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Emanuel Pinheiro denuncia Mauro Mendes à AL por uso da Defaz para perseguição política

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Conforme o prefeito, dois delegados foram pressionados para abrirem investigação contra ele

O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) protocolou na manhã desta segunda-feira (2), na Assembleia Legislativa, uma denúncia contra a Polícia Civil e a Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz), por suposto uso ilegal da máquina pública com o objetivo de prejudicar a sua gestão frente ao Executivo municipal. A denúncia foi entregue ao presidente da ALMT Eduardo Botelho (DEM) e a vice-presidente Janaina Riva (MDB).

Conforme o prefeito, o delegado-geral da Polícia Civil, Mário Demerval, pressionou os delegados da Defaz, Anderson Veiga e Lindomar Toffoli, “incrimina-lo” na investigação sobre a suposta compra de votos dos vereadores para votarem pela cassação do mandato de Abílio Júnior (PSC), opositor ferrenho ao prefeito. Cada vereador iria receber R$ 50 mil.

A investigação contra Emanuel tem como base a denúncia da servidora da Saúde municipal Elizabete Maria de Almeida, junto à Defaz. O suposto acordo de compra de votos dos vereadores teria sido firmado no último dia 21 na casa de Juca do Guaraná (Avante).

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Conforme informações que teriam chegado ao prefeito, os dois delegados teriam recebido ordens para ‘agilizarem’ as investigações, porém, sem subsídios de provas na denúncia da servidora, Veiga e Toffoli, decidiram por sequer darem início à investigação, o que resultou em represálias por parte da cúpula da Polícia Civil, por a ordem para abertura de investigação teria partido do próprio governador Mauro Mendes (DEM). Com a denúncia protocolada, ALMT poderá encaminha-la ao Ministério Público Estadual (MPE) ou abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o uso político da Defaz.

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Mato Grosso assina termo de cooperação com Governo Federal para agilizar regularização fundiária

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Primeiro acordo assinado no país e totalmente construído levando em consideração o Programa “Terra a Limpo”, desenvolvido no Estado

O governador Mauro Mendes assinou na manhã desta quarta-feira (11), na presença da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, um termo de cooperação com o Governo Federal para agilizar a regularização fundiária de terras da União, que será modelo para os demais Estados da Amazônia Legal.

Esse é o primeiro acordo assinado no país e foi totalmente construído levando em consideração o Programa “Terra a Limpo”, desenvolvido no Estado. Na avaliação do governador, com trabalho em conjunto, em sinergia, é possível produzir bons resultados para o cidadão mato-grossense e “esse é o nosso dever”.

“O Intermat (Instituto de Terras de Mato Grosso) cederá infraestrutura para que o Incra possa acelerar o programa de regularização nas terras de competência federal. O Intermat já está acelerando os processos de regularização fundiária nas terras estaduais e para o início de 2020, já temos a perspectiva de entregar 6.200 títulos e muitos outros nos próximos anos”, disse o governador Mauro Mendes.

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A assinatura aconteceu em Brasíli, e também contou com a presença do presidente do Intermat, Francisco Serafim de Barros, além do deputado federal Nelson Barbudo e do senador Wellington Fagundes.

De acordo com o governador Mauro Mendes, esse termo irá contribuir com “o cidadão que não tem o título definitivo da propriedade e que, por isso, não consegue fazer um financiamento, tem dificuldade para fazer investimentos e, diretamente, prejudica a geração de emprego e crescimento de Mato Grosso”.

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Política MT

Cinco nomes já se articulam em busca de apoio do agro para disputar o Senado

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O ex-senador Blairo Maggi, apesar de negar, é cotado para disputa novamente o cargo

A eleição suplementar para o Senado da República, prevista para o próximo ano, em virtude da cassação da senadora Selma Arruda (Podemos), promete uma disputa acirrada para conquistar o apoio do agronegócio. Pelo menos cinco prováveis nomes que cogitam a possibilidade de disputa buscam o apoio do setor que é a mola propulsora de Mato Grosso.

Até agora entre os nomes que buscam o apoio do agronegócio estão Antonio Galvan, presidente da Aprosoja de Mato Grosso, Adilton Sachetti (PRB), Nilson Leitão (PSDB), Carlos Fávaro (PSD) e Blairo Maggi (PP).

Dono de uma das maiores fortunas do Brasil, o ex-ministro Blairo Maggi (PP), embora tenha admitido na mídia que não vai disputar a eleição suplementar ao Senado, dá sinais de que está preparado para qualquer disputa eleitoral.

Recentemente, o ex-ministro reuniu para uma confraternização em sua chácara, lideranças como o governador Mauro Mendes (DEM), e os ex-governadores Osvaldo Sobrinho (PTB), Júlio Campos (DEM) e Moisés Feltrin.

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O deputado estadual Paulo Araújo (PP), defende o nome do ex-ministro para a disputa suplementar ao Senado. Segundo ele, “é uma honra não só para o partido, mas para o Estado, ter o ex-senador e ex-governador Blairo Maggi na disputa”. Para Araújo, “Maggi é a maior referência política que o Estado tem”.

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