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Emanuel nega trabalhar por cassação e rebate afirmação de vereador: “Desespero de causa”

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Prefeito foi acusado por Marcos Pacolla de articular a cassação de seu mandato por ser de oposição

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), questionado pela imprensa na sexta-feira (8), sobre o fato de ter sido acusado pelo vereador Marcos Paccola (Republicanos), de ser um dos responsáveis por trabalhar a sua cassação na Câmara de Vereadores, classificou a atitude do parlamentar como desespero. Paccola é investigado pelo assassinato do agente do sistema socioeducativo Alexandre Miyagawa.
“Desespero de causa, só pode ser, aconteceu o que aconteceu, com a clareza dos fatos, a olhos nus diante de toda a sociedade, uma investigação em curso, ele réu confesso do que ele considera legítima defesa e, pelo que se aparenta, vamos ver o final das investigações, foi um assassinato pelas costas”, disse o prefeito.
Para Emanuel Pinheiro, “é claro que ele está desesperado, ele precisa achar um culpado, ele precisa tentar achar um culpado para essa violência cometida, uma vida se perdeu”, afirmou.
O vereador cuiabano Tenente-Coronel Paccola (Republicanos) matou a tiros de pistola o agente do Sistema Socioeducativo na noite de sexta-feira (1º). O crime, segundo a Polícia Militar, aconteceu na Rua Arthur Bernardes, atrás do Restaurante Choppão, no bairro Quilombo, na área central de Cuiabá.
Emanuel Pinheiro cobra um posicionamento da Câmara Municipal de Cuiabá sobre a situação do vereador Marcos Paccola. No entendimento do prefeito, o crime abalou Cuiabá e precisa ser esclarecido. “Cada dia que passa está deixando menos de ser um ato de heroísmo para ser um ato de execução. Mas isso quem vai dizer são as investigações. Mas não pode ficar sem resposta”, afirmou.

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Amália Barros tem a inclusão como uma de suas principais causas

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A emocionante história de vida e superação da jornalista Amália Barros, candidata a deputada federal pelo PL em Mato Grosso, comoveu as milhares de pessoas que assistiram a entrevista concedida ao Jornal da Cidade Online (disponível no You Tube no link https://www.youtube.com/watch?v=5boHhQRZWUk).  O Cidade Online, é um dos mais seguidos em nível nacional pela rede de pessoas que apoiam o presidente Jair Bolsonaro, com mais de 700 mil inscritos.

Amália começou a entrevista com uma audiodescrição, importante para que as pessoas que não enxergam possam entender melhor, ouvindo o que não pode ser visto.

Humilde, solidária, guerreira, batalhadora e corajosa, que persistiu diante dos obstáculos que teve que enfrentar foram alguns comentários feitos pelo público. Amália, que disputa o primeiro cargo político com o apoio oficial da primeira-dama Michelle Bolsonaro, de quem é afilhada política, conquistou os espectadores com a sua postura de engajamento em uma causa maior, a inclusão.

“Vimos a importância do amor e da solidariedade”, disse o espectador Basílio Rosa. “É gente assim que deve ser escutada a respeito do nosso presidente. Inteligente, com essa vontade de lutar pelos outros, que nos passa força. Essa jornalista é, sem dúvidas, uma liderança”, disse Silvino Araujo. Outra espectadora, Rosangela Panício, destacou o engajamento de Amália com as causas sociais. “Precisamos realmente de pessoas assim, engajadas numa causa e não apenas entrar para a política por entrar. Parabéns pela luta, pelo testemunho e pelo desejo de ser útil a quem necessita”, afirmou ela.

Amália Barros tem 37 anos e mora em Campo Novo dos Parecis. Aos 20 anos ela perdeu a visão do olho esquerdo e, depois de 12 cirurgias, passou a usar prótese. Amália também enfrentou a retirada de um rim.

“Brinco que não sou inteira, mas sou completa, porque foi por meio das dificuldades que eu enfrentei que entendi qual é o meu propósito. Sempre achei que não tinha um dom, mas depois de tantas perdas sei exatamente qual o meu dom e meu propósito, que é ajudar as pessoas. A partir daí minha vida passou a ter sentido”, revelou.

