabetes e problema pulmonar. Foi a óbito em 06/08.

-Homem, 82 anos, internado em hospital privado. Não tinha comorbidade. Foi a óbito em 28/07.

-Homem, 70 anos, internado em hospital público. Não tinha comorbidade. Foi a óbito em 07/08.

-Mulher, 68 anos, internada em hospital público. Não tinha comorbidade. Foi a óbito em 07/08.

-Mulher, 58 anos, internada em hospital público. Tinha hipertensão. Foi a óbito em 07/08.

-Homem, 87 anos, internado em hospital privado. Tinha hipertensão. Foi a óbito em 06/08.

-Mulher, 80 anos, internada em hospital privado. Tinha hipertensão e diabetes. Foi a óbito em 06/08.

-Homem, 63 anos, internado em hospital privado. Tinha hipertensão, diabetes e problema cardiovascular. Foi a óbito em 07/08.

-Homem, 59 anos, internado em hospital privado. Tinha hipertensão. Foi a óbito em 06/08.

-Mulher, 76 anos, internada em hospital privado. Tinha hipertensão e diabetes. Foi a óbito em 06/08.

 

 

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