Amália ajudou os monoculares com a doação de próteses, criou o Instituto Amália Barros, que já atendeu mais de 80 pessoas de quase todas as regiões do país e hoje dá nome a uma lei que garante aos monoculares os mesmos direitos das pessoas com deficiência. A lei 14.126/2021 foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro em 22 de março de 2021, dia do aniversário de Amália e também de Michelle Bolsonaro.

“A primeira-dama Michelle Bolsonaro fez toda a diferença na aprovação desta lei. Ela é uma mulher valiosa, que trabalha pelas pessoas deficientes, abraçou a causa e ajudou a divulgá-la até que virasse lei”, frisou.

Amália Barros disse ainda que, se eleita, a inclusão é uma das principais causas que vai defender. Não apenas a inclusão de deficientes, mas de outras pessoas que sofrem com as mais diversas carências.

“A inclusão não é a gente olhar apenas para pessoas com deficiência ou minorias, é olhar para um todo. A mãe que quer voltar ao mercado de trabalho, mas não encontra vaga na creche, cidades que estão isoladas pela falta de asfalto nas rodovias, como é o caso de muitos municípios em Mato Grosso”, disse.

Com muita vontade de trabalhar pelo outro, Amália Barros disse que a motivação para entrar na política surgiu quando ela viu que é possível fazer a diferença na vida das pessoas. “Sem estar na política eu já lutei por uma lei. Como deputada vou poder fazer mais ainda. Acredito que a Câmara Federal é a casa do povo e a gente precisa ter todo tipo de representatividade, por isso coloco meu nome à disposição”, contou.

Ela disse ainda que entrar para a política foi um grande desafio, mas hoje é um caminho natural e que a sociedade precisa de representantes legislativos que apoiem as causas sociais.

Amália Barros, a mulher que virou lei, falou na entrevista sobre seu livro “Se Enxerga: transforme desafios em grandes oportunidades para você e outras pessoas”, lançado em 2021 e à venda em formato físico no Mercado Livre e no formato digital pela Amazon.

“O livro é um alerta, a vida é o que a gente tem de mais de precioso, um presente de Deus para nós. Poderia enxergar meus problemas de maneira pessimista. A forma como enxergamos as dificuldades é a maneira como a nossa vida vai ser encarada. Falo sobre ressignificação e passo uma mensagem: eu sou maior que meus problemas”, conclui.

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Bolsonarista, ‘barão do agro’ lança candidatura ao Senado e lembra ligação de Wellington Fagundes com a esquerda

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No lançamento de sua candidatura ao Senado, Antônio Galvan diz que Wellington não defende Bolsonaro

O candidato a Senado Antonio Galvan (PTB) criticou a ligação do senador Wellington Fagundes (PL) com a esquerda e lembrou que seu atual segundo suplente, Manuel Motta, é filiado ao PCdoB. No lançamento de sua candidatura, nessa quinta-feira (18), em Sinop, Galvan afirmou que o presidente Jair Bolsonaro precisa de pessoas comprometidas de verdade com as bandeiras conservadoras no Senado da República.

“Quero lembrar que esse cidadão [Wellington] que se diz Bolsonarista, mas nunca vi uma única vez se manifestar na tribuna em defesa do nosso presidente e denunciar os abusos de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF)”, disse Galvan.

Ainda no discurso, Galvan lembrou que Wellington Fagundes apoiou os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, ambos do PT, e na eleição de 2018 ele fez campanha para o Fernando Haddad (PT) para presidente. “Wellington trabalhou junto com Lula na eleição e na reeleição e também trabalhou junto com Dilma na eleição e na reeleição. Em 2018, fez campanha contra Bolsonaro. Apoiou o Haddad do PT”, frisou Galvan.

O candidato a senador também citou ainda que seu rival estava até pouco tempo atrás com alianças com partidos de extrema esquerda e por isso não deve se dizer bolsonarista. Além disso, está em uma coligação com o PSB que apoia Lula para presidente. “Em 2018 juntou com o PCdoB, juntou com o PT e juntou com PV e pediu voto pro Haddad pra presidente. Agora esta coligado com o PSB. Será que é esse cidadão que representa Bolsonaro e a direita?”, questionou Galvan.

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